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sexta-feira, 19 de julho de 2013

UM EVANGÉLICO INFILTRADO NA JMJ – (1° dia de peregrinação) EU!

Era cerca das 13:10h quando cruzei a Presidente Vargas em direção ao Sambódromo,. Eu havia perdido o prazo de minha inscrição pela internet e tinha de ir até lá para fazer a inscrição e retirar o “Kit do Peregrino”.
O termômetro da Presidente marcava 34° e o sol mostrava suas armas, apesar de estarmos em pleno inverno, e no Sambódromo o concreto fazia ferver tudo que ousasse permanecer ao sol.
Levou cerca de 40 minutos para que eu fizesse minha inscrição e recebesse meu Kit, já que sou morador da Cidade optei pelo mais básico que dá direito a assistir a Vigília e a Missa de envio, no dia 28 de julho.
Mas, apesar de todos os contratempos, posso testemunhar que, há muito tempo, nem mesmo nas igrejas evangélicas pelas quais tenho passado, fui tão bem acolhido e tratado.
Não faltavam sorriso, facilitações, e desejos de boa jornada.
O sol causticante não tirava o bom humor dos estrangeiros, vindos de dentro e de fora do Brasil inteiro.
Foi curioso ver jovens, de todas as idades, cantando e dançando naquele imenso calor.
Foi gostoso ver tanta euforia e tanta paz.
Havia muitos “voluntários” e “sacerdotes” (para mim era uma só coisa) sempre alegres, esbanjando felicidade e contentamento por estarem servindo uma causa tão especial, mais que isso, fazendo um serviço único com o objetivo de cumprir um mandado do Senhor.

IDE FAZEI DISCIPULOS DE TODAS AS NAÇÕES!




quinta-feira, 11 de abril de 2013

40 DIAS COM DEUS - AS 4 ESTAÇÕES - OUTONO - DIA 40

O outono é a unica estação do ano que vem com uma mochila vazia.
Mas, o que isso quer dizer?
No outono as folhas mudam de cor, o céu muda de cor, o brilho do sol é diferente, os "desastres" naturais são mais intensos, enfim, a natureza parece avisar que é hora de mudança.
"-Se você não quer ter que encarar o inverno, pegue sua mochila agora!" Avisa o outono.
Quantos são os avisos do outono em nossas vidas e quantos desprezamos.
Quantas boas oportunidades de mudanças mas, preferimos encarar o frio e a solidão do inverno.
Que hoje o Senhor seja seu rumo certo para fugir do inverno ou, melhor ainda, seja seu refugio seguro e bem abastecido se o inverno chegar muito depressa.

quinta-feira, 21 de março de 2013

QUARENTA DIAS COM DEUS - DIA 20 - PRIMAVERA


PRIMAVERA






As coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.
IICo. 5.17 

Enfim chegaram os primeiros raios de sol mais aquecidos começam a vencer a neve, as chuvas são brandas e, nos campos, as folhagens começam a brotar.
Hoje, bem cedo, uma revoada de pássaros anunciava que acabou o tempo da dormência e, como num fim de guerra, é tempo de reconstruir a vida, e repovoar a terra, de espalhar a semente. É tempo de cantar outra vez!
Primavera é o recomeço da vida, a Páscoa das estações, o ressurgir de uma esperança.
Que hoje haja em você esperança de que, por mais doloroso que tenha sido o seu inverno, há um amanhã de paz, amor e alegria.
Que você tenha em estoque muitas sementes de flores belas, de frutos bons.Espalhe sem medo, Deus é contigo!

quarta-feira, 13 de março de 2013

40 DIAS COM DEUS - DIA12 - AS 4 ESTAÇÕES - INVERNO





" há tempo para todo o propósito debaixo do céu. Ec. 3:1"
Cada estação do ano tem suas características e peculiaridades e, muitas vezes esquecemos o quanto estas características fazem parte de nosso dia a dia.

O inverno é marcado por um tempo de estio, de dias curtos e de frio.

Em grau extremo, o inverno é marcado por nevascas.

É quando nos sentimos mais carentes do carinho e do consolo de uma companhia que nos dê o calor e a esperança de dias melhores.

No inverno não adianta plantar, não há o que colher.

No inverno o melhor é fazer como os ursos, encontrar um lugar ao abrigo do frio, e esperar.

Se, neste momento, a tua vida vem sofrendo nevascas, se o teu abrigo está frio e se a solidão é a única companhia que você tem, saiba que Deus já preparou a tua festa num dia em que tudo será só Luz e fartura.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

A PORTA DA SALVAÇÃO

SARAH POULTON KALLEYUm Retrato de MulherNeste ano em que a Igreja Evangélica Presbiteriana de Portugal comemora 160 anos da formação da sua primeira igreja, na Ilha da Madeira e por isso se fala sobre o missionário escocês Robert Reid Kalley, que a organizou, achei por bem escrever algo sobre a sua Segunda esposa que tão importante foi na vida deste homem, tendo-me socorrido de um artigo biográfico publicado pela Biblioteca da Igreja Fluminense.O Dr. Kalley foi casado com uma senhora que se chamava Margareth que faleceu com tuberculose. Sarah foi a Segunda esposa e a história desse amor começou no Médio Oriente.Sarah Poulton Wilson nasceu em Nottingham a 25 de Maio de 1825. A sua mãe morre quatro dias depois do seu nascimento. O seu pai chamava-se William Wilson e a sua mãe Sarah Morley. Ela era irmã de Samuel Morley membro do parlamento na Inglaterra.Com um pai jovem a pequenina Sarah necessitava de uma mãe por isso o seu pai voltou a casar com Eliza Read e outros filhos nasceram. A esposa era doente e por isso tiveram que se mudar para outro lugar, Torquay. Apesar do pai Ter casado e Ter constituído outra família, Sarah viveu algum tempo em casa da sua avó paterna, não muito longe do resto da família para estudar e entrar no internato, em Camberwell, ao sul de Londres.Passou seis anos nesse colégio e era vista como uma menina alegre. Foi uma aluna brilhante e tornou-se uma boa pianista, pintora, poetisa e poliglota (domínio de diversos idiomas). O tempo que passou no colégio preparou-a para a vida como mais tarde vem a demonstrar. Tinha muita habilidade para ensinar e seu pai que era superintendente de Escola Dominical dá-lhe uma classe de rapazes, na capela que ele tinha construído em Torquay (naquele tempo não havia classes de rapazes e raparigas, estavam separados). Isso não lhe chega e por isso inicia um curso nocturno para os rapazes que trabalhavam de dia, dando a esses jovens conhecimentos gerais, nunca os perdendo de vista. Saliento três nomes desses alunos e o que eles foram na vida: William Cooksley foi Pastor da Igreja Congregacional, Jame Hamlym foi capitão numa companhia de navios nas Índias Ocidentais, Will Deatron Pitt foi o primeiro a ir para o brasil para ajudar o casal Kalley e mais tarde tornou-se Pastor Presbiteriano.A família de Sarah era descendente dos huguenotes – cristãos reformados que viviam em França nos séculos XVI e XVII. Estes cristãos eram perseguidos ferozmente e são ainda hoje lembrados pela terrível carnificina conhecida como “a noite de S. Bartolomeu”. Aproximadamente 200.000 huguenotes fugiram para os países mais perto da França: Suiça, Holanda e Alemanha e a família de Sarah fugiu para Inglaterra. Estabeleceram-se na cidade onde ela nasceu, assim com Torquay e Mansfield. Dedicaram-se à indústria têxtil.No ano de 1851, o seu irmão Cecil Wilson que estava tuberculoso foi enviado para o Egipto para se recuperar.Tal não aconteceu e o pai juntamente com o outro filho Henry e Sarah foram encontrar-se com ele em Beirute. Outra finalidade da viagem era a de encontrarem o Dr. Robert Reid Kalley que em 1851 perdera a sua esposa com a mesma doença. A esperança do pai de Sarah estava depositada neste médico, que depois de examinar o doente, dado o seu estado avançado de tuberculose, declarou a sua impotência para reverter a situação. Deste encontro resultou mais do que o diagnóstico do Dr. Kalley. O irmão de Sarah faleceu, mas o médico, que não lhe era totalmente desconhecido – pois ouvira falar dele e sobre o seu trabalho que tinha feito na ilha da Madeira, inclusive as perseguições por causa do Evangelho – impressionou muito esta jovem. Deste encontro nasceu o amor que os uniu até ao fim das suas vidas. O casamento de Sarah com Robert foi muito pensado por ela. Diz o seu irmão John que durante o noivado os dois passaram muito tempo juntos estudando. Casaram-se no dia 14 de Dezembro de 1852.O seu trabalho, ao lado de Kalley, foi fundamentalmente realizado no Brasil. Aí, são também perseguidos: Rio de Janeiro, Petrópolis, Niterói e Pernambuco. Mas Sarah não se deixa intimidar por isso. Para aquela época era-lhe impensável um determinado número de coisas, dada a sua condição de mulher, mas ela não desistiu dos seus ideais. Fundou a primeira Sociedade de Senhoras a 11 de Julho de 1871, com onze senhoras. No que diz respeito à música ela escreveu letras e melodias para muitos hinos quando foi editado pela Igreja Evangélica Fluminense, o primeiro Salmos e Hinos. Quantos hinos nós cantamos sem saber que foram escritos por Sarah Kalley? No Celebrai com Alegria temos muitos conhecidos e que são cantados com regularidade. Falam de vários temas, desde as crianças aos de consagração e outros. Se forem ao índice dos autores e virem as iniciais S.P.K. saberão que foram compostos por Sarah Poulton Kalley. O casal não teve filhos, mas adoptaram duas crianças, um rapaz, João Gomes da Rocha e uma menina, Silvana Azara.Sarah Poulton Kalley faleceu a 8 de Agosto de 1907 na sua casa em Edimburgo (Escócia) e foi sepultada no Dean Cemitery, junto de seu marido.


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

COMO COMEÇAR BEM UM ANO NOVO!





O SENHOR reina; regozije-se a terra; alegrem-se as muitas ilhas. Salmos 97:1
Era o primeiro dia útil do ano e ao chegar a meu local de trabalho tudo estava igual ao ano que findara. Lembro-me de ouvir chefes e colegas se abraçando e desejando feliz ano novo no nosso ultimo encontro, lembro-me de seus desejos e expectativas, lembro-me do que disseram sobre as novidades para este novo ano. Mas, tudo estava como antes! O chefe cobrando prazos e metas, cada um achando que seu setor é mais importante que o outro, todos preocupados com a produtividade do ano e, hoje, ainda é só o primeiro dia. A menina do cafezinho é a única que parece calma. Executa seu trabalho com calma e presteza e antecipa-se aos pedidos. Curioso, convido-a a minha mesa e pergunto-lhe como consegue, apesar do chefe, dos colegas, da vida corrida, da família e dos amigos, mante-se calma? Ele me responde ponderadamente: “Todos os dias, ao chegar ao trabalho, antes de ligar as máquinas e acender o fogo, eu ponho duas xícaras, uma de cada lado da mesa, sento-me de um lado e convido Jesus a sentar-se comigo à mesa e partilhar meu café, converso com Ele sobre a minha noite, minhas expectativas para o dia, convido-O a estar comigo, a me ajudar no controle da ansiedade, a não permitir que eu espere mais do que as pessoas podem me dar e, assim, mantenho-me serena todo o dia. Acredite, é o café mais gostoso que preparo!” Assim, com este testemunho, quero iniciar o meu ano. Jesus, quando eu não tiver forças suficientes para Te convidar para um café comigo, permita-me estar de joelhos para caminhar um pouco mais!

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

EU SOU UM MILAGRE!

Senhor, tu assumiste a minha causa; e redimiste a minha vida. (Lm 3:58)



Fui visitado pela morte algumas vezes, mas nunca pela dor. Não me envergonho de dizer que jamais senti dor tão intensa que me fizesse acreditar no fim próximo.
Com dois meses de idade a morte bateu a porta de minha casa pela primeira vez, hoje eram tantos os colos que me ampararam que só tenho uma certeza, DEUS me escolheu para viver uma história traçada por ELE.
Ainda criança, numa festa junina, que poderia ser de qualquer outro mês frio, já que nos juntávamos à beira de fogueiras com facilidade na infância e adolescência, tive uma intoxicação por comer a casca de um alimento mal assado na brasa. Coisa de criança.
No fim da adolescência outra intoxicação, desta vez foi uma casa de marimbondo (que estavam quietos na mangueira) e caiu em minha cabeça me fazendo parar no pronto socorro, não pelo peso da casa, mas porque eles ficaram aborrecidos comigo e injetaram sua toxina em meu corpo diversas vezes.
Já adulto ela, a morte, continuou me visitando ora num acidente automobilístico, ora num outro de trabalho, flerta comigo, mas sei que DEUS tem tomado conta de mim.
Há sim, por que desta história?
Porque em cada uma destas situações eu vi DEUS e vi resposta d’ELE às orações que se faziam a meu favor.
Sempre fui cercado de intercessores pela minha vida!
Primeiro minha mãe, depois os familiares, depois o pessoal da igreja (FAMÍLIA DADA POR DEUS), depois a esposa, amigos e tantos que nem sei contar (desculpem).
A oração tem movido a mão de DEUS a meu favor todo esse tempo.
Talvez eu não seja tudo que eu gostaria de ser, talvez eu não seja o que DEUS planejou para a minha vida, mas a oração me tem sustentado.
E, neste post, eu queria te convidar a orar. Orar por pessoas que eu conheço, que você conhece, que estejam passando por momentos de dificuldade, dor, aprisionamento espiritual. Pessoas que levantam pela manhã sem objetivo. Pessoas que não tem esperança.
Mas não queria uma oração triste, pois se DEUS responde a oração como eu disse e creio, e se a fé é uma certeza de coisas que não vemos mas cremos que já são, façamos uma oração de agradecimento a DEUS. Sejamos gratos pela resposta d’ELE, ainda que não seja como queríamos, pois TODAS AS COISAS CONCOREM PARA O BEM DOS QUE O AMAM E VIVEM SEGUNDO OS SEUS DESÍGNIOS.



Assim, então, eu AGRADEÇO A DEUS pela vida da LUTERMAR RAMOS, da ANNA GABRIELLA, do JOÃO GABRIEL, da ALCIREMA ESTULANO, da GLAUCIA SILVA, do OSIAS RAMOS, do AUGUSTO SILVA, da ANA FRANÇA, ROBERTA VILAS BOAS, do GUSTAVO, da RAQUEL SILVA, da, ANA BEATRIZ, do CARLOS EDUARDO LEOPOLDINO, do IVALDO SOUZA, da THALITA SANTOS, da VITÓRIA RAMOS, do LUCIANO BISPO, do PAULO CESAR ABREU, do PAULO DE TARSO LOCKMANN, da DANIELE SANTOS, do ANTONI SOUZA, da JAIANE SILVA, da RADIJA OLIVEIRA, da INGRID SILVA, da KAROLAINE BEZERRA, da KAREN SILVA, da MARCELE SILVA, do WILLIAN BEZERRA, do ANDRE SILVA, da KAUANE BEZERRA, do MARCIO, da JOSELIS, da LYDIA DOLIRA, da LEIDA CARDOSO, da JOSEFA APOLINÁRIO, da ÁGATHA VIEIRA, da MYKELY COSTA, do ARTHUR DE ARAUJO, do LUCAS FREITAS, da ALCINÉIA ESTULANO, da MYKCHAELY COSTA, da RENATA KNNUP, da GEYZA, do GABRIEL CARDOSO, do IURY VIEIRA, da ALCINEIDE ESTULANO, da MARGOT OLIVEIRA, do JESSÉ CONSTINO, da ANA CLARA SILVA, do HENRIQUE FERNANDES, do LUTERO ALVES, da SABRINA FREITAS, da HISANI FONSECA, da GRAZIELLE, da EDNA CUSTÓDIO, do ALCINO BENTO DA SILVA, da HELOIZA RAMOS, da ALEXANDRA MORAIS, do MATHEUS MONTEIRO, DA SHIRLEIDE RAMOS, da WANDERLENE SILVA, da SHIRLEIZA RAMOS, do HOSIELCIO RAMOS, da ALDA OLIVEIRA, da MARLENE MOTA, da ALCIDÉIA ESTULANO, da SONIA SALIM. da SONIA SCOZ, do LUIS CARDOSO, da MARY ALONSO, da FETINA CARVALHO, do ALGEMIRO BRITO, da ESMENIA MENDES, da RAFAELA SANTOS, do LUTER ALVES, da MARIA LUCILIA SILVA, da MYKCHAELA COSTA, da MAYARA SOUZA, do MILTON CARDOSO, da SUELY CARDOSO, da MARGARIDA MANSO, da AMANDA SILVA, do DIVINO SILVA, do JOSIMAR CONCEIÇÃO, da MAURINA SANTOS, do MARCOS ADRIANO BARCELOS, da ANDRESSA BARCELOS, do ANTONIO FERNANDES, da JUREMA NASCIMENTO, do ANTONIO NASCIMENTO, do JOSÉ PATRONEL, do GIBSON MENDES, da JULIANA CAVALCANTE, da ANDREZA SILVA, do JOSÉ FIDELIS, da MARIA DA GRAÇA, da FRANCINETE SANTOS, da NITINHA SANTOS, da NICOLE VILAS BOAS, da DANIELA LIMA, da THAYSA SILVA, da LARISSA TIFANI, do CLEITON FRANCO, do MARIO MONTEIRO, da MARIANA GUEDES, da GLAUCIA ESTULANO, da MARIA JOSÉ, da CÉLIA FERNANDES, da ANA BEATRIZ, da vida de quem está lendo agora.

[Salmo de Davi] Exaltar-te-ei, ó SENHOR, porque tu me exaltaste; e não fizeste com que meus inimigos se alegrassem sobre mim.
SENHOR meu Deus, clamei a ti, e tu me saraste.
SENHOR, fizeste subir a minha alma da sepultura; conservaste-me a vida para que não descesse ao abismo.
Cantai ao SENHOR, vós que sois seus santos, e celebrai a memória da sua santidade. Porque a sua ira dura só um momento; no seu favor está a vida.
O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã. Eu dizia na minha prosperidade: Não vacilarei jamais.
Tu, SENHOR, pelo teu favor fizeste forte a minha montanha; tu encobriste o teu rosto, e fiquei perturbado.
A ti, SENHOR, clamei, e ao Senhor supliquei.
Que proveito há no meu sangue, quando desço à cova? Porventura te louvará o pó? Anunciará ele a tua verdade?
Ouve, SENHOR, e tem piedade de mim, SENHOR; sê o meu auxílio.
Tornaste o meu pranto em folguedo; desataste o meu pano de saco, e me cingiste de alegria,
Para que a minha glória a ti cante louvores, e não se cale.
SENHOR, meu Deus, eu te louvarei para sempre. (Salmos 30:1-12)



sábado, 1 de outubro de 2011


ORAÇÃO DO/A IDOSO/A
Bem-aventurados aqueles que compreenderam meus passos vacilantes e minhas mãos tremulas
Bem-aventurados os que levam em conta que meus ouvidos captam as palavras com dificuldade, por isso procuram falar mais alto e pausadamente.
Bem-aventurados os que perceberam que meus olhos já estão nublados e minhas reações são lentas.
Bem-aventurados os que desviam o olhar, simulando não ter visto o café por vezes derramado sobre a mesa.
Bem-aventurados os que nunca dizem “você já contou isso muitas vezes”.
Bem-aventurados os que sabem dirigir a conversa e recordações às coisas dos tempos passados.
Bem-aventurados os que me ajudam a atravessar a rua e não lamentam o tempo que me dedicam.
Bem-aventurados os que compreendem quanto me custa encontrar forças para carregar a minha cruz.
Bem-aventurados os amenizam meus últimos anos sobre a terra.
Bem-aventurados todos aqueles que me dedicam afeto e carinho, fazendo-me, assim, pensar em DEUS.
Quando entrar na eternidade, lembrar-me-ei deles, junto ao Senhor.
Prometa a si mesmo....
Ser forte, de maneira que nada possa perturbar a sua paz de espirito.
Falar de saúde, felicidade e prosperidade, a toda pessoa que encontrar, não por vaidade nem ostentação.
Fazer os seus amigos sentirem que há alguma coisa superior dentro deles.
Olhar para o lado glorioso de todas as coisas, e fazer tudo com otimismo.
Aparecida Ferrer Lopes
Lins, SP.
Publicado no Correio de Lins dias 24 – 25 setembro de 2010
Publicado Voz Missionária setembro-outubro 2011








No dia 27 de setembro comemoramos o Dia Nacional de Atenção a Pessoa Idosa e hoje 01 de outubro, comemoramos o Dia Internacional do Idoso.
Costumo dizer que o meio secular produz uma gama incrível de boa musica gospel.
Eu que já entrei na maturidade, gosto muito de pensar que a música de hoje deve nos conduzir a uma reflecção da vida, da fé e da esperança que dizemos ter em CRISTO e na Sua maravilhosa volta!



sexta-feira, 16 de setembro de 2011

MEU POVO SOFRE POR FALTA DE CONHECIMENTO!





E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8 : 32





História 

Surgiu na Inglaterra, com o propósito de evangelizar crianças que ficavam sem atividade durante os serviços de domingo. Atualmente, esta atividade envolve os membros da congregação, em todas as faixas etárias e acontece em horário diverso ao serviço religioso. No Brasil, a maioria das comunidades adota a EBD matinal e os serviços religiosos vespertinos, mas algumas realizam a EBD horas antes do início dos cultos. Em países como EUA e na Inglaterra, todas as atividades dominicais acontecem durante a manhã. A Igreja Católica Romana e as Igrejas Ortodoxas Orientais comumente mantém escolas paroquiais, e parte da educação ali oferecida é, naturalmente, de cunho religioso. Muitos grupos protestantes, em contraste com isso, tradicionalmente têm dependido do sistema de escolas públicas no que concerne à educação secular. Assim, foi apenas natural que, como meio de ensinar a Bíblia às crianças, a Escola Dominical tenha sido uma criação protestante. Ademais, tem sido sempre típico da ênfase protestante salientar os estudos bíblicos, o cerne mesmo da Escola Dominical. Porém, como uma espécie de escola dominical sem, contudo, receber este nome um Arcebispo Católico Romano de Milão, Itália, criou um movimento semelhante ao Movimento de Escola Dominical. Carlos Borromeo, segundo filho de uma família muito rica, filho do Conde Gilberto Borromeo e Margarita de Médicis, nascido no Castelo de Arona, Itália, em 2 de Outubro de 1538, considerando a morte de seu irmão, que caiu do cavalo em que cavalgava, como um aviso enviado pelo céu, para estar preparado, pois, no dia em que ele menos pensasse, Deus, por meio da morte, viria acertar-lhe as contas, renunciou às suas riquezas e foi ordenado sacerdote. Aos doze anos recebeu a tonsura sacerdotal e seu tio, Júlio César Borromeo, o Cardeal de Médicis, lhe cedeu a abadia beneditina de São Graciano e São Felino, em Arona. Depois de estudar latim em Milão, o jovem Carlos ingressou na Universidade de Pavia, estudando sob a direção de Francisco Alciati, que mais tarde foi promovido ao Cardinalato. Carlos tinha muita dificuldade com a retórica e sua inteligência não era deslumbrante, sendo considerado lento, embora fizesse progressos em seus estudos. Aos 22 anos, quando seus pais já eram falecidos, alcançou o título de Doutor e, em seguida, retornou a Milão, onde recebeu a notícia de que seu tio, o Cardeal de Médicis fora eleito Papa em um conclave, em 1559, por ocasião da morte do Papa Paulo IV. No início de 1560, o novo Papa ordenou seu sobrinho a diácono, e, em 8 de fevereiro, o nomeou administrador da sede vacante de Milão. O princípio do nepotismo beneficiou Carlos, que foi nomeado, sucessivamente, Legado de Bolonha e da Marca de Ancona, Protetor de Portugal, dos Países Baixos, dos Cantões Católicos Suíços, das Ordens Monásticas dos Franciscanos, Carmelitas, dos Cavaleiros de Malta e muitas outras, antes de completar 23 anos. A influência de Carlos aumentou tanto que se tornou decisivo no reinício das sessões do Concílio de Trento, intenção de seu tio, o Papa Pio IV, suspenso em 1552. Seus esforços foram um sucesso, e o Concílio voltou a reunir-se em janeiro de 1562, tornando-se o diretor intelectual e o espírito reitor da terceira e última sessão do Concílio de Trento. Foi ordenado presbítero (padre) em 1563 e, dois meses tarde, recebeu a consagração episcopal. Foi confiado a ele a supervisão da publicação do Catecismo de Trento e a reforma dos livros litúrgicos e da música sagrada. Em abril de 1566, Carlos chegou a Milão para trabalhar na reforma de sua Arquidiocese, organizando sua própria casa. Estabelecido em Milão, Carlos vendeu objetos preciosos da Arquidiocese, avaliados em 30.000 coroas, soma que foi usada para socorrer famílias necessitadas. Sua diocese sustentava pobres com 200 coroas mensais. A generosidade de Carlos foi tamanha para com o Colégio Inglês de Douai, na época, pertencente à Inglaterra, que o Cardeal Allen, considerou o Arcebispo de Milão como seu fundador. Na Arquidiocese de Milão pouco se conhecia acerca da religião, e as práticas religiosas configuravam superstição, além de haver abusos morais. Carlos, então, ordenou aos clérigos sob sua liderança que atendessem a instrução cristã das crianças, ensinando publicamente o catecismo todos os domingos e feriados, estabelecendo a Companhia da Doutrina Cristã, que chegou a contar com 740 escolas, 3000 catequistas e 40000 alunos, dois séculos antes de Robert Raikes criar a Escola Dominical. Robert Raikes e a Primeira Escola Dominical no Mundo A Escola Dominical, como criação de cristãos evangélicos, tem sido reclamada a sua criação para diversas pessoas, muitas delas metodistas, devido a própria visão social que o Grande Despertamento fazia revelar-se nos líderes avivalistas. John Wesley iniciou estudos bíblicos dominicais em Savannah, Geórgia, em 1737. Entre 1763 e 1769, Hannah Ball Moore, uma senhora metodista começou estudos bíblicos dominicais em sua própria casa e, a partir de 1769, nas dependências da Igreja (Anglicana) High Wycombe. Na década de 1770, o Ministro Unitariano Theophilus Lindsey proveu lições bíblicas dominicais em sua igreja, a Capela da Rua Essex, em Londres. O Rev. J. M. Moffatt,, Ministro Independente de Nailsworth, passou a lecionar estudos bíblicos dominicais já em 1774. Em Ephata, Pennsylvania, em Washington, no Estado de Connecticut, no início de 1780 já se usavam o Catecismo de Westminster e a Bíblia em estudos bíblicos dominicais das igrejas presbiterianas. Howard J. Harris declarou que, em 1780, estudos bíblicos dominicais eram feitos em cidades de Gloucester e em vilas da Inglaterra, como Painswick e Dursley. E um ministro metodista de Charleston, Carolina do Sul, em 1787, chamado George Daughaday, administrou estudos bíblicos dominicais a crianças negras americanas. Mas o Movimento de Escola Dominical, propriamente dito, teve como criador Robert Raikes. Robert Raikes (14 de Setembro de 1735-5 de Abril de 1811), filho de Robert e Mary Raikes, foi quem originou o Movimento de Escola Dominical. Anglicano, Raikes foi batizado na infância na Igreja (Anglicana) de Santa Maria da Cripta e educado na Escola da Cripta, ambos na Rua Southgate, em Gloucester, e, mais tarde, na Escola dos Reis. Tornou-se aprendiz de Jornalismo com seu pai, dono do Diário de Gloucester. Quando seu pai faleceu, em 1757, Raikes assumiu a editoria do jornal, aumentando o tamanho do jornal e melhorando o layout. Raikes se interessava pela reforma prisional inglesa, por causas das condições terríveis a que os presos eram submetidos. Certo dia, procurando um jardineiro na Rua Saint Catherine, no bairro de Sooty Alley, ele encontrou um grupo de crianças maltrapilhas brincando na rua. A esposa do jardineiro disse, então, que aos domingos a situação era pior, pois as crianças que trabalhavam nas fábricas, de segunda a sábado, durante horas muito longas, ficavam desocupadas nesse dia, quase abandonadas, passando o tempo brincando, brigando e aprendendo toda espécie de vícios. Elas extravasavam toda sorte de violência nesse dia. Essas crianças, constatou Raikes, estavam a um passo do mundo do crime e ele chegou a ver o destino de muitas delas, ao visitar as prisões de Gloucester. Raikes resolveu estabelecer uma escola gratuita para esses meninos de rua. Então, Raikes contratou uma equipe de quatro mulheres no bairro para lecionar, recebendo um xelim e seis pence, cada uma. Com a ajuda do Rev. Thomas Stock, Ministro Anglicano, Raikes pôde logo associar cem crianças, de seis aos doze ou quatorze anos, nestas escolas dominicais. A primeira foi instalada na Rua Saint Catherine. Seu objetivo principal não era ensinar a Bíblia, mas alfabetizar os alunos e ministrar aulas de religião com o propósito de reformar a sociedade. O objetivo último era modificar-lhes o caráter usando os ensinamentos bíblicos. Assim, a Escola Dominical nasceu como um instituto bíblico infantil, operando de forma independente das igrejas, alfabetizando e ensinando Bíblia às crianças carentes. Algumas crianças, a princípio, relutaram em vir para as escolas porque as suas roupas estavam tão rotas, mas Raikes providenciou tudo de que eles precisavam, inclusive banho e cabelos penteados. As aulas começavam às 10 horas da manhã e iam até as duas da tarde, com lições de matemática, história e inglês, com um intervalo de uma hora para o almoço. Eles eram levados então à igreja para serem instruídos no catecismo até as 17:30 h. Recebiam pequenas recompensas, como livros, canetas, jogos, aqueles que tivessem dominado a lição ou aqueles cujo comportamento tivessem mostrado uma melhoria notável. Entrementes, recebiam castigo corporal aqueles de mau comportamento, como era do costume pedagógico da época. Depois de um período experimental, Raikes divulgou suas idéia e os resultados em seu jornal, no dia 3 de Novembro de 1783, data em que se comemora, na Grã-Bretanha, o dia da Fundação da Escola Dominical. Esta experiência foi transcrita em outros jornais. Líderes religiosos tomaram conhecimento do movimento que se espalhava. Em 1784, eram 250 mil alunos matriculados. A taxa de criminalidade de Gloucester caiu, com o advento das escolas dominicais de Raikes, de forma que em 1792 não houve um só caso julgado pela comarca de Gloucester. O trabalho de Raikes foi saudado com entusiasmo, e em breve, escolas dominicais já estavam sendo criadas em todo o Reino Unido e exportadas para os Estados Unidos. Seu trabalho foi muito assessorado pelo comerciante William Fox (1736-1826), diácono da Igreja Batista da Rua Prescott, em Londres. Impressionado pelas escolas dominicais fundadas por Raikes que eram responsáveis pela redução do índice de criminalidade de Gloucester, Fox chamou Raikes para formar uma associação para promoção e criação de escolas dominicais. Foi criado, então em 1785, a Sunday School Society of Great Britain (Sociedade da Escola Dominical da Grã-Bretanha), com o apoio dos bispos anglicanos de Chester e Salisbury. Essa sociedade foi ajudada por muitos filantropos, podendo abrir cerca de trezentas escolas dominicais, suprindo-as com livros, material didático e professores. Esta sociedade publicou, na gráfica de Raikes, o Sunday School Companion, livro com versículos bíblicos para leitura. Em 1787, segundo depoimento de Samuel Glasse, 200 mil crianças eram alunas da Escola Dominical em toda a Inglaterra. Houve, no entanto, uma forte oposição ao movimento de Raikes, que era considerado por alguns líderes religiosos como um movimento diabólico, porque era à parte das Igrejas e era dirigido por leigos, isto é, pessoas que não tinham formação religosa. O Arcebispo de Canterbury reuniu os bispos para considerar o que deveria ser feito para exterminar o movimento. Chegou-se a pedir que o Parlamento, em 1800, aprovasse um decreto para proibir o funcionamento de escolas dominicais. Achavam que este movimento levaria à desunião da Igreja e que profanava “o dia do Senhor”. Tal decreto nunca foi aprovado. Em 1802, Raikes se aposentou, e, em 1811, após um ataque de coração, veio a falecer. Seus alunos vieram ao funeral, na Igreja (Anglicana) de Santa Maria do Filão e receberam da Sra. Raikes um xelim e uma fatia de um grande bolo de ameixa cada um. Quando Raikes faleceu, quatrocentos mil alunos estavam matriculados nas diversas escolas dominicais britânicas. Nesse ano ocorreu a divisão em classes, possibilitando alfabetização de adultos. John Wesley e o Movimento da Escola Dominical John Wesley (1703-1791) também foi uma grande força por detrás da propagação do Movimento de Escola Dominical. Ele chegou a dizer que “encontro estas escolas aonde quer que eu vá”. Essa declaração foi publicada no Diário de Gloucester em julho de 1784. A Igreja Metodista da Inglaterra, fundada após sua morte, deve muito de seu fenomenal crescimento às Escolas Dominicais das Sociedades Metodistas da Igreja da Inglaterra, estabelecidas por Wesley, entre outros, na Inglaterra e nos Estados Unidos. A Primeira Escola Dominical na América Nos Estados Unidos, a primeira Escola Dominical reconhecida foi a escola bíblica fundada por William Elliot em 1802. Ela funcionava em sua fazenda aos domingos à tarde. Mais tarde, foi transferida para a Igreja (Anglicana) de Oak Grave, no condado de Accomac, Virgínia. No começo do século XIX, foram fundadas muitas escolas dominicais nos mais diversos lugares dos Estados Unidos e o crescimento delas foi nada menos que fenomenal. Várias uniões formais de Escolas Dominicais foram organizadas, para ensino tanto de crianças quanto de adultos. Não demorou para que as Igrejas Evangélicas entendessem que era necessário ensinar a Bíblia a seus membros, em regime semanal, o que poderia ser feito, através da Escola Dominical. Em 1824, a União Americana de Escolas Dominicais contava com escolas em dezessete dos trinta e quatro estados americanos então existentes. Mesmo assim, a Escola Dominical continuava nas mãos de leigos em sua maioria, embora já contassem com profissionais do magistério então. A Escola Dominical no Brasil A Igreja Metodista trouxe a Escola Dominical para o Brasil. Em 1836, o Rev. Justin Spaulding organizou no Rio de Janeiro, entre estrangeiros, uma congregação com cerca de 40 pessoas e em junho abriu uma Escola Dominical com 30 alunos, dos quais alguns eram brasileiros, ensinados na sua própria língua. Mas o espírito de Raikes, em criar um “instituto bíblico infantil”, somente surgiu dezenove anos mais tarde, através do casal de missionários escoceses independentes, Robert e Sarah Kalley. Eles são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram aquela que é considerada a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não foi grande: apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florescesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Evangélica Fluminense, marco da Igrejas Evangélicas Congregacionais no Brasil. Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio (Colégio Opção, R. Casemiro de Abreu - segundo informações da Igreja Congregacional de Petrópolis). Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra. O programa de disciplinas das EBD é geralmente determinado pelo departamento de educação e pode envolver estudo sistemático de livros bíblicos, bem como fundamentos doutrinários ou temas relacionados com grupos específicos, como classes para casais, para adolescentes, para novos adeptos ou para catecúmenos; sempre baseados em fundamentos bíblicos. Currículo Evolução no Currículo e nos Métodos No começo do movimento, ensinava-se às crianças a ler e a escrever, e então a Bíblia lhes era ensinada com proveito. Essa função foi sendo abandonada, à medida que as escolas públicas se foram ocupando da alfabetização. Assim, a Bíblia tornou-se, virtualmente, o único material exposto na Escola Dominical, contando o dinheiro recolhido e quantos alunos frequentam, divididos por classes, a Escola Dominical. Entrementes, a educação religiosa tem assumido um escopo mais amplo, e escolas regulares têm-se tornado uma das funções de muitas igrejas. Isso tem feito a Escola Dominical tornar-se mais especializada. Várias denominações têm uma literatura especial (revistas), bem como alguma forma de apresentação sistemática de estudos bíblicos. Em algumas escolas também são debatidos temas seculares sob a ótica doutrinária de cada denominação. Antigas revistas de escola dominical utilizadas pela Assembléia de Deus Os métodos didáticos utilizados são os comuns a outras práticas educativas: de acordo com a faixa etária da classe são utilizados elementos como vídeo, esquetes, marionetes, música, além das tradicionais brochuras com 13 lições que giram em torno de um tema central e que são utilizadas em praticamente todas as escolas dominicais, sendo geralmente produzidas por uma editora vinculada à própria denominação. Objetivos da Escola Dominical Evangelização - Fornecer aos novos convertidos e a membros da igreja estudo bíblico. Santificação - Ensinar os fiéis a viverem de acordo com os princípios bíblicos defendidos pela denominação. Serviço - Preparar e incentivar os membros a servir ao Senhor de diferentes formas: evangelizando, apoiando os enfermos e necessitados enfim trabalhar na obra tendo amor por ela e assim alcançar almas para o reino. Organização A distribuição de departamentos e classes geralmente se faz em função da idade e do gênero dos alunos. Na maioria das igrejas protestantes há pelo menos 3 turmas infantís (por exemplo: uma turma de 1 a 3 anos, outra de 4 a 7 anos e mais uma de 8 a 11 anos) somadas a uma turma de adolescentes (para alunos entre 12 e 18 anos), uma turma de jovens (que geralmente aceita fiéis até 30 ou 35 anos e em geral não recebe casados). Os casados e adultos maiores de 30 anos geralente são divididos em duas turmas, de acordo com o gênero, mas também há igrejas que reúnem homem e mulheres casados em uma só turma. Os professores das escolas dominicais são geralmente membros leigos e com larga experiência religiosa. http://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_Dominical































          HOMENAGEM ESPECIAL ÀS CRIANÇAS DE JARDIM GUARATIBA



                   AMANHÃ SERÃO ELES CONTANDO ESTA HISTÓRIA!