terça-feira, 31 de janeiro de 2012

SINTA O PERFUME TE ENVOLVER



“Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço;” LC 6:38


Havia tempos atrás em minha cidade, um louco ou mendigo que à imprensa parecia profeta. Talvez por seus trajes e cajado, que trazia sempre à mão, ou por seu bordão repetido exaustivamente até hoje, anos e anos após sua morte.
Mesmo sem saber, ou de propósito mesmo, Gentileza nos legou uma forte mensagem cristã muito deturpada em nossos dias.
Ao afirmar que gentileza gera gentileza, ele nos fazia pensar em valores que hoje em dia estão cada vez mais desprezados.
Queremos tudo e ordenamos quem quer que seja a nos dar, até a Deus, esquecendo-nos de que de nada somos merecedores e que, por isso mesmo, somos carentes da graça de Deus e dos homens. Não importa se somos chefe ou patrão, ao pedirmos por favor reconhecemos no outro a graça que nele está e da qual somos carentes. O muito obrigado é a nossa declaração de que estamos dispostos a retribuir, a aquele que nos agraciou e a qualquer outro ser humano, com a mesma graça divina com a qual me vejo agora agraciado. Como é gratificante um sorriso e como é triste a vida de quem não consegue sorrir. Como é bom ouvir uma palavra terna, mas como há em nossos dias pessoas que não conhecem a ternura. Como é bom dar, pois só quem tem pode dar. Ser gentil e ter a gentileza em si mesmo e fazer dela seu modo de vida. Ser gentil é pedir o que não tem, não para si mas para abençoar outros.
Porque, como disse Jesus: é dando que recebemos! Exercitemos a gentileza dia a dia e, se não cansarmos desta estrada, a seu tempo veremos os frutos.
Gentileza gera gentileza, gera paz, gera alegria.
Gentileza é Deus em nós. Gentileza é amor.




“Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço;” LC 6:38


Havia tempos atrás em minha cidade, um louco ou mendigo que à imprensa parecia profeta. Talvez por seus trajes e cajado, que trazia sempre à mão, ou por seu bordão repetido exaustivamente até hoje, anos e anos após sua morte.
Mesmo sem saber, ou de propósito mesmo, Gentileza nos legou uma forte mensagem cristã muito deturpada em nossos dias.
Ao afirmar que gentileza gera gentileza, ele nos fazia pensar em valores que hoje em dia estão cada vez mais desprezados.
Queremos tudo e ordenamos quem quer que seja a nos dar, até a Deus, esquecendo-nos de que de nada somos merecedores e que, por isso mesmo, somos carentes da graça de Deus e dos homens. Não importa se somos chefe ou patrão, ao pedirmos por favor reconhecemos no outro a graça que nele está e da qual somos carentes. O muito obrigado é a nossa declaração de que estamos dispostos a retribuir, a aquele que nos agraciou e a qualquer outro ser humano, com a mesma graça divina com a qual me vejo agora agraciado. Como é gratificante um sorriso e como é triste a vida de quem não consegue sorrir. Como é bom ouvir uma palavra terna, mas como há em nossos dias pessoas que não conhecem a ternura. Como é bom dar, pois só quem tem pode dar. Ser gentil e ter a gentileza em si mesmo e fazer dela seu modo de vida. Ser gentil é pedir o que não tem, não para si mas para abençoar outros.
Porque, como disse Jesus: é dando que recebemos! Exercitemos a gentileza dia a dia e, se não cansarmos desta estrada, a seu tempo veremos os frutos.
Gentileza gera gentileza, gera paz, gera alegria.
Gentileza é Deus em nós. Gentileza é amor.




“Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço;” LC 6:38


Havia tempos atrás em minha cidade, um louco ou mendigo que à imprensa parecia profeta. Talvez por seus trajes e cajado, que trazia sempre à mão, ou por seu bordão repetido exaustivamente até hoje, anos e anos após sua morte.
Mesmo sem saber, ou de propósito mesmo, Gentileza nos legou uma forte mensagem cristã muito deturpada em nossos dias.
Ao afirmar que gentileza gera gentileza, ele nos fazia pensar em valores que hoje em dia estão cada vez mais desprezados.
Queremos tudo e ordenamos quem quer que seja a nos dar, até a Deus, esquecendo-nos de que de nada somos merecedores e que, por isso mesmo, somos carentes da graça de Deus e dos homens. Não importa se somos chefe ou patrão, ao pedirmos por favor reconhecemos no outro a graça que nele está e da qual somos carentes. O muito obrigado é a nossa declaração de que estamos dispostos a retribuir, a aquele que nos agraciou e a qualquer outro ser humano, com a mesma graça divina com a qual me vejo agora agraciado. Como é gratificante um sorriso e como é triste a vida de quem não consegue sorrir. Como é bom ouvir uma palavra terna, mas como há em nossos dias pessoas que não conhecem a ternura. Como é bom dar, pois só quem tem pode dar. Ser gentil e ter a gentileza em si mesmo e fazer dela seu modo de vida. Ser gentil é pedir o que não tem, não para si mas para abençoar outros.
Porque, como disse Jesus: é dando que recebemos! Exercitemos a gentileza dia a dia e, se não cansarmos desta estrada, a seu tempo veremos os frutos.
Gentileza gera gentileza, gera paz, gera alegria.
Gentileza é Deus em nós. Gentileza é amor.


sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

UM AMOR É PARA SEMPRE!

Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal, e a opressão não podes contemplar. Por que olhas para os que procedem aleivosamente, e te calas quando o ímpio devora aquele que é mais justo do que ele? Habacuque 1:13















BOM FINAL DE SEMANA

domingo, 15 de janeiro de 2012

PERDÃO SENHOR!





E, vendo ele a fé deles, disse-lhe: Homem, os teus pecados te são perdoados. Lc 5.20


Não obstante saibamos que a oração é o elemento cultico que aproxima o cristão de Deus, sabemos também que Ele não acolhe nossas orações de qualquer maneira e Ele mesmo estabeleceu as normas para uma oração que Lhe seja aceitável quando nos deu a Oração do Pai Nosso. E eu gostaria de colocar para você alguns destes impedimentos e, sendo bastante presunçoso, levar-te a refletir sobre estes aspectos.
Poxa Helielcio assim o Blog tá ficando chato!
Para você que pensou assim preciso te dizer que essa é a direção que tenho recebido do Senhor e te peço que me perdoe.
Aliás, começaremos estas considerações exatamente pelo perdão.
A ausência de perdão tem trazido muita doença ao Corpo de Cristo, perpassando aos membros deste corpo a dor e o sofrimento que Ele levou sobre si lá na cruz.
Não perdoar é, antes de tudo, negar a morte sacrificial do Senhor e recusar a porção 'semelhança' que nos foi dada pelo Criador.
Não perdoar é construir uma cadeia sem porta e se trancar dentro.
O não perdoar cria ainda mágoas, ressentimentos, baixo autoestima, depressão e, dizem muitos, até câncer.
Não receber o perdão como negar-se a Graça, é dizer ao Senhor:
“- O Teu sácrifício não valeu de nada!”
È tomar um veneno muito forte e desejar que o outro morra
Perdão é uma limpeza dos débitos. É como se você tendo feito uma compra muito grande, ao passar pelo caixa ele te diz, já foi pago!
Perdão é quando você, depois de cometer um crime hediondo, sabendo que vai passa muito tempo atrás das grades, se apresenta ao Juiz e Ele te fala, TUA FÉ TE SALVOU!
Perdão não apaga o mal feito, mas nos libera da culpa.
Perdão troca a nossa cruz, pelo amor.
Perdão nos faz livres!
A desculpa não tem esse poder. Ela cria razões para coisas que nem sempre tem razão.
A desculpa cria justificativas, enquanto o perdão é a justificação!
DEUS te abençoe e faça a tua vida mais feliz!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

A PORTA DA SALVAÇÃO

SARAH POULTON KALLEYUm Retrato de MulherNeste ano em que a Igreja Evangélica Presbiteriana de Portugal comemora 160 anos da formação da sua primeira igreja, na Ilha da Madeira e por isso se fala sobre o missionário escocês Robert Reid Kalley, que a organizou, achei por bem escrever algo sobre a sua Segunda esposa que tão importante foi na vida deste homem, tendo-me socorrido de um artigo biográfico publicado pela Biblioteca da Igreja Fluminense.O Dr. Kalley foi casado com uma senhora que se chamava Margareth que faleceu com tuberculose. Sarah foi a Segunda esposa e a história desse amor começou no Médio Oriente.Sarah Poulton Wilson nasceu em Nottingham a 25 de Maio de 1825. A sua mãe morre quatro dias depois do seu nascimento. O seu pai chamava-se William Wilson e a sua mãe Sarah Morley. Ela era irmã de Samuel Morley membro do parlamento na Inglaterra.Com um pai jovem a pequenina Sarah necessitava de uma mãe por isso o seu pai voltou a casar com Eliza Read e outros filhos nasceram. A esposa era doente e por isso tiveram que se mudar para outro lugar, Torquay. Apesar do pai Ter casado e Ter constituído outra família, Sarah viveu algum tempo em casa da sua avó paterna, não muito longe do resto da família para estudar e entrar no internato, em Camberwell, ao sul de Londres.Passou seis anos nesse colégio e era vista como uma menina alegre. Foi uma aluna brilhante e tornou-se uma boa pianista, pintora, poetisa e poliglota (domínio de diversos idiomas). O tempo que passou no colégio preparou-a para a vida como mais tarde vem a demonstrar. Tinha muita habilidade para ensinar e seu pai que era superintendente de Escola Dominical dá-lhe uma classe de rapazes, na capela que ele tinha construído em Torquay (naquele tempo não havia classes de rapazes e raparigas, estavam separados). Isso não lhe chega e por isso inicia um curso nocturno para os rapazes que trabalhavam de dia, dando a esses jovens conhecimentos gerais, nunca os perdendo de vista. Saliento três nomes desses alunos e o que eles foram na vida: William Cooksley foi Pastor da Igreja Congregacional, Jame Hamlym foi capitão numa companhia de navios nas Índias Ocidentais, Will Deatron Pitt foi o primeiro a ir para o brasil para ajudar o casal Kalley e mais tarde tornou-se Pastor Presbiteriano.A família de Sarah era descendente dos huguenotes – cristãos reformados que viviam em França nos séculos XVI e XVII. Estes cristãos eram perseguidos ferozmente e são ainda hoje lembrados pela terrível carnificina conhecida como “a noite de S. Bartolomeu”. Aproximadamente 200.000 huguenotes fugiram para os países mais perto da França: Suiça, Holanda e Alemanha e a família de Sarah fugiu para Inglaterra. Estabeleceram-se na cidade onde ela nasceu, assim com Torquay e Mansfield. Dedicaram-se à indústria têxtil.No ano de 1851, o seu irmão Cecil Wilson que estava tuberculoso foi enviado para o Egipto para se recuperar.Tal não aconteceu e o pai juntamente com o outro filho Henry e Sarah foram encontrar-se com ele em Beirute. Outra finalidade da viagem era a de encontrarem o Dr. Robert Reid Kalley que em 1851 perdera a sua esposa com a mesma doença. A esperança do pai de Sarah estava depositada neste médico, que depois de examinar o doente, dado o seu estado avançado de tuberculose, declarou a sua impotência para reverter a situação. Deste encontro resultou mais do que o diagnóstico do Dr. Kalley. O irmão de Sarah faleceu, mas o médico, que não lhe era totalmente desconhecido – pois ouvira falar dele e sobre o seu trabalho que tinha feito na ilha da Madeira, inclusive as perseguições por causa do Evangelho – impressionou muito esta jovem. Deste encontro nasceu o amor que os uniu até ao fim das suas vidas. O casamento de Sarah com Robert foi muito pensado por ela. Diz o seu irmão John que durante o noivado os dois passaram muito tempo juntos estudando. Casaram-se no dia 14 de Dezembro de 1852.O seu trabalho, ao lado de Kalley, foi fundamentalmente realizado no Brasil. Aí, são também perseguidos: Rio de Janeiro, Petrópolis, Niterói e Pernambuco. Mas Sarah não se deixa intimidar por isso. Para aquela época era-lhe impensável um determinado número de coisas, dada a sua condição de mulher, mas ela não desistiu dos seus ideais. Fundou a primeira Sociedade de Senhoras a 11 de Julho de 1871, com onze senhoras. No que diz respeito à música ela escreveu letras e melodias para muitos hinos quando foi editado pela Igreja Evangélica Fluminense, o primeiro Salmos e Hinos. Quantos hinos nós cantamos sem saber que foram escritos por Sarah Kalley? No Celebrai com Alegria temos muitos conhecidos e que são cantados com regularidade. Falam de vários temas, desde as crianças aos de consagração e outros. Se forem ao índice dos autores e virem as iniciais S.P.K. saberão que foram compostos por Sarah Poulton Kalley. O casal não teve filhos, mas adoptaram duas crianças, um rapaz, João Gomes da Rocha e uma menina, Silvana Azara.Sarah Poulton Kalley faleceu a 8 de Agosto de 1907 na sua casa em Edimburgo (Escócia) e foi sepultada no Dean Cemitery, junto de seu marido.


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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

COMO COMEÇAR BEM UM ANO NOVO!





O SENHOR reina; regozije-se a terra; alegrem-se as muitas ilhas. Salmos 97:1
Era o primeiro dia útil do ano e ao chegar a meu local de trabalho tudo estava igual ao ano que findara. Lembro-me de ouvir chefes e colegas se abraçando e desejando feliz ano novo no nosso ultimo encontro, lembro-me de seus desejos e expectativas, lembro-me do que disseram sobre as novidades para este novo ano. Mas, tudo estava como antes! O chefe cobrando prazos e metas, cada um achando que seu setor é mais importante que o outro, todos preocupados com a produtividade do ano e, hoje, ainda é só o primeiro dia. A menina do cafezinho é a única que parece calma. Executa seu trabalho com calma e presteza e antecipa-se aos pedidos. Curioso, convido-a a minha mesa e pergunto-lhe como consegue, apesar do chefe, dos colegas, da vida corrida, da família e dos amigos, mante-se calma? Ele me responde ponderadamente: “Todos os dias, ao chegar ao trabalho, antes de ligar as máquinas e acender o fogo, eu ponho duas xícaras, uma de cada lado da mesa, sento-me de um lado e convido Jesus a sentar-se comigo à mesa e partilhar meu café, converso com Ele sobre a minha noite, minhas expectativas para o dia, convido-O a estar comigo, a me ajudar no controle da ansiedade, a não permitir que eu espere mais do que as pessoas podem me dar e, assim, mantenho-me serena todo o dia. Acredite, é o café mais gostoso que preparo!” Assim, com este testemunho, quero iniciar o meu ano. Jesus, quando eu não tiver forças suficientes para Te convidar para um café comigo, permita-me estar de joelhos para caminhar um pouco mais!