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sábado, 25 de junho de 2011

E você, o que pensa de Cristo?





Disse-lhes ele: E vós, quem dizeis que eu sou? Mt 16.15


Letra e Música: Charles Frederick Weigle (1871-1966)
Charles Frederick Weigle nasceu em 20 de Novembro de 1871 em LaFayette, Indiana, na família de um padeiro alemão luterano temente a Deus e sua esposa. Um dentre doze filhos, cinco meninos e sete meninas, o jovem Charles acostumou-se a ouvir seu pai orar e, a cada manhã antes do desjejum, a leitura da Bíblia era observada, nos momentos de adoração da família.
Quando Charles tinha doze anos, a Igreja Metodista de Lafayette realizou uma série de reuniões de reavivamento. Um grande número de seus amigos e colegas de brincadeiras se convenceram e foram à frente durante o curso das reuniões. Isto deixou uma forte impressão sobre o jovem Charles. Embora ele tenha resistido mais do que a maioria dos outros, certa noite uma forte conscientização de que ele estava perdido veio sobre ele e Charles converteu-se.
Conforme crescia, seu profundo interesse pela música levou-o a freqüentar o Conservatório de Música de Cincinnati, onde recebeu o treinamento que posteriormente o ajudou em seu ministério. Charles não apenas tornou-se um pregador inspirado, mas também era um talentoso compositor, tendo escrito mais de 1.000 melodias.
A melodia mais famosa de Charles Weigle, “O Que Penso de Meu Mestre”, foi o produto de um dos mais tenebrosos períodos de sua vida. Ele passou a maior parte de sua vida como um pregador itinerante e autor de canções evangélicas. Um dia, depois de voltar para casa, após uma cruzada evangélica, encontrou um nota deixada por sua esposa de muitos anos. A nota dizia simplesmente que ela (que era de uma família rica) estava farta de ser a esposa de um evangelista itinerante e que o estava abandonando.
Mais tarde, ele disse que durante vários anos seguintes sentiu-se tão desanimado que pensou até em suicídio. Ele até mesmo se perguntava se alguém realmente se preocupava com ele, mas após algum tempo sua fé foi restaurada e ele sentiu-se novamente ativo na causa de Deus. Logo sentiu-se impulsionado a escrever um cântico que seria um resumo de sua triste experiência passada.
De um coração que havia sido quebrado vieram estas palavras que Deus deu para confortá-lo.

O Que Penso de Meu Mestre
1. Vou contar-vos o que penso de meu Mestre,
   Como dEle recebi a luz e a paz;
   El' mudou-me, eu bem sei, completamente;
   Só Jesus a minha alma satisfaz.

CORO: Sempre cuidará de mim, meu Mestre,
      Com desvelo e compaixão sem fim!
      Nenhum outro tira a culpa do pecado.
      Oh! como Ele ama a mim!

2. Com a vida toda cheia de pecado,
   Na miséria e com dor no coração
   El' me ergueu com braços fortes de ternura, 
   Deu-me vida, deu-me paz, consolação.

3. Cada dia Ele vem, com segurança,
   Mais e mais me revelar o Seu amor;
   Como anelo compreender completamente
   Esse dom tão divinal, restaurador!

4. Meu maior desejo agora é honrá-Lo,
   Proclamar o que Ele fez pra me salvar;
   E cantando esse amor inigualável,
   Quero a Deus a minha vida consagrar.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

CONTA-ME A VELHA HISTÓRIA


Porventura não ardia em nós o nosso coração quando, pelo caminho, nos falava, e quando nos abria as Escrituras? Lc 24:32

Letra: Arabella Katherine Hankey (1834 - 1911)
Música: Willian Howard Doane (1832 - 1915)
Este magnífico cântico foi traduzido para quase todas as línguas. Porém, somente tornou-se famoso depois que o Dr. W. H. Doane escreveu a melodia para ele. O grande Ira D. Sankey foi um dos que grandemente contribuíram para aumentar sua popularidade.
Arabella Katherine Hankey nasceu em Clapham, Londres, Inglaterra em 1834. Era ativa na Escola Dominical e no trabalho da desde seus primeiros anos. A evidência de seu profundo interesse e solicitude pelos outros pode ser vista imediatamente. Por exemplo, antes de atingir os vinte anos de idade, Kate dirigiu uma grande classe bíblica para moças. Afeiçoou-se tão profundamente às suas alunas que por mais de cinqüenta anos manteve contato com muitas delas. Muitas vieram de grandes distâncias para assistir ao seu funeral - cinqüenta anos depois de haver lecionado para elas.
A letra deste hino é parte de um longo poema intitulado "A Velha, Velha História", escrito em 1866. A primeira parte é um poema de cinqüenta estrofes, intituladas "A História Desejada", com data de 29 de janeiro de 1866. A segunda parte é intitulada "A História Contada", com data de 18 de novembro de 1866. A autora contraiu uma grave enfermidade pouco antes de compor o poema e passou os longos dias de convalescença escrevendo o poema.
A srtª Hankey conta: - “Escrevi a primeira parte perto do fim de janeiro de 1866. Estava adoentada naquele tempo, justamente me restabelecendo de uma severa enfermidade, e a primeira estrofe indica realmente meu estado de saúde, pois estava completamente fraca e cansada. Quando escrevei a primeira parte, eu o pus de lado, e apenas no mês de novembro do mesmo ano completei o poema todo.”
Sobre a música, Doane escreveu: - “Em 1867 eu estava assistindo à Convenção Internacional da Associação Cristã de Moços, em Montreal. Entre os presentes estava o Major General Russell, comandante da forças inglesas no levante Feniano. Ele se levantou na reunião e leu as palavras deste cântico de uma folha de papel almaço: lagrimas rolaram-lhe pelas faces bronzeadas. Escrevi a música para o cântico numa tarde de calor, viajando numa diligencia entre 'Glen Falls House' e 'Grawford House' nas Montanhas Brancas. Nessa mesma tarde cantamo-lo na sala de visitas do hotel, Nós o achamos lindo, embora não pudéssemos antever a popularidade que lhe seria atribuída posteriormente.”
Este cântico é verdadeiramente a história do Evangelho e tem tocado inúmeros corações através dos anos, com sua pura beleza de expressão e conteúdo de verdade. Prestamos homenagem à senhora que escreveu as palavras e ao homem que as musicou tão belissimamente.
Não é a primeira história desta maravilhosa autora que tratamos aqui. Mas é igualmente bela e cheia de significado para mim.
Na minha infância, na casa de me avo maternos, tínhamos de forma rotineira, mas muito aprazível, a prática do culto doméstico e, esse hino, por diversas vezes era cantado pelo meu avô.
Parece que ainda o vejo escolher, quase que automaticamente, este hino para cantarmos em meio a estes cultos.
A saudade me invade só de lembrar!
Deleite-se dele.

CONTA-ME A VELHA HISTÓRIA
Conta-me a velha história
Do grande Salvador;
De Cristo e sua vida,
De Cristo e seu amor.
Com pausa e paciência,
Pois quero penetrar
A altura do mistério:
Que Deus me pode amar.
     Conta-me a velha história,
     Que fala ao coração,
     De Cristo e sua gloria,
     De Cristo e seu perdão!
Fala-me com doçura
Do amado Redentor,
A mim, que tanto sofro
Por ser um pecador.
Querendo consolar-me,
Em tempo de aflição,
Oh! Conta a velha história
Que alegra o coração!
Se o brilho deste mundo
Toldar do eterno a luz,
Oh! Narra com ternura
A história de Jesus!
E quando, enfim, a aurora
Do mundo-além raiar,
Recorda a velha história:
Que Deus me quis salvar!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

A VELHA CRUZ

Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.(Ap. 3:11)




Um pouco da vida do autor

Autor e compositor deste hino, um dos mais amados no mundo inteiro, estava de volta de uma série de conferências evangelísticas nos Estados de Michigan e Nova Iorque, EUA. Estava passando por uma dura provação. Começou a refletir seriamente sobre o significado da cruz, e o que o apóstolo Paulo queria dizer quando falou da "participação dos seus sofrimentos" (Filipenses 3:10). Enquanto Bernnard meditava sobre estas verdades, "se convenceu de que a cruz era muito mais do que um símbolo religioso, era o coração do evangelho." Foi neste tempo que este hino nasceu.

Bernnard conta a história:
"A inspiração me veio em um dia em 1913, enquanto estava em Albion, Michigan, EUA. Comecei a escrever Rude Cruz. Compus a melodia primeiro. A letra que escrevi estava imperfeita. As palavras completas do hino foram postas [mais tarde] no meu coração em resposta à minha própria necessidade. Pouco tempo depois, em 7 de junho, apresentei o hino numa conferência em Pokagon, Michigan."

Bennard tinha razão. A cruz é o coração do evangelho, e Deus usou o sofrimento deste seu servo para abençoar o mundo até hoje.
George Bennard, filho de um mineiro, nasceu em Youngstown, Estado de Ohio, em 4 de fevereiro de 1873. Pouco tempo depois, a família mudou-se para o Estado de Iowa. Foi na cidade de Lucas que George se converteu numa reunião do Exercito da Salvação. Desejou profundamente estar a serviço do Senhor. Aos dezesseis anos, com a morte do seu pai, tornou-se o único sustento da sua mãe e quatro irmãs. Tornou-se impossível adquirir mais educação formal, mas George entrou nas fileiras do Exército da Salvação e através do seu próprio estudo e do convívio com pastores aprofundou-se na Palavra. Mudou-se com a família para Ilinois, e mais tarde se casou. Ali o casal trabalhou lado a lado na liderança do Exército da Salvação. Após alguns anos, deixando este trabalho, Bennard foi consagrado ao ministério, e começou quarenta anos frutíferos de evangelismo no norte dos Estados Unidos e no Canadá.
Bennard escreveu mais de trezentos hinos, mas será lembrado especialmente por este. Em 9 de outubro de 1958, aos 85 anos, depois de levar fielmente sua cruz. George Bennard trocou-a por "uma coroa".
O nome da melodia, OLD RUGGED CROSS, (Velha Rude Cruz) provém do título do hino que por muitos anos foi considerado o gospel hymn predileto do povo americano. O missionário F. A. R. Morgan traduziu este hino em 1924.
Bibliografia: Wyrtzen Donald John, in: Osbeck, Kenneth W. , 101 More Hymn Stories, Grand Rapids, Mt, Kregel Publications, 1985, p. 317.
fonte: http://reieterno.sites.uol.com.br


RUDE CRUZ

Rude cruz se erigiu,
Dela o dia fugiu,
Como emblema de vergonha e dor;
Mas contemplo esta cruz,
Porque nela Jesus
Deu a vida por mim pecador.

Sim eu amo a mensagem da cruz
Té morrer eu a vou proclamar
Levarei eu também minha cruz
Té por uma coroa trocar

Desde a glória dos céus,
O cordeiro de Deus,
Ao calvário humilhante baixou;
Essa cruz tem prá mim
Atrativos sem fim,
Porque nela Jesus me salvou

Nesta cruz padeceu
E por mim já morreu,
Meu Jesus para dar-me
O perdão;
E eu me alegro na cruz,
Dela vem graça e luz
Pra minha santificação

E eu aqui com Jesus,
A vergonha da cruz
Quero sempre levar e sofrer;
Cristo vem me buscar, e com Ele , no lar,
Uma parte da glória hei de ter