sábado, 7 de maio de 2011

FELIZ DIA DAS MÃES 2011

Então disse Maria: "Minha alma engrandece ao Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, pois atentou para a humildade da sua serva. De agora em diante, todas as gerações me chamarão bem-aventurada, pois o Poderoso fez grandes coisas em meu favor; santo é o seu nome. Lc 1:46 – 49

Ao contrario do calendário litúrgico o calendário comercial (incluso no calendário civil) trás datas que machucam e ferem as pessoas com lembranças e sentimento que, na verdade, deveriam surgir em meio a alegrias ou boas e serenas recordações.

O calendário litúrgico nos lembra em suas marcas que todos os dias o Senhor Jesus nasce, celebra a Ceia, morre por nós e ressuscita, e nos faz compreender a mensagem do amor de Deus.

O calendário comercial quer que você consuma, não porque este ou aquele dia você deva expressar o seu amor por uma pessoa amada mas porque, se você não faz isso nesta data você não ama.

O comércio não está nem ai para o nascimento de Cristo ou sua ressurreição, mas, sem o presentinho daquela loja ou sem um bombom daquela outra bomboniere você não consegue expressar o seu amor.

O comercio tem dia da mãe, mas jamais vi eles fazendo campanha para explicar o que é ser mãe/pai/filho sábios. Sabem que presentear é gesto de amor mas, será que eles sabem o que é o tal de amor?

O comércio sabe o que é bom pra você, mas não sabe dizer quem te faz bem.

Cresci ouvindo, insistentemente, minha mãe dizer coisas como:

- Dia de mãe é todo dia! Ou

- Gerar um filho não faz da mulher uma mãe, isso qualquer animal e até chocadeira faz. O que faz uma mãe é carinho, cuidado atenção ou, se quiser simplificar, basta dizer só, amor.

Dia da mãe é o dia em que eu honro minha mãe!

Dia da mãe é o dia em que eu a obedeço!

Dia da mãe é o dia em que respeito os mais velhos e dou atenção e carinho as crianças!

Mãe é quem cria, dizem muitos.

Mãe é quem educa, falam outros.

Mãe é a face mulher do Deus Todo Poderoso, a Shekináh!

Mãe é você! Mãe sou eu!

Que neste segundo domingo de maio você, que é mãe e já não tem filho, você que é filho e já não tem mãe, você pai que é uma mãe, você homem que cria e educa e nunca foi chamado de pai nem de mãe, enfim, você homem ou mulher que hoje diz não ter o que comemorar, comemore a vida. Louve a Deus por ter sido educado e alimentado e cuidado por Deus com a ajuda de outro ser humano que lhe dedicou algum tempo.

Que hoje você tire algum tempo para orar por aqueles que hoje choram suas mães e seus filhos.

Que a Shekináh de Deus cubra sua vida como um manto suave, que Ela te conforte e dê paz!






terça-feira, 3 de maio de 2011

Jesus, Pão da vida



E Jesus lhes disse: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede. João 6 : 35



Um Pouco de História - Hino "Jesus, Pão da vida" Rev. Paulo Dias Nogueira

Enquanto, ó Salvador, Teu livro eu ler, Meus olhos vem abrir; pois quero ver Na mera letra, além, o que, Senhor, Nos revelaste em teu imenso amor. À beira-mar, Jesus, partiste o pão, Satisfazendo ali a multidão. Da vida o Pão és Tu; vem, pois, assim, Nutrir-me até entrar no céu, enfim.

Queridos irmãos e irmãs Graça e Paz!

Gostaria de compartilhar com todos vocês a história de um hino muito utilizado em nossas liturgias antes da proclamação da Palavra. Trata-se do Hino nº 141 do Hinário Evangélico, intitulado: “Jesus, Pão da Vida”. Sua autora foi Mary Artemisia Lathbury (1841-1913). Era filha do pastor metodista Rev. John Lathbury e tinha dois irmãos, também pastores metodistas.Logo cedo revelou seus dotes para a poesia e o desenho, tornando-se professora de artes. No ramo literário foi redatora de vários jornais e revistas, inclusive na publicação de periódicos para o Instituto Bíblico de Chautauqua.

Compartilhando sobre como chegou a desenvolver os seus dons no serviço religioso, ela afirma ter ouvido o Senhor lhe dizer: “Lembra-te, minha filha, de que tens o dom de tecer a imaginação em versos e o dom de, com o lápis, reproduzir imagens que te vêm ao coração. Consagra tais virtudes inteiramente a mim, como fazes com o mais íntimo do teu espírito”.Foi depois de ouvir estas palavras que dedicou o seu talento ao serviço do Senhor.

Entre os vários cursos oferecidos pelo Instituto Bíblico de Chautauqua, predominava o do estudo bíblico. Sentindo, o Dr. Vincent, a necessidade de um hino, especial relacionado àquela matéria, solicitou à Srta. Lathbury, sua auxiliar, que o escrevesse. Ela o atendeu e, durante o verão de 1877, compôs “Enquanto, ó Salvador, Teu livro eu ler”. O hino é baseado no milagre da multiplicação dos pães e dos peixes, operado pelo Senhor para alimentar a multidão cansada e faminta que O cercava junto ao mar da Galiléia. É uma prece ao Senhor suplicando-lhe que conceda a visão para enxergar o sentido profundo das Santas Escrituras “além da mera letra”!

O tradutor deste hino para o português foi o irmão. Henry Maxwell Wright (1849-1931). Ele contribuiu grandemente para a hinologia brasileira, pois escreveu cerca de 151 hinos e 42 coros, muitos dos quais constam no Hinário Evangélico. Este hino é cantado com a música “Bread of Life” (Pão da Vida), de autoria do Sr William Fisk Sherwin (1826-1888).Louvado seja Deus pelas vidas de nossos irmãos: Mary Artemisia Lathbury, Henry Maxwell Wright e William Fisk Sherwin que nos proporcionaram a oportunidade de cantar este belo hino. Que possamos com verdade e fé, entoar este belo hino ao Senhor, colocando-nos à disposição dos desafios proclamados por Sua Palavra. Mais que uma bela música, que esta seja a oração de um povo submisso ao Senhor. Que Deus nos abençoe!.

FONTE: Boletim "Mensageiro" - Catedral Metodista de Piracicaba

FONTE: http://5re.metodista.org.br/conteudo.xhtml?c=9693

Rev. Paulo Dias Nogueira Pastor Titular da Igreja Metodista Central de Piracicaba


141 - Jesus, Pão da Vida
Enquanto, ó Salvador, teu livro ler,
Meus olhos vem abrir, pois quero ver,
Na mera letra, além, o que, Senhor,
Nos revelaste em teu imenso amor.

À beira-mar, Jesus, partiste o pão.
Satisfazendo ali a multidão;
Da vida o Pão és tu: vem, pois, assim,
Nutrir-me até entrar no céu, enfim.

Henry Maxwell Wright


para ouvir esta maravilhosa musica visite o link abaixo