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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

PENSE NA CRIANÇA QUE ESTÀ NO SEU CORAÇÃO!


"Quem recebe uma destas crianças em meu nome, está me recebendo. Mateus 18:5

O Dia das Crianças no Brasil foi criado por um político, na década de 1920. O Deputado Federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de criar um dia em homenagem às crianças. Os deputados aprovaram a idéia e o dia 12 de outubro foi oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, através do Decreto nº 4867, de 5 de novembro de 1924.

Mas, somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela decidiu fazer uma promoção em conjunto com a Johnson & Johnson, para aumentar suas vendas, lançando a "Semana do Bebê Robusto", é que a data passou a ser comemorada.

A estratégia deu tão certo, que desde então o dia das Crianças passou a ser comemorado com muitos presentes!

Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança para aumentar as vendas.

No ano seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e fizeram ressurgir o antigo decreto. Só a partir dai o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos.

Dia Universal da Criança

Muitos países comemoram o dia das Crianças em 20 de novembro, data que a ONU (Organização das Nações Unidas) reconhece como dia Universal das Crianças por ser quando se comemora a aprovação da Declaração dos Direitos das Crianças.

Declaração Universal dos Direitos das Crianças
UNICEF
20 de Novembro de 1959

As Crianças têm Direitos

Direito à Igualdade, sem Distinção de Raça Religião ou Nacionalidade

Princípio I

A criança desfrutará de todos os direitos enunciados nesta Declaração. Estes direitos serão outorgados a todas as crianças, sem qualquer exceção, distinção ou discriminação por motivos de raça, cor, sexo, idioma, religião, opiniões políticas ou de outra natureza, nacionalidade ou origem social, posição econômica, nascimento ou outra condição, seja inerente à própria criança ou à sua família.

Direito a Especial Proteção para o seu Desenvolvimento Físico, Mental e Social

Princípio II

A criança gozará de proteção especial e disporá de oportunidade e serviços, a serem estabelecidos em lei por outros meios, de modo que possa desenvolver-se física, mental, moral, espiritual e socialmente de forma saudável e normal, assim como em condições de liberdade e dignidade. Ao promulgar leis com este fim, a consideração fundamental a que se atenderá será o interesse superior da criança.

Direito a um Nome e a uma Nacionalidade

Princípio III

A criança tem direito, desde o seu nascimento, a um nome e a uma nacionalidade.

Direito à Alimentação, Moradia e Assistência Médica Adequadas para a Criança e a Mãe

Princípio IV

A criança deve gozar dos benefícios da previdência social. Terá direito a crescer e desenvolver-se em boa saúde; para essa finalidade deverão ser proporcionados, tanto a ela, quanto à sua mãe, cuidados especiais, incluindo-se a alimentação pré e pós-natal. A criança terá direito a desfrutar de alimentação, moradia, lazer e serviços médicos adequados.

Direito à Educação e a Cuidados Especiais para a Criança Física ou Mentalmente Deficiente

Princípio V

A criança física ou mentalmente deficiente ou aquela que sofre da algum impedimento social deve receber o tratamento, a educação e os cuidados especiais que requeira o seu caso particular.

Direito ao Amor e à Compreensão por Parte dos Pais e da Sociedade

Princípio VI

A criança necessita de amor e compreensão, para o desenvolvimento pleno e harmonioso de sua personalidade; sempre que possível, deverá crescer com o amparo e sob a responsabilidade de seus pais, mas, em qualquer caso, em um ambiente de afeto e segurança moral e material; salvo circunstâncias excepcionais, não se deverá separar a criança de tenra idade de sua mãe. A sociedade e as autoridades públicas terão a obrigação de cuidar especialmente do menor abandonado ou daqueles que careçam de meios adequados de subsistência. Convém que se concedam subsídios governamentais, ou de outra espécie, para a manutenção dos filhos de famílias numerosas.

Direito à Educação Gratuita e ao Lazer Infantil

Princípio VII

A criança tem direito a receber educação escolar, a qual será gratuita e obrigatória, ao menos nas etapas elementares. Dar-se-á à criança uma educação que favoreça sua cultura geral e lhe permita - em condições de igualdade de oportunidades - desenvolver suas aptidões e sua individualidade, seu senso de responsabilidade social e moral. Chegando a ser um membro útil à sociedade.

O interesse superior da criança deverá ser o interesse diretor daqueles que têm a responsabilidade por sua educação e orientação; tal responsabilidade incumbe, em primeira instância, a seus pais.

A criança deve desfrutar plenamente de jogos e brincadeiras os quais deverão estar dirigidos para educação; a sociedade e as autoridades públicas se esforçarão para promover o exercício deste direito.

Direito a ser Socorrido em Primeiro Lugar, em Caso de Catástrofes

Princípio VIII

A criança deve - em todas as circunstâncias - figurar entre os primeiros a receber proteção e auxílio.

Direito a ser Protegido Contra o Abandono e a Exploração no Trabalho

Princípio IX

A criança deve ser protegida contra toda forma de abandono, crueldade e exploração. Não será objeto de nenhum tipo de tráfico. Não se deverá permitir que a criança trabalhe antes de uma idade mínima adequada; em caso algum será permitido que a criança dedique-se, ou a ela se imponha, qualquer ocupação ou emprego que possa prejudicar sua saúde ou sua educação, ou impedir seu desenvolvimento físico, mental ou moral.

Direito a Crescer Dentro de um Espírito de Solidariedade, Compreensão, Amizade e Justiça entre os Povos

Princípio X

A criança deve ser protegida contra as práticas que possam fomentar a discriminação racial, religiosa, ou de qualquer outra índole. Deve ser educada dentro de um espírito de compreensão, tolerância, amizade entre os povos, paz e fraternidade universais e com plena consciência de que deve consagrar suas energias e aptidões ao serviço de seus semelhantes.


No mundo comemora-se o dia das crianças assim:

Na China, 05 de maio;

Em Portugal, 1 de junho;

Na Índia, 15 de novembro;

No Japão a grande curiosidade, homenageia-se as meninas no dia 03 de março e os meninos no dia 05 de maio.

A ONU estabelece o dia 20 de novembro Dia da Declaração dos Direitos da Criança, Dia Internacional da Criança.





sexta-feira, 7 de outubro de 2011

OBRIGADO MAMÃE!



A história de hoje é, na verdade, contada pelo vídeo que vem a seguir!
Mas, fica aqui nossa homenagem por um dia das mães fora de época!
Mais uma música Gospel que está fora das Igrejas!

"Ao assistir a um vídeo como este a quem te podemos comparar, Mãe? Ou como entender aquela que tal como a galinha sempre acolhe a todos sob suas asas! Como leoa enfrenta a tudo e a todos para defender sua cria. É capaz de se sacrificar, renunciar e até mesmo abdicar da maior alegria da sua vida que é ser mãe em favor do bem estar daquele que mesmo não tendo sido gerado em seu ventre foi eleito pelo coração.
Para ela, o certo, o correto, o legal é fazer e ofertar para aquele que é o centro das suas atenções tudo que precisa. Para ela, a mãe, não há idade, tamanho, cor, feio ou bonito, inteligente ou incapaz, ela só vê aquele ser frágil e que para ele ela sempre dedicará seu tempo, carinho e atenção todos os dias de sua existência.
Sem hora ou dia é bom saber que você estará presente em nós teus filhos e, por isso, à Deus agradecemos pois lhe formou mãe, à Sua imagem e semelhança."

Revª Lutermar Alves de Oliveira Ramos


Mesmo que eu encontre muitos homens maus hoje, continuarei a crer na humanidade por sua causa, mãe!
Parabéns Móira Kelly, exemplo de Mãe e ser humano fenomenal!

sábado, 1 de outubro de 2011


ORAÇÃO DO/A IDOSO/A
Bem-aventurados aqueles que compreenderam meus passos vacilantes e minhas mãos tremulas
Bem-aventurados os que levam em conta que meus ouvidos captam as palavras com dificuldade, por isso procuram falar mais alto e pausadamente.
Bem-aventurados os que perceberam que meus olhos já estão nublados e minhas reações são lentas.
Bem-aventurados os que desviam o olhar, simulando não ter visto o café por vezes derramado sobre a mesa.
Bem-aventurados os que nunca dizem “você já contou isso muitas vezes”.
Bem-aventurados os que sabem dirigir a conversa e recordações às coisas dos tempos passados.
Bem-aventurados os que me ajudam a atravessar a rua e não lamentam o tempo que me dedicam.
Bem-aventurados os que compreendem quanto me custa encontrar forças para carregar a minha cruz.
Bem-aventurados os amenizam meus últimos anos sobre a terra.
Bem-aventurados todos aqueles que me dedicam afeto e carinho, fazendo-me, assim, pensar em DEUS.
Quando entrar na eternidade, lembrar-me-ei deles, junto ao Senhor.
Prometa a si mesmo....
Ser forte, de maneira que nada possa perturbar a sua paz de espirito.
Falar de saúde, felicidade e prosperidade, a toda pessoa que encontrar, não por vaidade nem ostentação.
Fazer os seus amigos sentirem que há alguma coisa superior dentro deles.
Olhar para o lado glorioso de todas as coisas, e fazer tudo com otimismo.
Aparecida Ferrer Lopes
Lins, SP.
Publicado no Correio de Lins dias 24 – 25 setembro de 2010
Publicado Voz Missionária setembro-outubro 2011








No dia 27 de setembro comemoramos o Dia Nacional de Atenção a Pessoa Idosa e hoje 01 de outubro, comemoramos o Dia Internacional do Idoso.
Costumo dizer que o meio secular produz uma gama incrível de boa musica gospel.
Eu que já entrei na maturidade, gosto muito de pensar que a música de hoje deve nos conduzir a uma reflecção da vida, da fé e da esperança que dizemos ter em CRISTO e na Sua maravilhosa volta!



sexta-feira, 16 de setembro de 2011

MEU POVO SOFRE POR FALTA DE CONHECIMENTO!





E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8 : 32





História 

Surgiu na Inglaterra, com o propósito de evangelizar crianças que ficavam sem atividade durante os serviços de domingo. Atualmente, esta atividade envolve os membros da congregação, em todas as faixas etárias e acontece em horário diverso ao serviço religioso. No Brasil, a maioria das comunidades adota a EBD matinal e os serviços religiosos vespertinos, mas algumas realizam a EBD horas antes do início dos cultos. Em países como EUA e na Inglaterra, todas as atividades dominicais acontecem durante a manhã. A Igreja Católica Romana e as Igrejas Ortodoxas Orientais comumente mantém escolas paroquiais, e parte da educação ali oferecida é, naturalmente, de cunho religioso. Muitos grupos protestantes, em contraste com isso, tradicionalmente têm dependido do sistema de escolas públicas no que concerne à educação secular. Assim, foi apenas natural que, como meio de ensinar a Bíblia às crianças, a Escola Dominical tenha sido uma criação protestante. Ademais, tem sido sempre típico da ênfase protestante salientar os estudos bíblicos, o cerne mesmo da Escola Dominical. Porém, como uma espécie de escola dominical sem, contudo, receber este nome um Arcebispo Católico Romano de Milão, Itália, criou um movimento semelhante ao Movimento de Escola Dominical. Carlos Borromeo, segundo filho de uma família muito rica, filho do Conde Gilberto Borromeo e Margarita de Médicis, nascido no Castelo de Arona, Itália, em 2 de Outubro de 1538, considerando a morte de seu irmão, que caiu do cavalo em que cavalgava, como um aviso enviado pelo céu, para estar preparado, pois, no dia em que ele menos pensasse, Deus, por meio da morte, viria acertar-lhe as contas, renunciou às suas riquezas e foi ordenado sacerdote. Aos doze anos recebeu a tonsura sacerdotal e seu tio, Júlio César Borromeo, o Cardeal de Médicis, lhe cedeu a abadia beneditina de São Graciano e São Felino, em Arona. Depois de estudar latim em Milão, o jovem Carlos ingressou na Universidade de Pavia, estudando sob a direção de Francisco Alciati, que mais tarde foi promovido ao Cardinalato. Carlos tinha muita dificuldade com a retórica e sua inteligência não era deslumbrante, sendo considerado lento, embora fizesse progressos em seus estudos. Aos 22 anos, quando seus pais já eram falecidos, alcançou o título de Doutor e, em seguida, retornou a Milão, onde recebeu a notícia de que seu tio, o Cardeal de Médicis fora eleito Papa em um conclave, em 1559, por ocasião da morte do Papa Paulo IV. No início de 1560, o novo Papa ordenou seu sobrinho a diácono, e, em 8 de fevereiro, o nomeou administrador da sede vacante de Milão. O princípio do nepotismo beneficiou Carlos, que foi nomeado, sucessivamente, Legado de Bolonha e da Marca de Ancona, Protetor de Portugal, dos Países Baixos, dos Cantões Católicos Suíços, das Ordens Monásticas dos Franciscanos, Carmelitas, dos Cavaleiros de Malta e muitas outras, antes de completar 23 anos. A influência de Carlos aumentou tanto que se tornou decisivo no reinício das sessões do Concílio de Trento, intenção de seu tio, o Papa Pio IV, suspenso em 1552. Seus esforços foram um sucesso, e o Concílio voltou a reunir-se em janeiro de 1562, tornando-se o diretor intelectual e o espírito reitor da terceira e última sessão do Concílio de Trento. Foi ordenado presbítero (padre) em 1563 e, dois meses tarde, recebeu a consagração episcopal. Foi confiado a ele a supervisão da publicação do Catecismo de Trento e a reforma dos livros litúrgicos e da música sagrada. Em abril de 1566, Carlos chegou a Milão para trabalhar na reforma de sua Arquidiocese, organizando sua própria casa. Estabelecido em Milão, Carlos vendeu objetos preciosos da Arquidiocese, avaliados em 30.000 coroas, soma que foi usada para socorrer famílias necessitadas. Sua diocese sustentava pobres com 200 coroas mensais. A generosidade de Carlos foi tamanha para com o Colégio Inglês de Douai, na época, pertencente à Inglaterra, que o Cardeal Allen, considerou o Arcebispo de Milão como seu fundador. Na Arquidiocese de Milão pouco se conhecia acerca da religião, e as práticas religiosas configuravam superstição, além de haver abusos morais. Carlos, então, ordenou aos clérigos sob sua liderança que atendessem a instrução cristã das crianças, ensinando publicamente o catecismo todos os domingos e feriados, estabelecendo a Companhia da Doutrina Cristã, que chegou a contar com 740 escolas, 3000 catequistas e 40000 alunos, dois séculos antes de Robert Raikes criar a Escola Dominical. Robert Raikes e a Primeira Escola Dominical no Mundo A Escola Dominical, como criação de cristãos evangélicos, tem sido reclamada a sua criação para diversas pessoas, muitas delas metodistas, devido a própria visão social que o Grande Despertamento fazia revelar-se nos líderes avivalistas. John Wesley iniciou estudos bíblicos dominicais em Savannah, Geórgia, em 1737. Entre 1763 e 1769, Hannah Ball Moore, uma senhora metodista começou estudos bíblicos dominicais em sua própria casa e, a partir de 1769, nas dependências da Igreja (Anglicana) High Wycombe. Na década de 1770, o Ministro Unitariano Theophilus Lindsey proveu lições bíblicas dominicais em sua igreja, a Capela da Rua Essex, em Londres. O Rev. J. M. Moffatt,, Ministro Independente de Nailsworth, passou a lecionar estudos bíblicos dominicais já em 1774. Em Ephata, Pennsylvania, em Washington, no Estado de Connecticut, no início de 1780 já se usavam o Catecismo de Westminster e a Bíblia em estudos bíblicos dominicais das igrejas presbiterianas. Howard J. Harris declarou que, em 1780, estudos bíblicos dominicais eram feitos em cidades de Gloucester e em vilas da Inglaterra, como Painswick e Dursley. E um ministro metodista de Charleston, Carolina do Sul, em 1787, chamado George Daughaday, administrou estudos bíblicos dominicais a crianças negras americanas. Mas o Movimento de Escola Dominical, propriamente dito, teve como criador Robert Raikes. Robert Raikes (14 de Setembro de 1735-5 de Abril de 1811), filho de Robert e Mary Raikes, foi quem originou o Movimento de Escola Dominical. Anglicano, Raikes foi batizado na infância na Igreja (Anglicana) de Santa Maria da Cripta e educado na Escola da Cripta, ambos na Rua Southgate, em Gloucester, e, mais tarde, na Escola dos Reis. Tornou-se aprendiz de Jornalismo com seu pai, dono do Diário de Gloucester. Quando seu pai faleceu, em 1757, Raikes assumiu a editoria do jornal, aumentando o tamanho do jornal e melhorando o layout. Raikes se interessava pela reforma prisional inglesa, por causas das condições terríveis a que os presos eram submetidos. Certo dia, procurando um jardineiro na Rua Saint Catherine, no bairro de Sooty Alley, ele encontrou um grupo de crianças maltrapilhas brincando na rua. A esposa do jardineiro disse, então, que aos domingos a situação era pior, pois as crianças que trabalhavam nas fábricas, de segunda a sábado, durante horas muito longas, ficavam desocupadas nesse dia, quase abandonadas, passando o tempo brincando, brigando e aprendendo toda espécie de vícios. Elas extravasavam toda sorte de violência nesse dia. Essas crianças, constatou Raikes, estavam a um passo do mundo do crime e ele chegou a ver o destino de muitas delas, ao visitar as prisões de Gloucester. Raikes resolveu estabelecer uma escola gratuita para esses meninos de rua. Então, Raikes contratou uma equipe de quatro mulheres no bairro para lecionar, recebendo um xelim e seis pence, cada uma. Com a ajuda do Rev. Thomas Stock, Ministro Anglicano, Raikes pôde logo associar cem crianças, de seis aos doze ou quatorze anos, nestas escolas dominicais. A primeira foi instalada na Rua Saint Catherine. Seu objetivo principal não era ensinar a Bíblia, mas alfabetizar os alunos e ministrar aulas de religião com o propósito de reformar a sociedade. O objetivo último era modificar-lhes o caráter usando os ensinamentos bíblicos. Assim, a Escola Dominical nasceu como um instituto bíblico infantil, operando de forma independente das igrejas, alfabetizando e ensinando Bíblia às crianças carentes. Algumas crianças, a princípio, relutaram em vir para as escolas porque as suas roupas estavam tão rotas, mas Raikes providenciou tudo de que eles precisavam, inclusive banho e cabelos penteados. As aulas começavam às 10 horas da manhã e iam até as duas da tarde, com lições de matemática, história e inglês, com um intervalo de uma hora para o almoço. Eles eram levados então à igreja para serem instruídos no catecismo até as 17:30 h. Recebiam pequenas recompensas, como livros, canetas, jogos, aqueles que tivessem dominado a lição ou aqueles cujo comportamento tivessem mostrado uma melhoria notável. Entrementes, recebiam castigo corporal aqueles de mau comportamento, como era do costume pedagógico da época. Depois de um período experimental, Raikes divulgou suas idéia e os resultados em seu jornal, no dia 3 de Novembro de 1783, data em que se comemora, na Grã-Bretanha, o dia da Fundação da Escola Dominical. Esta experiência foi transcrita em outros jornais. Líderes religiosos tomaram conhecimento do movimento que se espalhava. Em 1784, eram 250 mil alunos matriculados. A taxa de criminalidade de Gloucester caiu, com o advento das escolas dominicais de Raikes, de forma que em 1792 não houve um só caso julgado pela comarca de Gloucester. O trabalho de Raikes foi saudado com entusiasmo, e em breve, escolas dominicais já estavam sendo criadas em todo o Reino Unido e exportadas para os Estados Unidos. Seu trabalho foi muito assessorado pelo comerciante William Fox (1736-1826), diácono da Igreja Batista da Rua Prescott, em Londres. Impressionado pelas escolas dominicais fundadas por Raikes que eram responsáveis pela redução do índice de criminalidade de Gloucester, Fox chamou Raikes para formar uma associação para promoção e criação de escolas dominicais. Foi criado, então em 1785, a Sunday School Society of Great Britain (Sociedade da Escola Dominical da Grã-Bretanha), com o apoio dos bispos anglicanos de Chester e Salisbury. Essa sociedade foi ajudada por muitos filantropos, podendo abrir cerca de trezentas escolas dominicais, suprindo-as com livros, material didático e professores. Esta sociedade publicou, na gráfica de Raikes, o Sunday School Companion, livro com versículos bíblicos para leitura. Em 1787, segundo depoimento de Samuel Glasse, 200 mil crianças eram alunas da Escola Dominical em toda a Inglaterra. Houve, no entanto, uma forte oposição ao movimento de Raikes, que era considerado por alguns líderes religiosos como um movimento diabólico, porque era à parte das Igrejas e era dirigido por leigos, isto é, pessoas que não tinham formação religosa. O Arcebispo de Canterbury reuniu os bispos para considerar o que deveria ser feito para exterminar o movimento. Chegou-se a pedir que o Parlamento, em 1800, aprovasse um decreto para proibir o funcionamento de escolas dominicais. Achavam que este movimento levaria à desunião da Igreja e que profanava “o dia do Senhor”. Tal decreto nunca foi aprovado. Em 1802, Raikes se aposentou, e, em 1811, após um ataque de coração, veio a falecer. Seus alunos vieram ao funeral, na Igreja (Anglicana) de Santa Maria do Filão e receberam da Sra. Raikes um xelim e uma fatia de um grande bolo de ameixa cada um. Quando Raikes faleceu, quatrocentos mil alunos estavam matriculados nas diversas escolas dominicais britânicas. Nesse ano ocorreu a divisão em classes, possibilitando alfabetização de adultos. John Wesley e o Movimento da Escola Dominical John Wesley (1703-1791) também foi uma grande força por detrás da propagação do Movimento de Escola Dominical. Ele chegou a dizer que “encontro estas escolas aonde quer que eu vá”. Essa declaração foi publicada no Diário de Gloucester em julho de 1784. A Igreja Metodista da Inglaterra, fundada após sua morte, deve muito de seu fenomenal crescimento às Escolas Dominicais das Sociedades Metodistas da Igreja da Inglaterra, estabelecidas por Wesley, entre outros, na Inglaterra e nos Estados Unidos. A Primeira Escola Dominical na América Nos Estados Unidos, a primeira Escola Dominical reconhecida foi a escola bíblica fundada por William Elliot em 1802. Ela funcionava em sua fazenda aos domingos à tarde. Mais tarde, foi transferida para a Igreja (Anglicana) de Oak Grave, no condado de Accomac, Virgínia. No começo do século XIX, foram fundadas muitas escolas dominicais nos mais diversos lugares dos Estados Unidos e o crescimento delas foi nada menos que fenomenal. Várias uniões formais de Escolas Dominicais foram organizadas, para ensino tanto de crianças quanto de adultos. Não demorou para que as Igrejas Evangélicas entendessem que era necessário ensinar a Bíblia a seus membros, em regime semanal, o que poderia ser feito, através da Escola Dominical. Em 1824, a União Americana de Escolas Dominicais contava com escolas em dezessete dos trinta e quatro estados americanos então existentes. Mesmo assim, a Escola Dominical continuava nas mãos de leigos em sua maioria, embora já contassem com profissionais do magistério então. A Escola Dominical no Brasil A Igreja Metodista trouxe a Escola Dominical para o Brasil. Em 1836, o Rev. Justin Spaulding organizou no Rio de Janeiro, entre estrangeiros, uma congregação com cerca de 40 pessoas e em junho abriu uma Escola Dominical com 30 alunos, dos quais alguns eram brasileiros, ensinados na sua própria língua. Mas o espírito de Raikes, em criar um “instituto bíblico infantil”, somente surgiu dezenove anos mais tarde, através do casal de missionários escoceses independentes, Robert e Sarah Kalley. Eles são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram aquela que é considerada a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não foi grande: apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florescesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Evangélica Fluminense, marco da Igrejas Evangélicas Congregacionais no Brasil. Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio (Colégio Opção, R. Casemiro de Abreu - segundo informações da Igreja Congregacional de Petrópolis). Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra. O programa de disciplinas das EBD é geralmente determinado pelo departamento de educação e pode envolver estudo sistemático de livros bíblicos, bem como fundamentos doutrinários ou temas relacionados com grupos específicos, como classes para casais, para adolescentes, para novos adeptos ou para catecúmenos; sempre baseados em fundamentos bíblicos. Currículo Evolução no Currículo e nos Métodos No começo do movimento, ensinava-se às crianças a ler e a escrever, e então a Bíblia lhes era ensinada com proveito. Essa função foi sendo abandonada, à medida que as escolas públicas se foram ocupando da alfabetização. Assim, a Bíblia tornou-se, virtualmente, o único material exposto na Escola Dominical, contando o dinheiro recolhido e quantos alunos frequentam, divididos por classes, a Escola Dominical. Entrementes, a educação religiosa tem assumido um escopo mais amplo, e escolas regulares têm-se tornado uma das funções de muitas igrejas. Isso tem feito a Escola Dominical tornar-se mais especializada. Várias denominações têm uma literatura especial (revistas), bem como alguma forma de apresentação sistemática de estudos bíblicos. Em algumas escolas também são debatidos temas seculares sob a ótica doutrinária de cada denominação. Antigas revistas de escola dominical utilizadas pela Assembléia de Deus Os métodos didáticos utilizados são os comuns a outras práticas educativas: de acordo com a faixa etária da classe são utilizados elementos como vídeo, esquetes, marionetes, música, além das tradicionais brochuras com 13 lições que giram em torno de um tema central e que são utilizadas em praticamente todas as escolas dominicais, sendo geralmente produzidas por uma editora vinculada à própria denominação. Objetivos da Escola Dominical Evangelização - Fornecer aos novos convertidos e a membros da igreja estudo bíblico. Santificação - Ensinar os fiéis a viverem de acordo com os princípios bíblicos defendidos pela denominação. Serviço - Preparar e incentivar os membros a servir ao Senhor de diferentes formas: evangelizando, apoiando os enfermos e necessitados enfim trabalhar na obra tendo amor por ela e assim alcançar almas para o reino. Organização A distribuição de departamentos e classes geralmente se faz em função da idade e do gênero dos alunos. Na maioria das igrejas protestantes há pelo menos 3 turmas infantís (por exemplo: uma turma de 1 a 3 anos, outra de 4 a 7 anos e mais uma de 8 a 11 anos) somadas a uma turma de adolescentes (para alunos entre 12 e 18 anos), uma turma de jovens (que geralmente aceita fiéis até 30 ou 35 anos e em geral não recebe casados). Os casados e adultos maiores de 30 anos geralente são divididos em duas turmas, de acordo com o gênero, mas também há igrejas que reúnem homem e mulheres casados em uma só turma. Os professores das escolas dominicais são geralmente membros leigos e com larga experiência religiosa. http://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_Dominical































          HOMENAGEM ESPECIAL ÀS CRIANÇAS DE JARDIM GUARATIBA



                   AMANHÃ SERÃO ELES CONTANDO ESTA HISTÓRIA!

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

VIVA O FIM DE SEMANA! - III




Não estejais ansiosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer, ou pelo que haveis de beber; nem, quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Mt 6.25  


Fui pego em uma das coisas contra as quais eu mais prego, a ANSIEDADE!
Quero me desculpar com você que convidei para ver o post comemorativo do dia da ESCOLA DOMINICAL, o DIA DA ESCOLA DOMINICAL é o terceiro domingo de setembro, não o segundo. nas segui o ritmo das outras festas dominicais!
Te agradeço a compreensão e o carinho. semana que vem temos a comemoração!
Ah! aproveitei e fiz uma homenagem aos meus seguidores no Twitter que se apresentam como cantores!






















quarta-feira, 24 de agosto de 2011

VOLTANDO À INFÂNCIA



"Bom Mestre, que farei para alcançara vida eterna?" Mc 10.17


Deus é bom! Deus é bom !!!
Mc 10. 17-22
Bondade é a qualidade daquele que é bom. Há muitas coisas, ações, atitudes e pessoas que classificamos como bom. Esta classificação nos passa a impressão de que é bom, mas que sempre pode melhorar. E de fato é verdade, principalmente quando falamos de pessoas, pois o que é bom para uns não é bom para outros.
No Evangelho de Marcos há um jovem rico que ao se aproximar do Mestre o chama de bom e é rapidamente corrigido pelo Mestre que não aceita este título, pois somente Deus é bom. A bondade é um dos atributos de Deus e tudo que Ele faz é bom.
Assim como o jovem rico somos desafiados a nos despojar de tudo que temos para poder viver a bondade e não apenas ser sabedor de Sua bondade.
Quando confiamos nas coisas palpáveis e perecíveis deste mundo como dinheiro, poder, conhecimento, não conseguimos usufruir toda bondade que a nós esta destinada.
Vender tudo que temos muitas vezes não seria muito difícil se pudéssemos guardar um pouco. Entretanto ter que doar esse é o grande desafio do jovem. Abrir mão de tudo, não ter reservas para caso algo de errado ou não satisfaça. É viver pela fé e da fé que ainda que falte o pão Deus é bom, ainda que falte o abrigo Deus é bom, ainda que falte a saúde Deus é bom, ainda que faltem os amigos, família Deus é bom, pois ainda que tudo falte Ele continuará a ser bom pois ainda assim sei que Ele não me falhará.
Logo, para viver a bondade do Deus que é bom, se faz necessário crer e confiar que Ele nos cercará com seu cuidado e provisão e que a sua bondade e misericórdia certamente nos seguirão todos os dias de nossas vidas, porque Deus é Bom!
Então abra os lábios e cante esta canção... e sinta toda a bondade do Deus que é Bom!!!

(Texto da Revda Lutermar Alves de Oliveira Ramos)

DEUS É BOM PRA MIM!
Deus é bom pra mim
Deus é bom pra mim
Feliz eu sou
Cantando eu vou
Deus é bom pra mim

Deus é bom pra mim
Deus é bom pra mim
Seguro estou
Com Ele eu vou
Deus é bom pra mim






quinta-feira, 11 de agosto de 2011

HOMENAGEM ESPECIAL ÁLVARO TITO

ÁLVARO TITO

A história de Álvaro Tito confunde-se com a história da música gospel. Apesar de ter aparecido ao público no começo da década de 80, pela extinta gravadora Desperta Brasil, Álvaro já trazia na bagagem diversos troféus amealhados dos concursos musicais patrocinados pelas igrejas, durante a fase criança-adolescente. 
Um detalhe singularíssimo é que, enquanto os outros candidatos participavam com músicas consagradas pelos medalhões de então, o garoto Álvaro inscrevia-se (e ganhava) cantando canções de sua autoria, tais como O Amor de Deus (incluída mais tarde no long-play Deus Está Aqui, lançado pela Nancel Produções) e Meu Refúgio (CD Cenas, pela Som e Louvores). 
Seu primeiro trabalho foi Meu Ser para Cristo, uma canção autoral, vindo em seguida Deus Transforma (Edson Coelho). Mas foi com o inusitado disco Não Há Barreiras, feito em 1986, pela antiga multinacional Polygram (hoje Universal Music), que Álvaro Tito alcançou, definitivamente, a projeção nacional. 
Um fato marcante em sua carreira é que, a partir do LP Não Há Barreiras, o próprio Álvaro arranjava e produzia musicalmente seus fonogramas, além de executar a bateria. Na época isso trouxe um quê de resistência aos diretores da Polygram, pois, sendo ainda a música gospel brasileira olhada com certa reserva pela mídia pop, como creditar a um rapaz de 16 anos, imberbe, a batuta de uma produção fonográfica daquela envergadura? 
No entanto, o resultado que o disco trouxe à carreira de Álvaro Tito fala por si. Posteriormente vieram mais de dez obras, entre o vinil e o compact disc, que confirmaram, insofismavelmente, o talento do autor/cantor e acabaram por influenciar vários intérpretes que vieram depois dele. Ainda como marca indelével deste sucesso estão as inesquecíveis Pelo Sangue de Jesus (autoral) e Não Há Barreiras (Elvis Tavares). 
Álvaro Tito costuma fazer, em suas produções, um verdadeiro passeio rítmico, que vai da inclusão de baladas, reggaes, salsas, guarânias, soul, até inserções jazzísticas (vale a pena conferir Quem Te Salvará, do CD Levanta-te, numa levada à lá Al Jarreau). Enfim, ele abusa da versatilidade. 
A fama de excelente intérprete já rompeu os muros da gospel music, acarretando em convite, certa vez, para atuar como cantor popular, o que foi, prontamente, rejeitado por Álvaro Tito. Registre-se que, recentemente, o cantor Chrigor (ex-Exaltasamba) gravou CD solo incluindo uma música de Álvaro, comprovando sua transcendência musical.

Biografia enviada por Elizabeth em 22/4/2009

NÃO HÁ BARREIRAS

Sei que os problemas vão surgir
Sei que provações virão
Põe a tua fé no intercessor que é Jesus
Que sempre te estende a forte mão
Sei que as muralhas do temor
Hão de intimidar teu ser
Mas põe a tua fé no intercessor que é Jesus
E as barreiras tu irás romper
Pois não há barreiras
Para aquele revestido do poder
Que vem de Deus
Destruindo todo mal e dor
As mais altas barreiras
Tu irás transpor
Sei que não há nada
Nem ninguém
Que consiga separar (separar)
Um cristão de Deus
E de uma vida mais além
No céu onde os temores vão cessar
É intransponível esse amor
Que Jesus tem pelos seus
Dando o livramento em plena luta
Em plena dor
Jesus é o nosso grande intercessor
Pois não há barreiras
Para aquele revestido do poder
Que vem de Deus
Destruindo todo mal e dor
As mais altas barreiras
Tu irás transpor