A música tem funções que só ela pode ocupar.
Ela diz se estamos tristes ou alegres.
Está presente antes de nascermos e na nossa despedida dá o tom.
Algumas músicas do cancioneiro evangélico nos desperta e incentiva pelo momento ou inspiração do autor.
Semanalmente estarei contando alguma história de hinos e a minha relação com eles.
ENVIE SEU COMENTÀRIO e sua história para divulgarmos também!
“Firme está o meu coração, ó Deus, o meu coração está firme; cantarei e entoarei louvores.”Sl 57:7
“Ontem
de manhã*” trabalhava na próspera cidade de Volta Redonda,
tempos de inflação alta que geravam greves, cada dia mais violentas, que
geravam protestos de rua, sempre com uma liderança sindical de cima de seus
carros de som, sempre muito potente, incitando os manifestantes à depredação do
patrimônio alheio, ao fechamento de vias, à uma rivalização com a Polícia.
Naqueles dias eu sofria por ouvir que
pensar fazia muito mal, pensar diferente do formato governamental então... mas,
nada como o tempo e experiência para podermos expressar esse pensamento de
forma inteligente, desprezando o sentimento reacionário.
É baseado nesta experiência que me
tornei incentivador dos movimentos que estão sendo, agora, protagonizados pela
juventude brasileira em todo pais.
Digo todo pais por crer que as cidades
ou os Estados que ainda não experimentaram tais manifestações dentro desse
acordar democrático nacional, devem estar preparadas e atentas.
Não posso me juntar à linha de frente
com aqueles que nos apresentam um sentimento de insatisfação com os poderes constituído
mas, não tenho me furtado em interpretar como justa e legitima tanto a parte
das manifestações que se quer pacifica, quanto aquela que se mostra revoltosa,
em muitos casos sem causa alguma.
Falta-nos um cenário político em que a
democracia seja de fato exercida, onde o representante mais votado seja o eleito,
e não a horda dos que recebem votos de protesto (saudades do Macaco Tião),
precisamos que os plebiscitos referende os ataques de faraonismo dos governantes, precisamos de escolas onde as crianças
aprendam a ler, a escrever e a contar, precisamos de hospitais onde hajam
médicos, enfermeiros raio-x, esparadrapo, gaze e atendimento, precisamos de uma
Polícia que defenda e proteja o povo e não dos poderosos, muitas vezes
equivocados. Precisamos de investimentos reais nos funcionários destas áreas,
que deveriam ser exclusivas do Estado e de muito boa qualidade, já que nossos
impostos são cada vez mais extorsivos.
Estou certo que a “Ditadura do Silêncio”
está quebrada. É hora de desatar os nós que nos prendem ao passado politico que
nos impõe desejos dos governantes como o melhor para o POVO que neles vota.
Momento em que o Macaco Tião já não terá
um voto sequer.
Momento de arrancar das Tribunas e por das
manchetes “aqueles/as que não nos representam”.
É hora de vivermos um MOMENTO NOVO, O NOVO DE DEUS!
(*1986-1990)
1. Deus
chama a gente pra um momento novo, de caminhar junto com seu povo. É hora de
transformar o que não dá mais. Sozinho, isolado, ninguém é capaz.
Ref.: Por
isso vem. Entra na roda co’a gente também. Você é muito importante. (bis) Vem...
2. Não é
possível crer que tudo é fácil. Há muita força que produz a morte. Gerando dor,
tristeza e desolação. É necessário unir o cordão.
3. A força
que hoje faz brotar a vida atua em nós pela sua graça. É Deus quem nos convida
pra trabalhar, o amor repartir e as forças juntar.
Temos vivido dias em que, apesar de estarmos no meio de grandes multidões nos engarrafamentos das grandes cidades, nos grandes eventos e, porque não falar, até mesmo em nossas igrejas, temos sido assaltados por solidão e vazio mesmo, e principalmente, indo a igreja regularmente.
Reconheço que aos "crentes" não deveria ocorrer isso mas, em um mundo tão conectado, é mais e mais comum termos um milhão de amigos e cantarmos sozinhos a musiquinha da paz!
Quando sentimos a presença real de Cristo em nossas vidas, nunca mais ficamos sozinhos, nosso deserto se torna oásis de bençãos então podemos cantar num lindo coral!
Depois
de cursar a faculdade em Battle Creek, Estado de Michigan, Harris publicou seu
primeiro hinário em 1902, em Boston, Massachusetts..
Seu
dom para a música, porém, já havia se manifestado bem cedo. Aos quatro anos
compôs sua primeira melodia, aos dez já tinha produzido várias melodias e aos
onze inventou um sistema estenográfico de notação musical que permitia escrever
musica na mesma velocidade em que estava sendo cantada.
A
convite de Peter Bilhorn, mudou-se para Chicago para trabalhar numa publicadora
onde foi bem sucedido na composição de hinos e edição de inúmeras coletâneas
para diversas publicadoras.
Em
1932, já na cidade de Eureka Springs-Arkansas, tornou-se muito conhecido pelo
fato de sempre andar por toda parte carregando uma mochila cheia de livros para
vender.
Diz
a Sagrada Escritura,
Que
são formosos os pés;
Daqueles
que boas novas,
Levam
para os infiéis;
E,
se tão belo é falar,
Dessas
grandezas, aqui,
Que
não será o gozar,
A
graça que existe ali!
TRADUTOR
Adriano
Nobre
Segundo
a tradição oral, Adriano Nobre foi o primeiro pastor da Assembléia de Deus no
RN (o livro "História da Assembléia de Deus no Brasil" confere essa
primazia a José Morais, enviado pela Igreja em Belém/PA, em 1919).
Foi
seringalista no Pará, Comandante de navio da Companhia Port of Pará e falava
inglês. Crente presbiteriano, depois de receber dos pioneiros a mensagem
pentecostal, foi enviado a Recife para dar início à obra ali. Em 1916, chegou à
Capital Pernambucana. No ano seguinte, batizou dois novos convertidos em
Capibaribe (PE). Um deles a irmã Luli Ramos, recebeu o batismo no Espírito
Santo, tornando-se a primeira a ter aquela experiência no Estado. Em 20 de
Outubro de 1918, precisando voltar para o Pará, é substituído pelo missionário
Joel Carlson, que chegava da Suécia para trabalhar especificamente em Recife
(PE).
Nos
primeiros dias da presença de Gunnar Vingren e Daniel Berg em Belém do Pará,
Deus colocara em cena o irmão Adriano Nobre, que, por falar inglês, viria atuar
como intérprete para os missionários. Seu primo, Raimundo, era estudante no
Seminário Batista do Norte em Recife (PE). Considerado o "pai" da
Assembléia de Deus em Pernambuco.
As
primeiras reuniões do chamado Movimento Penteconstal em Pernambuco ocorreram em
1916. Na ocasião, o irmão Adriano Nobre, enviado pelo missionário Gunnar
Vingren, do Belém do Pará, começou a celebrar cultos nas casas de evangélicos
que se interessavam nas revelações dos dons espirituais e pelo Batismo com o
Espírito Santo. Em uma dessas reuniões, ele conheceu um casal temente a Deus,
João e Felipa Ribeiro. A partir de então, os cultos da denominada “Missão da Fé
Apostólica”, ficaram fixos da residência dos irmãos, na rua Velha, nº 27, no
bairro da Boa Vista.
Hino
N° 2 Harpa Cristã
Oh! Que saudosa lembrança
Tenho de ti, ó Sião
Terra que eu tanto amo
Pois és do meu coração
Eu para ti voarei
Quando o Senhor meu voltar
Pois ele foi para o céu
E breve vem me buscar.
Sim eu porfiarei, por essa terra de além
E lá terminarei as muitas lutas de aquém
Lá está meu bom Senhor, ao qual eu desejo ver
Ele é tudo pra mim e sem Ele eu não posso viver
Diz a Sagrada Escritura
Que são formosos os pés
Daqueles que boas novas
Levam para os infiéis
E, se tão belo é falar
Dessas grandezas aqui
Que não será o gozar
A graça que existe ali.
Surgiu na Inglaterra, com o propósito de evangelizar crianças que ficavam sem atividade durante os serviços de domingo. Atualmente, esta atividade envolve os membros da congregação, em todas as faixas etárias e acontece em horário diverso ao serviço religioso. No Brasil, a maioria das comunidades adota a EBD matinal e os serviços religiosos vespertinos, mas algumas realizam a EBD horas antes do início dos cultos. Em países como EUA e na Inglaterra, todas as atividades dominicais acontecem durante a manhã. A Igreja Católica Romana e as Igrejas Ortodoxas Orientais comumente mantém escolas paroquiais, e parte da educação ali oferecida é, naturalmente, de cunho religioso. Muitos grupos protestantes, em contraste com isso, tradicionalmente têm dependido do sistema de escolas públicas no que concerne à educação secular. Assim, foi apenas natural que, como meio de ensinar a Bíblia às crianças, a Escola Dominical tenha sido uma criação protestante. Ademais, tem sido sempre típico da ênfase protestante salientar os estudos bíblicos, o cerne mesmo da Escola Dominical. Porém, como uma espécie de escola dominical sem, contudo, receber este nome um Arcebispo Católico Romano de Milão, Itália, criou um movimento semelhante ao Movimento de Escola Dominical. Carlos Borromeo, segundo filho de uma família muito rica, filho do Conde Gilberto Borromeo e Margarita de Médicis, nascido no Castelo de Arona, Itália, em 2 de Outubro de 1538, considerando a morte de seu irmão, que caiu do cavalo em que cavalgava, como um aviso enviado pelo céu, para estar preparado, pois, no dia em que ele menos pensasse, Deus, por meio da morte, viria acertar-lhe as contas, renunciou às suas riquezas e foi ordenado sacerdote. Aos doze anos recebeu a tonsura sacerdotal e seu tio, Júlio César Borromeo, o Cardeal de Médicis, lhe cedeu a abadia beneditina de São Graciano e São Felino, em Arona. Depois de estudar latim em Milão, o jovem Carlos ingressou na Universidade de Pavia, estudando sob a direção de Francisco Alciati, que mais tarde foi promovido ao Cardinalato. Carlos tinha muita dificuldade com a retórica e sua inteligência não era deslumbrante, sendo considerado lento, embora fizesse progressos em seus estudos. Aos 22 anos, quando seus pais já eram falecidos, alcançou o título de Doutor e, em seguida, retornou a Milão, onde recebeu a notícia de que seu tio, o Cardeal de Médicis fora eleito Papa em um conclave, em 1559, por ocasião da morte do Papa Paulo IV. No início de 1560, o novo Papa ordenou seu sobrinho a diácono, e, em 8 de fevereiro, o nomeou administrador da sede vacante de Milão. O princípio do nepotismo beneficiou Carlos, que foi nomeado, sucessivamente, Legado de Bolonha e da Marca de Ancona, Protetor de Portugal, dos Países Baixos, dos Cantões Católicos Suíços, das Ordens Monásticas dos Franciscanos, Carmelitas, dos Cavaleiros de Malta e muitas outras, antes de completar 23 anos. A influência de Carlos aumentou tanto que se tornou decisivo no reinício das sessões do Concílio de Trento, intenção de seu tio, o Papa Pio IV, suspenso em 1552. Seus esforços foram um sucesso, e o Concílio voltou a reunir-se em janeiro de 1562, tornando-se o diretor intelectual e o espírito reitor da terceira e última sessão do Concílio de Trento. Foi ordenado presbítero (padre) em 1563 e, dois meses tarde, recebeu a consagração episcopal. Foi confiado a ele a supervisão da publicação do Catecismo de Trento e a reforma dos livros litúrgicos e da música sagrada. Em abril de 1566, Carlos chegou a Milão para trabalhar na reforma de sua Arquidiocese, organizando sua própria casa. Estabelecido em Milão, Carlos vendeu objetos preciosos da Arquidiocese, avaliados em 30.000 coroas, soma que foi usada para socorrer famílias necessitadas. Sua diocese sustentava pobres com 200 coroas mensais. A generosidade de Carlos foi tamanha para com o Colégio Inglês de Douai, na época, pertencente à Inglaterra, que o Cardeal Allen, considerou o Arcebispo de Milão como seu fundador. Na Arquidiocese de Milão pouco se conhecia acerca da religião, e as práticas religiosas configuravam superstição, além de haver abusos morais. Carlos, então, ordenou aos clérigos sob sua liderança que atendessem a instrução cristã das crianças, ensinando publicamente o catecismo todos os domingos e feriados, estabelecendo a Companhia da Doutrina Cristã, que chegou a contar com 740 escolas, 3000 catequistas e 40000 alunos, dois séculos antes de Robert Raikes criar a Escola Dominical. Robert Raikes e a Primeira Escola Dominical no Mundo A Escola Dominical, como criação de cristãos evangélicos, tem sido reclamada a sua criação para diversas pessoas, muitas delas metodistas, devido a própria visão social que o Grande Despertamento fazia revelar-se nos líderes avivalistas. John Wesley iniciou estudos bíblicos dominicais em Savannah, Geórgia, em 1737. Entre 1763 e 1769, Hannah Ball Moore, uma senhora metodista começou estudos bíblicos dominicais em sua própria casa e, a partir de 1769, nas dependências da Igreja (Anglicana) High Wycombe. Na década de 1770, o Ministro Unitariano Theophilus Lindsey proveu lições bíblicas dominicais em sua igreja, a Capela da Rua Essex, em Londres. O Rev. J. M. Moffatt,, Ministro Independente de Nailsworth, passou a lecionar estudos bíblicos dominicais já em 1774. Em Ephata, Pennsylvania, em Washington, no Estado de Connecticut, no início de 1780 já se usavam o Catecismo de Westminster e a Bíblia em estudos bíblicos dominicais das igrejas presbiterianas. Howard J. Harris declarou que, em 1780, estudos bíblicos dominicais eram feitos em cidades de Gloucester e em vilas da Inglaterra, como Painswick e Dursley. E um ministro metodista de Charleston, Carolina do Sul, em 1787, chamado George Daughaday, administrou estudos bíblicos dominicais a crianças negras americanas. Mas o Movimento de Escola Dominical, propriamente dito, teve como criador Robert Raikes. Robert Raikes (14 de Setembro de 1735-5 de Abril de 1811), filho de Robert e Mary Raikes, foi quem originou o Movimento de Escola Dominical. Anglicano, Raikes foi batizado na infância na Igreja (Anglicana) de Santa Maria da Cripta e educado na Escola da Cripta, ambos na Rua Southgate, em Gloucester, e, mais tarde, na Escola dos Reis. Tornou-se aprendiz de Jornalismo com seu pai, dono do Diário de Gloucester. Quando seu pai faleceu, em 1757, Raikes assumiu a editoria do jornal, aumentando o tamanho do jornal e melhorando o layout. Raikes se interessava pela reforma prisional inglesa, por causas das condições terríveis a que os presos eram submetidos. Certo dia, procurando um jardineiro na Rua Saint Catherine, no bairro de Sooty Alley, ele encontrou um grupo de crianças maltrapilhas brincando na rua. A esposa do jardineiro disse, então, que aos domingos a situação era pior, pois as crianças que trabalhavam nas fábricas, de segunda a sábado, durante horas muito longas, ficavam desocupadas nesse dia, quase abandonadas, passando o tempo brincando, brigando e aprendendo toda espécie de vícios. Elas extravasavam toda sorte de violência nesse dia. Essas crianças, constatou Raikes, estavam a um passo do mundo do crime e ele chegou a ver o destino de muitas delas, ao visitar as prisões de Gloucester. Raikes resolveu estabelecer uma escola gratuita para esses meninos de rua. Então, Raikes contratou uma equipe de quatro mulheres no bairro para lecionar, recebendo um xelim e seis pence, cada uma. Com a ajuda do Rev. Thomas Stock, Ministro Anglicano, Raikes pôde logo associar cem crianças, de seis aos doze ou quatorze anos, nestas escolas dominicais. A primeira foi instalada na Rua Saint Catherine. Seu objetivo principal não era ensinar a Bíblia, mas alfabetizar os alunos e ministrar aulas de religião com o propósito de reformar a sociedade. O objetivo último era modificar-lhes o caráter usando os ensinamentos bíblicos. Assim, a Escola Dominical nasceu como um instituto bíblico infantil, operando de forma independente das igrejas, alfabetizando e ensinando Bíblia às crianças carentes. Algumas crianças, a princípio, relutaram em vir para as escolas porque as suas roupas estavam tão rotas, mas Raikes providenciou tudo de que eles precisavam, inclusive banho e cabelos penteados. As aulas começavam às 10 horas da manhã e iam até as duas da tarde, com lições de matemática, história e inglês, com um intervalo de uma hora para o almoço. Eles eram levados então à igreja para serem instruídos no catecismo até as 17:30 h. Recebiam pequenas recompensas, como livros, canetas, jogos, aqueles que tivessem dominado a lição ou aqueles cujo comportamento tivessem mostrado uma melhoria notável. Entrementes, recebiam castigo corporal aqueles de mau comportamento, como era do costume pedagógico da época. Depois de um período experimental, Raikes divulgou suas idéia e os resultados em seu jornal, no dia 3 de Novembro de 1783, data em que se comemora, na Grã-Bretanha, o dia da Fundação da Escola Dominical. Esta experiência foi transcrita em outros jornais. Líderes religiosos tomaram conhecimento do movimento que se espalhava. Em 1784, eram 250 mil alunos matriculados. A taxa de criminalidade de Gloucester caiu, com o advento das escolas dominicais de Raikes, de forma que em 1792 não houve um só caso julgado pela comarca de Gloucester. O trabalho de Raikes foi saudado com entusiasmo, e em breve, escolas dominicais já estavam sendo criadas em todo o Reino Unido e exportadas para os Estados Unidos. Seu trabalho foi muito assessorado pelo comerciante William Fox (1736-1826), diácono da Igreja Batista da Rua Prescott, em Londres. Impressionado pelas escolas dominicais fundadas por Raikes que eram responsáveis pela redução do índice de criminalidade de Gloucester, Fox chamou Raikes para formar uma associação para promoção e criação de escolas dominicais. Foi criado, então em 1785, a Sunday School Society of Great Britain (Sociedade da Escola Dominical da Grã-Bretanha), com o apoio dos bispos anglicanos de Chester e Salisbury. Essa sociedade foi ajudada por muitos filantropos, podendo abrir cerca de trezentas escolas dominicais, suprindo-as com livros, material didático e professores. Esta sociedade publicou, na gráfica de Raikes, o Sunday School Companion, livro com versículos bíblicos para leitura. Em 1787, segundo depoimento de Samuel Glasse, 200 mil crianças eram alunas da Escola Dominical em toda a Inglaterra. Houve, no entanto, uma forte oposição ao movimento de Raikes, que era considerado por alguns líderes religiosos como um movimento diabólico, porque era à parte das Igrejas e era dirigido por leigos, isto é, pessoas que não tinham formação religosa. O Arcebispo de Canterbury reuniu os bispos para considerar o que deveria ser feito para exterminar o movimento. Chegou-se a pedir que o Parlamento, em 1800, aprovasse um decreto para proibir o funcionamento de escolas dominicais. Achavam que este movimento levaria à desunião da Igreja e que profanava “o dia do Senhor”. Tal decreto nunca foi aprovado. Em 1802, Raikes se aposentou, e, em 1811, após um ataque de coração, veio a falecer. Seus alunos vieram ao funeral, na Igreja (Anglicana) de Santa Maria do Filão e receberam da Sra. Raikes um xelim e uma fatia de um grande bolo de ameixa cada um. Quando Raikes faleceu, quatrocentos mil alunos estavam matriculados nas diversas escolas dominicais britânicas. Nesse ano ocorreu a divisão em classes, possibilitando alfabetização de adultos. John Wesley e o Movimento da Escola Dominical John Wesley (1703-1791) também foi uma grande força por detrás da propagação do Movimento de Escola Dominical. Ele chegou a dizer que “encontro estas escolas aonde quer que eu vá”. Essa declaração foi publicada no Diário de Gloucester em julho de 1784. A Igreja Metodista da Inglaterra, fundada após sua morte, deve muito de seu fenomenal crescimento às Escolas Dominicais das Sociedades Metodistas da Igreja da Inglaterra, estabelecidas por Wesley, entre outros, na Inglaterra e nos Estados Unidos. A Primeira Escola Dominical na América Nos Estados Unidos, a primeira Escola Dominical reconhecida foi a escola bíblica fundada por William Elliot em 1802. Ela funcionava em sua fazenda aos domingos à tarde. Mais tarde, foi transferida para a Igreja (Anglicana) de Oak Grave, no condado de Accomac, Virgínia. No começo do século XIX, foram fundadas muitas escolas dominicais nos mais diversos lugares dos Estados Unidos e o crescimento delas foi nada menos que fenomenal. Várias uniões formais de Escolas Dominicais foram organizadas, para ensino tanto de crianças quanto de adultos. Não demorou para que as Igrejas Evangélicas entendessem que era necessário ensinar a Bíblia a seus membros, em regime semanal, o que poderia ser feito, através da Escola Dominical. Em 1824, a União Americana de Escolas Dominicais contava com escolas em dezessete dos trinta e quatro estados americanos então existentes. Mesmo assim, a Escola Dominical continuava nas mãos de leigos em sua maioria, embora já contassem com profissionais do magistério então. A Escola Dominical no Brasil A Igreja Metodista trouxe a Escola Dominical para o Brasil. Em 1836, o Rev. Justin Spaulding organizou no Rio de Janeiro, entre estrangeiros, uma congregação com cerca de 40 pessoas e em junho abriu uma Escola Dominical com 30 alunos, dos quais alguns eram brasileiros, ensinados na sua própria língua. Mas o espírito de Raikes, em criar um “instituto bíblico infantil”, somente surgiu dezenove anos mais tarde, através do casal de missionários escoceses independentes, Robert e Sarah Kalley. Eles são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram aquela que é considerada a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não foi grande: apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florescesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Evangélica Fluminense, marco da Igrejas Evangélicas Congregacionais no Brasil. Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio (Colégio Opção, R. Casemiro de Abreu - segundo informações da Igreja Congregacional de Petrópolis). Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra. O programa de disciplinas das EBD é geralmente determinado pelo departamento de educação e pode envolver estudo sistemático de livros bíblicos, bem como fundamentos doutrinários ou temas relacionados com grupos específicos, como classes para casais, para adolescentes, para novos adeptos ou para catecúmenos; sempre baseados em fundamentos bíblicos. Currículo Evolução no Currículo e nos Métodos No começo do movimento, ensinava-se às crianças a ler e a escrever, e então a Bíblia lhes era ensinada com proveito. Essa função foi sendo abandonada, à medida que as escolas públicas se foram ocupando da alfabetização. Assim, a Bíblia tornou-se, virtualmente, o único material exposto na Escola Dominical, contando o dinheiro recolhido e quantos alunos frequentam, divididos por classes, a Escola Dominical. Entrementes, a educação religiosa tem assumido um escopo mais amplo, e escolas regulares têm-se tornado uma das funções de muitas igrejas. Isso tem feito a Escola Dominical tornar-se mais especializada. Várias denominações têm uma literatura especial (revistas), bem como alguma forma de apresentação sistemática de estudos bíblicos. Em algumas escolas também são debatidos temas seculares sob a ótica doutrinária de cada denominação. Antigas revistas de escola dominical utilizadas pela Assembléia de Deus Os métodos didáticos utilizados são os comuns a outras práticas educativas: de acordo com a faixa etária da classe são utilizados elementos como vídeo, esquetes, marionetes, música, além das tradicionais brochuras com 13 lições que giram em torno de um tema central e que são utilizadas em praticamente todas as escolas dominicais, sendo geralmente produzidas por uma editora vinculada à própria denominação. Objetivos da Escola Dominical Evangelização - Fornecer aos novos convertidos e a membros da igreja estudo bíblico. Santificação - Ensinar os fiéis a viverem de acordo com os princípios bíblicos defendidos pela denominação. Serviço - Preparar e incentivar os membros a servir ao Senhor de diferentes formas: evangelizando, apoiando os enfermos e necessitados enfim trabalhar na obra tendo amor por ela e assim alcançar almas para o reino. Organização A distribuição de departamentos e classes geralmente se faz em função da idade e do gênero dos alunos. Na maioria das igrejas protestantes há pelo menos 3 turmas infantís (por exemplo: uma turma de 1 a 3 anos, outra de 4 a 7 anos e mais uma de 8 a 11 anos) somadas a uma turma de adolescentes (para alunos entre 12 e 18 anos), uma turma de jovens (que geralmente aceita fiéis até 30 ou 35 anos e em geral não recebe casados). Os casados e adultos maiores de 30 anos geralente são divididos em duas turmas, de acordo com o gênero, mas também há igrejas que reúnem homem e mulheres casados em uma só turma. Os professores das escolas dominicais são geralmente membros leigos e com larga experiência religiosa. http://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_Dominical
HOMENAGEM ESPECIAL ÀS CRIANÇAS DE JARDIM GUARATIBA
Bondade é a qualidade daquele que é bom. Há muitas coisas, ações, atitudes e pessoas que classificamos como bom. Esta classificação nos passa a impressão de que é bom, mas que sempre pode melhorar. E de fato é verdade, principalmente quando falamos de pessoas, pois o que é bom para uns não é bom para outros.
No Evangelho de Marcos há um jovem rico que ao se aproximar do Mestre o chama de bom e é rapidamente corrigido pelo Mestre que não aceita este título, pois somente Deus é bom. A bondade é um dos atributos de Deus e tudo que Ele faz é bom.
Assim como o jovem rico somos desafiados a nos despojar de tudo que temos para poder viver a bondade e não apenas ser sabedor de Sua bondade.
Quando confiamos nas coisas palpáveis e perecíveis deste mundo como dinheiro, poder, conhecimento, não conseguimos usufruir toda bondade que a nós esta destinada.
Vender tudo que temos muitas vezes não seria muito difícil se pudéssemos guardar um pouco. Entretanto ter que doar esse é o grande desafio do jovem. Abrir mão de tudo, não ter reservas para caso algo de errado ou não satisfaça. É viver pela fé e da fé que ainda que falte o pão Deus é bom, ainda que falte o abrigo Deus é bom, ainda que falte a saúde Deus é bom, ainda que faltem os amigos, família Deus é bom, pois ainda que tudo falte Ele continuará a ser bom pois ainda assim sei que Ele não me falhará.
Logo, para viver a bondade do Deus que é bom, se faz necessário crer e confiar que Ele nos cercará com seu cuidado e provisão e que a sua bondade e misericórdia certamente nos seguirão todos os dias de nossas vidas, porque Deus é Bom!
Então abra os lábios e cante esta canção... e sinta toda a bondade do Deus que é Bom!!!
Perfume e incenso trazem alegria ao coração; do conselho sincero do homem nasce uma bela amizade.Provérbios 27:9
Essa história eu ouvi na voz de Max Gehringer na CBN numa manhã em que seguia para o trabalho.
"Eu hoje me lembrei de uma dessas estatísticas baseadas mais no bom senso do que na técnica. É a regrinha dos cinco por cento. Segundo essa regra, de tudo o que nós escutamos, vemos, falamos, lemos ou escrevemos todos os dias, só cinco por cento realmente interessam. O resto é descartável. Dá mesma forma, de cada cem estagiários contratados por empresas, só cinco chegarão a cargos de chefia. De cada cem pequenos negócios que são abertos, só cinco se transformarão no sucesso que o dono sonhava. De cada cem bons alunos, só cinco repetirão na vida profissional o bom desempenho que tiveram na escola. A mesma regra vale para o trabalho. Se nós passamos 40 horas por semana em uma empresa, só durante cinco por cento desse tempo, ou duas horas, estaremos fazendo alguma coisa pela qual poderemos ser lembrados daqui algum tempo. As outras 38 horas são gastas em trabalhos de rotina, em reuniões, em conversas ao telefone ou em bate papos sem importância. Um teste que eu fazia comigo mesmo era me perguntar como eu tinha gasto minhas duas horas de criatividade na semana anterior. E, no mais das vezes, eu descobria que tinha sido simplesmente engolido pela rotina. Essa lição dos cinco por cento eu devo a meu saudoso professor Wantuil. Certa vez, depois de mais uma daquelas algazarras incontroláveis durante a aula, o professor Wantuil nos disse que os 95% dos alunos que quisessem continuar com a bagunça poderiam continuar a vontade, porque ele estava interessado só nos cinco por cento que iriam ser alguma coisa na vida. E a classe imediatamente ficou em silencio, porque todo mundo sempre se considera parte dos cinco por cento. Não sei se a lição funcionou no meu caso, mas certamente funcionou no caso do professor Wantuil. Porque eu devo ter tido uns 100 professores na vida, e ele é um dos cinco que eu ainda me lembro".
Depois da homenagem ao Professor Wantuil by Max Gehringer é que lhes apresento a minha história pelo dia do amigo deste ano.
Ontem, em função do dia do amigo, lembrei de perguntar no Twitter qual a característica o povo na rede esperava encontrar naqueles que consideram seus amigos. Dentre as muitas características que ouvi duas me chamaram especial atenção, a Sinceridade e a Presteza.
E me lembrei de uma história na Bíblia onde, com um olhar puramente humano, lemos a história de um amigo que não demonstrou tanta presteza assim, nem tanta sinceridade de sentimentos.
A história diz que:
“Haviam três irmão na cidade de Betania chamados Lázaro, Marta e Maria.
Lázaro estava doente e muito mal, então uma de suas irmãs, sabendo que Jesus podia curá-lo. Manda que chamem Jesus.
Jesus ao receber a noticia de que Lázaro estava mal de saúde diz a seu interlocutor: “Liga não, vai dar tudo certo.”
O trabalho de Jesus lhe consumiu por mais dois dias.
Quando Jesus chegou a casa dos irmãos já haviam quatro dias passados da morte de Lázaro.”
Somos cristãos mas, muitas vezes somos cheios de ansiedades e criancices.
Se um nosso amigo não tem presteza, não larga sua casa e seus afazeres para nos atender, tal como queremos ou julgamos precisar, “também não precisa dizer o que devo fazer, não liga mesmo para mim!”
Se a sinceridade não fala o que eu queria ouvir, “amigo nada é demagogo e hipócrita!”
Quero mais uma vez lembrar meus velhos antepassados:
- Amigo não erra nunca, porque já tem crédito ilimitado de perdão!
- Amigo nunca tá longe ou inacessível, ele mora no nosso coração e a simples lembrança da sua voz, conforta a nossa alma!
- Amigo é o irmão que nasceu de outros pais!
- Amigo é um anjo sem nome que surge em nossa escuridão para dar luz a nossa vida.
- Amigo é aquele que chega quando acaba a festa.
- O silencio do amigo diz mais que várias bibliotecas juntas.
Nesta em que se comemora o dia do amigo ou da amizade, quero lembrar de amigos que por força das contingencias não vejo há muito.
Aqueles que cresceram comigo, que comigo jogavam pelada na rua estrita do Caminho do Sebo.
Aqueles que juntos cresceram na Escola Dominical da mesma Igreja Metodista Wesley, de onde minha mãe saiu correndo para eu nascer.
Aqueles que cantaram juntos nos conjuntos e corais, da igreja da escola.
Lembrar amigos, lembrar histórias, esquecer que é Segunda-feira.
E pensando nisso, resolvi contar esta história abaixo e lembrar estas tres boas letras.
VENCEDORES POR CRISTO
INÍCIO
PROJETO7, foi este o nome dado pelo Pr Jaime Kemp, um jovem americano, casado com Judith Kemp, e estava no inicio do seu ministério. Desembarcou no Brasil em 1966/67 e em Julho de 1968, começava seu ministério através da Sepal (Serviço de Evangelização para a América Latina e hoje servindo Pastores e Lideres. O projeto a que se propunha, era o sétimo de seu ministério e o objetivo principal era formar uma equipe de jovens universitários e pré-universitários para receberem um treinamento bíblico, teórico e prático usando o período de férias escolares. A primeira equipe formada foi um sucesso e abriu espaço para outras.
O nome Projeto 7, logo foi substituído por Missão VENCEDORES POR CRISTO. Começava, então, um ministério voltado ao discipulado de jovens. Essas equipes seguiam o seguinte critério: Eram selecionados jovens de diversas denominações de igrejas evangélicas, e por três meses recebiam um treinamento. A música juntamente com testemunhos de vida foi o meio de comunicação adotado para falarem do amor de Deus de forma alegre e descontraída.
Mal sabiam do impacto que essas equipes causariam, transformando a vida de muitos jovens e a vida das igrejas. Foram 10 anos sob a direção do Pastor Jaime Kemp, e em 1978 ele passou a liderança, tornando Vencedores Por Cristo um trabalho inteiramente brasileiro. A música sempre foi o meio de comunicação adotado por Vencedores Por Cristo, letras com conteúdo bíblico, ritmos diversos, uma comunicação direta com o jovem . O uso de instrumentos modernos que para muitos era novidade, falava da salvação em Cristo de forma atual e contextualizada.
Foi o inicio de uma grande mudança que a igreja Brasileira passaria nos anos seguintes. Cada vez mais, os jovens se envolviam com Vencedores Por Cristo, e diversas equipes saiam pelos quatro cantos do país, cantando e falando do amor de Deus. Um trabalho pioneiro, a mídia pouco existia, e fazer-se ouvir, era um trabalho que exigia muita vida comprometida com Deus.
Diversos fatos marcantes, de viagens, apresentações, gravações, envolvimento de pessoas, marcaram o ministério de Vencedores Por Cristo durante todos esses anos. Viagens e mais viagens de carro, cruzando o país, tendo que muitas vezes dormir dentro dos carros pois o dinheiro não era suficiente para uma hospedagem, e tantas outras histórias.
Durante todo esse tempo, Deus enviando pessoas para ouvirem sua palavra e vidas sendo transformadas. Até 1997 56 equipes mais de 450 pessoas passaram pelo treinamento de Vencedores Por Cristo, sendo que quase a metade estão servindo a Deus em tempo integral. Vencedores Por Cristo além do Brasil já esteve no Canadá, República Dominicana, Estados Unidos e Portugal. É importante falarmos da história e de tudo que Vencedores Por Cristo já fez pela igreja Brasileira, lembrarmos dos grandes homens de Deus que passaram por Vencedores Por Cristo.
Escritórios no Brasil: Nossa sede está localizada em São Paulo e desde o ínicio de 2006 foi aberta uma base da Missão em Recife PE . Estamos com as portas abertas para receber irmãos que queiram conhecer mais de perto o trabalho da Missão.