quinta-feira, 27 de maio de 2010

A HISTÓRIA DE CRISTO

Letra: Arabella Katherine Hankey (1834 - 1911)
Música: Willian Howard Doane (1832 - 1915)
Este magnífico cântico foi traduzido para quase todas as línguas. Porém, somente tornou-se famoso depois que o Dr. W. H. Doane escreveu a melodia para ele. O grande Ira D. Sankey foi um dos que grandemente contribuíram para aumentar sua popularidade.
Arabella Katherine Hankey nasceu em Clapham, Londres, Inglaterra em 1834. Era ativa na Escola Dominical e no trabalho da desde seus primeiros anos. A evidência de seu profundo interesse e solicitude pelos outros pode ser vista imediatamente. Por exemplo, antes de atingir os vinte anos de idade, Kate dirigiu uma grande classe bíblica para moças. Afeiçoou-se tão profundamente às suas alunas que por mais de cinquenta anos manteve contato com muitas delas. Muitas vieram de grandes distâncias para assistir ao seu funeral - cinquenta anos depois de haver lecionado para elas.
A letra deste hino é parte de um longo poema intitulado "A Velha, Velha História", escrito em 1866. A primeira parte é um poema de cinquenta estrofes, intituladas "A História Desejada", com data de 29 de janeiro de 1866. A segunda parte é intitulada "A História Contada", com data de 18 de novembro de 1866. A autora contraiu uma grave enfermidade pouco antes de compor o poema e passou os longos dias de convalescença escrevendo o poema.
A Srtª Hankey conta: - “Escrevi a primeira parte perto do fim de janeiro de 1866. Estava adoentada naquele tempo, justamente me restabelecendo de uma severa enfermidade, e a primeira estrofe indica realmente meu estado de saúde, pois estava completamente fraca e cansada. Quando escrevei a primeira parte, eu o pus de lado, e apenas no mês de novembro do mesmo ano completei o poema todo.”
Sobre a música, Doane escreveu: - “Em 1867 eu estava assistindo à Convenção Internacional da Associação Cristã de Moços, em Montreal. Entre os presentes estava o Major General Russell, comandante das forças inglesas no levante Feniano. Ele se levantou na reunião e leu as palavras deste cântico de uma folha de papel almaço: lagrimas rolaram-lhe pelas faces bronzeadas. Escrevi a música para o cântico numa tarde de calor, viajando numa diligencia entre 'Glen Falls House' e 'Grawford House' nas Montanhas Brancas. Nessa mesma tarde cantamo-lo na sala de visitas do hotel, Nós o achamos lindo, embora não pudéssemos antever a popularidade que lhe seria atribuída posteriormente.”
Este cântico é verdadeiramente a história do Evangelho e tem tocado inúmeros corações através dos anos, com sua pura beleza de expressão e conteúdo de verdade. Prestamos homenagem à senhora que escreveu as palavras e ao homem que as musicou tão belissimamente.
Fonte: Histórias de Hinos e Autores - CMA - Conservatório Musical Adventista


Dr. WH Doane: Compositor de Hinos
Pequena biografia
Não há praticamente um lugar na terra onde a civilização levou sua maneira que a influência do Dr. Doane não foi sentida ...
É uma das coisas maravilhosas dessa idade que o trabalho do homem, se é meritório, pode ter uma influência no mundo inteiro. Se ele inventa uma valiosa ferramenta ou máquina, a sua utilização não se limita a um determinado país. Se ele escreve uma bela história ou música, é traduzido em muitas línguas, e seus ecos vão de boca em boca "a terra ao redor."
Assim é com a música que o Dr. Doane tem escrito, que foi levada para todas as terras onde a música é apreciada e traduzida em quase todas as línguas. Embora alguns dos milhões que cantar a sua música não pode saber o seu nome, mas a consciência da sua parte que ele tem a sua felicidade, e decorados para as suas emoções asas com as quais são suportadas seus louvores e súplicas ao nosso Pai comum, deve ser suficiente para a glória dele. Quase nenhum de nós se contenta em dizer: "Agora deixai Tu Teu servo partir em paz", poderíamos ter esse ponto de vista das influências do nosso trabalho.
William Howard Doane nasceu 03 de fevereiro de 1832, em Preston, Connecticut. Seu pai era chefe da firma de Doane e tratar, os fabricantes de algodão. Na tenra idade de quatorze anos, ele foi escolhido o líder do coro da Academia de Woodstock, uma Congregacional escola, onde tinha sido colocado por seu pai. Durante o último ano de sua estada ali foi convertido. Sua mãe era um batista, ele uniu com a igreja em Norwich, Connecticut.
Em 1847, tornou-se um caixeiro no escritório de seu pai, e três anos mais tarde, se engajou com a empresa JA de Fay & Co., fabricantes de máquinas para madeira, cujo escritório principal foi, então, em Norwich, Connecticut. Em 1860 ele se tornou o sócio-gerente da empresa, com sede em Cincinnati, onde desde então residia.Com a morte do sócio sênior, a empresa tornou-se uma sociedade, da qual ele se tornou presidente. É um dos negócios mais extensos em sua linha, ter conexões em muitos dos principais centros mercantis do mundo. Com tais interesses grandes empresas a seu cargo, parece notável que ele deveria ter ganhado proeminência como na música. Mas a música era dele e ele deve encontrar expressão. Não seria sufocada, portanto, em todas as fases de sua carreira achamos afirmar.
Compôs sua primeira música em seu décimo sexto ano. Em 1852 ele foi o maestro da Sociedade Harmônica Norwich. Em 1862 apareceu seu primeiro livro, intitulado "Escola Sabatina Gems", seguido em 1864 por "Little Sunbeams", e em 1867 veio o livro notável, "Silver Spray", que talvez fosse o mais popular da escola dominical-book do seu dia. Depois, seguiu, em 1868, "Songs of Devotion", para uso nas igrejas, que era muito popular.
Ele então se tornou associado com o Rev. Robert Lowry em muitas obras musicais, a maioria dos quais foram emitidos pelos Srs. Biglow & Main, em Nova York.
Dr. Doane é justamente célebre por conta de suas cantatas de Natal. Ele popularizou bastante o negócio cantata de Natal, através da emissão de um direito, "Santa Claus", alguns anos atrás. A circulação de livros com o seu nome tem sido em todo o mundo, e os exemplares vendidos são contados aos milhões.
Dr. Doane é de estatura mediana, temperamento nervoso e rápido em todos os seus movimentos, sempre alegre, bondoso e generoso. Juntamente com suas realizações educacionais e experiência em negócios maduros, ele é um amante do lar, a igreja e o país que o tornou querido para os amantes de instituições norte-americanas onde ele é conhecido.
Ele tem uma bela residência de Mount Auburn, uma das colinas de Cincinnati, onde mora a felicidade com a esposa da sua juventude (sendo ela a filha do ex-parceiro de seu pai), e duas filhas, realizado.
Seu estudo, ou sala de música, é uma característica única de sua casa. É o mais completo em todos os aspectos como sabor, cultura, pesquisa e dinheiro pode fazê-lo. Como você entra nele, sobre a porta na popa é feito em vidro fosco em personagens do musical de abertura, "Lar, Doce Lar". No teto, no interior, em vários pontos, são pedaços de afrescos comemorando composições musicais e belas artisticamente. Belas fotos, principalmente de temas musicais, adornam as paredes, com uma extensa coleção de instrumentos mais antigos do Egito, México, Burmah, Japão, África, Rússia, Turquia e Síria, algumas das quais estão a ser dito várias centenas de anos. E há um grande órgão de tubos, dirigida por um motor a água, e sobre o órgão, em afresco, quatro medidas de "Hallelujah Chorus".
Também existem pianos, um órgão de armário, harpa e todos os instrumentos modernos. A biblioteca é extremamente fina, e uma das maiores do país, contendo manuscrito pergaminho, datado do século VIII, fac-símiles da partitura original de “O Messias de Handel”, e o manuscrito original e autógrafos de quase todos os velhos mestres, incluindo Beethoven, Mendelssohn, Mozart, Handel, Meyerbeer, e também Dr. Lowell Mason, Dr. Thomas Hastings, Wm. B. Bradbury, Dr. Geo. F. Root, PP Bliss, Rev. Robert Lowry, e outros compositores americanos.
Dr. Doane é um membro ativo da Igreja Batista de Mount Auburn, Cincinnati, e durante vários anos foi superintendente da sua florescente escola dominical, um dos maiores da cidade. Há algum tempo desde que ele e sua família passaram quase dois anos na Europa, visitando a Terra Santa, ocasião sendo a exibição de algumas de suas máquinas, em uma exposição Europeia, à qual, aliás, levou o maior prêmio. O Mount Auburn Escola Dominical deu um "acolhimento" serviço em seu retorno. Era um caso esplêndido. A aula foi decorada com bom gosto, e sobre a plataforma estava um grande navio chamado floral do Majestic", em homenagem a aquele que trouxe o doutor e sua família sobre o oceano em seu retorno, e quando ele veio em todos eles - pouco e grandes - deu-lhe a saudação Chautauqua, e prosseguiu com um serviço especialmente preparado, que foi único e belo. As manifestações foram universais e calorosas, e mostrou que o seu superintendente tinha um lugar quente em seus corações.
Dr. Doane é um homem liberal. Entre seus benefícios estão "Doane Hall" e Doane Academia de Denison University, e ele e o falecido Sr. João Igreja, da Igreja John Co., doados pelas receitas do "Silver Spray de dinheiro" para comprar o grande órgão de tubos em Câmara YMCA, em Cincinnati. O órgão é chamado de "Silver Spray". Dr. Doane é um membro ativo do YMCA, e um dos seus apoiadores ativos.
Ele escreve suas músicas em casa [à noite]. No entanto, ele carrega seu pequeno caderno com ele, de modo a estar preparado para anotar, onde quer que seja, as inspirações que podem chegar a ele. Seu estilo de música é peculiar, e apresenta uma grande versatilidade de talento.
Dr. Doane elaborou alguns livros de quarenta anos, e escreveu cerca de vinte e trezentas canções, baladas, cantatas, etc, também uma série de peças vocais e piano em forma de folha. Algumas de suas peças mais populares são: "Salvo nos braços de Jesus", "The Old, Old Story", "Pass Not Me", "A Few More marchas", "Mais Amor de Ti, ó Cristo", "Cada dia e hora”," Rescue a perecer”," Perto da cruz”," Draw Me Mais perto”," ele poderá encontrar-nos assistindo”, e muitos outros.
Em 1875, Denison University concedeu-lhe o título de Doutor em Música.
Enquanto o médico está bem avançado em anos, ele ainda está ativa e entusiasta. Ele pode viver por muito tempo para preencher o seu lugar de destaque na casa, e para contribuir com seu talento e do gênio de seu campo maior - o mundo. [Dr.Doane morreu em 1915.]
Copiado por Stephen Ross para WholesomeWords.org da biografia do Evangelho de Song e Escritores Hymn por JH Hall. New York: Fleming H. Revell, © 1914.


A HISTÓRIA DE CRISTO

Conta-me a história de Cristo,
Grava-a no meu coração!
Conta-me a história inaudita
De graça, paz e perdão.
Conta como ele, encarnando,
Veio no mundo morar;
Aos pecadores indignos,
De Deus o amor revelar.

Conta como ele, bondoso,
Nunca a ninguém rejeitou!
Como, de mãos estendidas,
Todos a si convidou!
Como o Senhor jamais pode
Seja a quem for, rejeitar,
Se, convencido e contrito,
O seu convite aceitar!

Conta-me as duras afrontas
Que mansamente sofreu!
Como na cruz, levantado,
Ele por ímpios morreu!
Dá-me o viver na certeza
De que foi mesmo por mim,
Pois seu amor inefável
Não tem mudança nem fim!


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sexta-feira, 21 de maio de 2010

SERÁ QUE ESTAMOS INFLUENCIANDO?



(click na foto para ler melhor)


Não sei se foram inspirados pelo nosso Bloguinho, mas que gostamos muito, isso é verdade!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

A DEUS DEMOS GLÓRIAS





”Anunciarei o teu nome a meus irmãos, cantar-te-ei louvores no meio da congregação”. Hb 2:12




The story of “To God be the glory”

Letra: Frances Jane Crosby ["Fanny Crosby"] (1820-1915)
Música: William Howard Doane (1832-1915)

“Exultai! Exultai! E louvai com fervor!
A Jesus, exaltai, a Jesus Redentor!
A Deus Pai bendizemos, porquanto do céu
Seu Filho bendito por nós todos deu! ”

“É verdade que já falamos de Fanny Crosby pelo menos uma vez aqui, mas vamos falar ainda muitas vezes desta menina cega que nos legou um incrível numero de hinos de Louvor a Deus.” H.O.R.

Há palavras de louvor mais conhecidas ou mais amadas do que estas em nossas igrejas? Dar glória a Deus deve ser o maior desejo de cada crente e de cada igreja. Como diz Hebreus 2. 12: ”Anunciarei o teu nome a meus irmãos, cantar-te-ei louvores no meio da congregação”. Devemos estar sempre prontos a louvá-lo por ter-nos enviado o nosso Salvador. Devemos sempre ser aptos a reconhecer a mão de Deus, que nos abençoa em tudo que procuramos fazer para ele em nossas igrejas. Johann Sebastian Bach teve toda a razão quando declarou: ”O alvo e razão de existência para toda a música deve ser nada menos que a glória de Deus”. Glorifiquemos a Deus com este maravilhoso hino de louvor.

A prolífica poetisa Fanny Crosby escreveu este hino. Difere da maior parte dos seus hinos por expressar o louvor mais objetivo, e não o típico testemunho ou a experiência pessoal característico da sua época.

Fanny Crosby nasceu no condado de Putnam, Estado de Nova Iorque, em 24 de março de 1820. Seus pais, fazendeiros pobres, eram puritanos dedicados, descendentes dos fundadores da Colônia da Baia de Massachusetts e membros da igreja presbiteriana. Por causa de um tratamento errado duma inflamação dos seus olhos, Fanny ficou praticamente cega com seis semanas de idade, podendo perceber somente uma luz brilhante. Em novembro daquele ano seu pai, John Crosby, morreu. Por necessidade, sua mãe. Mercy, foi trabalhar numa fazenda vizinha, deixando Fanny aos bons cuidados da sua avó, Eunice. Para outra pessoa, ser cega poderia ser o fim, mas não para Fanny. Sua avó decidiu ser seus olhos. Dedicando-se de corpo e alma ao bem da sua neta, ensinou-a muitas coisas que fariam dela uma menina independente e alegre. Dela Fanny aprendeu a arte da descrição: dos pássaros, do pôr do sol, cujas cores ela podia às vezes perceber vagamente, e das flores.

Dela Fanny aprendeu a amar e decorar a Palavra, a orar, a se unir com os crentes na Igreja e cantar, o que Fanny amava demais, decorando os Salmos com grande rapidez. Ainda criança, Fanny, quando desanimada pela cegueira, perguntou a Deus se, mesmo cega, poderia ser uma filha dele. Testemunhou, mais tarde, que ouviu a voz de Deus dizendo a ela; “não se desanime, menina. Um dia você será muito feliz e operosa mesmo na cegueira”.

A tradução literal duma poesia escrita por ela aos oito anos mostra sua personalidade:

Então pode chorar e soluçar porque sou cega

Oh, que menina contente sou eu,
Apesar de não poder ver,
Pois decidida estou que
Neste mundo alegre serei!
Quantas bênçãos recebo eu
Então pode chorar e soluçar porque sou cega
Porque isso não farei!

Este poema foi profético, pois Fanny Crosby seria, em toda a sua vida, caracterizada pela alegria.

Com a idade de 15 anos, Fanny entrou no Instituto Para Cegos, em Nova Iorque , com excelente aproveitamento. Continuou no seu hábito de escrever poesia, muitas vezes solicitada a suprir a letra para músicas que lhe eram entregues. Além de tocar violão, que aprendera quando criança, tornou-se cantora concertista, pianista talentosa e proficiente e aprendeu o órgão e a harpa. Ao se formar, tornou-se professora da instituição.

Em 1850, depois de passar alguns meses considerando se ela era realmente salva, num camp meeting ao som do hino Por Meus Pecados Padeceu de Watts, Fanny recebeu a certeza de sua salvação. ”Minha alma inundou-se com a luz celestial”, testificaria depois. Levantou-se exclamou: “Aleluia! Aleluia!” Entregando sua vida totalmente a Cristo, ela disse: ”Pela primeira vez entendi que estava procurando segurar o mundo em uma mão e o Senhor na outra”.

Fanny começou a suprir letras para canções e cantatas do destacado compositor George F. Root. Obtiveram muito sucesso. Mas o compositor que usou a vida de Fanny foi Willian B. Bradbury. Procurando quem escrevesse letras para seus hinos e ouvindo da capacidade de Fanny, procurou-a. “Fanny”, disse ele, “dou graças a Deus que nós nos encontramos, porque acho que você pode escrever hinos”. A seu pedido, Fanny escreveu um hino e lho deu. Bradbury estava entusiasmado, e ali começou uma parceria que continuaria até a morte dele. “Parecia que a grande obra da minha vida começara”, escreveu a poetisa que continuaria a escrever, dando ao mundo mais de 9.000 hinos!

Aos 38 anos, Fanny casou-se com Alexander Van Alstyne, músico cego, conhecido como um dos melhores organistas em Nova Iorque. Homem bonito, jovial e muito apreciado, empregou-se em várias igrejas como organista e ensinava órgão para sustentar a família. Tiveram um filhinho, mas esse morreu na infância.

Poucos souberam sobre ele: ”Van” compôs melodias para alguns dos textos de Fanny, mas não perduraram. Um hinário que os dois prepararam não foi aceito pela editora, porque, disseram, não queriam um hinário somente de duas pessoas.

Nos anos que seguiram, Fanny continuaria a escrever letras para hinos dos mais conhecidos hinistas. Chegou a usar 204 pseudônimos! Nunca fez questão de remuneração adequada. Morava em lares muito simples, vivia modestamente e dava muito do que recebia aos outros. Não se gabava na sua fama. Conheceu mais de um Presidente do seu País. Foi a primeira mulher a falar diante do Senado dos Estados Unidos. Pregava nos púlpitos de grandes igrejas e fez conferências em muitos lugares. À sua própria maneira, tornou-se um dos evangelistas mais proficientes da sua época. Amava o trabalho das missões como o Exército de Salvação, Associação de Moços Cristãos, e a famosa Bowery, que trabalhavam com os alcoólatras e necessitados. Cooperava nestes trabalhos, dando muito de si.

Embora fosse mulher muito pequenina, parecia ter energia ilimitada. Mulher de oração, nunca escrevia um hino sem ter orado, pedindo a direção de Deus. Gostava das horas da noite para comunhão com seu Senhor. Possuindo uma memória extraordinária, conhecia muitos livros da Bíblia de cor. Nunca gostou de usar o Braile, e decorava seus textos, ditando até quarenta deles de uma só vez à pessoa que consentisse em escrevê-los. Compôs músicas de grande beleza, mas se recusou a publicá-las. Publicou cinco volumes de poesias. Escreveu o libretto de um oratório.

Uma vez, questionada como podia escrever tantos hinos, Fanny comentou:

“Que alguns dos meus hinos foram ditados pelo Espírito Santo, não tenho nenhuma dúvida; e que outros foram o resultado de profunda meditação, sei que é verdade; mas que o poeta tenha o direito de reclamar mérito especial para ele mesmo é certamente presunção. Sinto que há um poço de inspiração do qual podemos tirar os tragos efervescentes que são tão essenciais à boa poesia. (. . . ) Às vezes o hino vem a mim por estrofes, e precisa somente ser escrito, mas nunca peço que uma porção de um poema seja escrita até que o poema todo seja completo. Então geralmente preciso podar e revisar muito. Algumas poesias é verdade, vêm completas, mas a maioria, não. (. . . ) Nunca começo um hino sem primeiro pedir meu bom Senhor para ser minha inspiração no trabalho que estou a começar.”

Fanny Crosby, que ministrou e continua a ministrar ao mundo todo com suas mensagens que “tocam o coração”, poucos dias antes da sua morte, numa visita de obreiros, falou estas palavras muito significativas:

“Creio que a maior bênção que o Criador me proporcionou foi quando permitiu que a minha visão externa fosse fechada. Consagrou-me para a obra para a qual me fez. Nunca conheci o que é enxergar, e por isso não posso compreender a minha perda. Mas tive sonhos maravilhosos. Tenho visto os mais lindos olhos, os mais belos rostos e as paisagens mais singulares. A perda da minha visão não foi perda nenhuma para mim.”

Fanny faleceu em Bridgeport, Estado de Connecticut em 12 de fevereiro de 1915. A pedra da sua sepultura é simples. Como pedira; tinha simplesmente as palavras Aunt Fanny – She Did What She Could. (Tia Fanny – Ela fez o que pôde). Em 1955, um grande monumento foi erigido sobre o seu túmulo homenageando esta serva de Deus e incluindo a primeira estrofe de Que segurança! Sou de Jesus!

O compositor publicador William Howard Doane, um dos parceiros mais bem sucedidos de Fanny, musicou esta letra e publicou o hino na sua coletânea Brightest and Best (O Mais Brilhante e o Melhor) em 1875. O ilustre hinólogo W. J. Reynolds acha estranho que o hino não fosse incluído logo nas seis coletâneas de Gospel Hymns publicadas por Bliss e Sankey nos Estados Unidos, porque Sankey o introduziu nas suas campanhas evangelísticas com Moody na Inglaterra em 1873-1874 e incluiu-o nas suas coletâneas publicadas naquele país, os Sacred Songs and Solos (Cânticos e Solos Sacros – coletânea que continua a ser publicada até hoje), Por isso, o hino não foi bem conhecido nos Estados Unidos até que a equipe de Billy Graham o trouxesse das suas campanhas na Inglaterra em 1954. Assim, este hino favorito dos crentes brasileiros foi redescoberto na América do Norte, tornou-se muito amado e aparece em muitos hinários mais recentes.

O nome da melodia, TO GOD BE THE GLORY, corresponde ao título original do hino, bem traduzido para o português, “A Deus Demos Glória.”

Este hino foi primorosamente traduzido pelo Pastor Joseph Jones em 1887 e entrou nos hinários evangélicos mais antigos no Brasil.

Joseph Jones (1848-1927) nasceu em Portugal, filho de ingleses. Em 1857, aos 23 anos, converteu-se através do testemunho de membros duma família batista. Foi batizado em Londres. Retornou a Portugal e, onde iniciou atividades evangelísticas. Apesar da perseguição, Jones abriu uma Casa de Oração no subúrbio de Bonsucesso, na Ilha Mastro, perto do local onde mais tarde seria construído o tabernáculo batista.

Bibliografia: Jackson, Samuel Trevena. Fanny Crosby’s Story of Ninety-four Years, New York, Revell, 1915, p. 33, em: Ruffin, Bernard, Fanny Crosby, Philadelphia, PA, United Church Press, 1976, p. 28.

http://musicaeadoracao.wordpress.com/




A Deus bendizemos: por seu grande amor
Seu Filho bendito por nós todos deu;
E graça concede ao mais vil pecador,
Abrindo lhe a porta de entrada no Céu.

“Exultai! Exultai! E louvai com fervor!
A Jesus, exaltai, a Jesus Redentor!
A Deus Pai bendizemos, porquanto do céu
Seu Filho bendito por nós todos deu!

Oh! Graça real! Assim foi que Jesus,
Morrendo seu sangue por nós derramou
Herança nos Céus, com os salvos em luz,
Legou nos Aquele que o preço pagou.

Tal prova de amor nos persuade a confiar
Nos merecimentos do Filho de Deus;
E quem a Jesus, pela fé, se entrgar,
Vai vê ló sentado na glória dos Céus




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quinta-feira, 13 de maio de 2010

VOCE É LIVRE?



O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para ... a apregoar liberdade aos cativos ... Lc 4:18-19



Nesta data, há 202 anos, nós brasileiros, em especial nós negros brasileiros, comemoramos a Abolição da escravatura mas, muitos de nós (todos os homens e mulheres) ainda vivemos escravos, do pecado, da culpa, do vício e de tantos outros males.
Vivemos acorrentados a esperanças falidas, no "pau de arara" do trabalhar só pelo dinheiro, nas celas de dívidas que não se pode pagar, nos calabouços dos favores governamentais.
Hoje é dia dos "pretos", dos pretos gordos, dos pretos pobres que dependem das "cotas", dos pretos que carecem das bolsas familia, dos pretos marginalizados, dos pretos que a Abolição escravizou.
Desde pequeno ouvi dizer que era dia dos "pretos velhos", mas não só dos "pretos velhos" é dos pretos jovens, dos pretos de pele branca que não suportam tanta distancia que a cor da pele provoca.
Hoje é um dia para pensarmos na "tal liberdade" mas, o que é liberdade? Se há tantos de nós que estão presos aos vícios, algemados nas mentiras que um dia contaram para "contornar as coisas", encarcerados pelo desejo na pornografia e prostituição.
Muitos esperam, pelo que não virá, de homens e governos, de lideres religiosos e de familiares. Nós porem esperamos pelo Senhor que está entre nós e nos liberta.


Hoje é o dia da Abolição e Deus tem planejado te libertar hoje do consumismo desenfreado, da dependência do que tira a sua paz, Deus quer te fazer LIVRE.
PAZ!



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* Pretos = discriminados!

segunda-feira, 10 de maio de 2010

UNIDO COM CRISTO





E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século. Mt 28.20




Em 1893, Henry Varley, um pregador leigo inglês, disse para o evangelista major Daniel Whittle: "Não gosto muito do hino Cada Hora Preciso de Ti porque eu preciso de Cristo cada momento do dia." Depois de refletir sobre esse comentário, Whittle escreveu o texto deste hino. Deu-o para a sua filha May, uma excelente musicista, e ela compôs uma cativante melodia para ele. Em seguida, seu colega, o evangelista cantor Sankey, publicou-o nos Estados Unidos e na Inglaterra, primeiro em folheto, depois nos seus hinários. O notável pregador e escritor, o Dr. Andrew Murray, adotou-o como seu hino predileto, pedindo a sua esposa para cantá-lo em quase todos os seus cultos na África do Sul.

O autor do hino, Daniel Webster Whittle, nasceu em 22 de novembro de 1840, em Chicopee Falls, Estado de Massachussetts, EUA. Trabalhou na Wells-Fargo Company, em Chicago, até alistar-se no exercito da União, em 1861. Durante a Guerra Civil, Whittle atingiu o posto de major, titulo que conservou até sua morte.

Após o combate feroz em Vicksburg, Virginia, no qual perdeu o braço e foi aprisionado, o major Whitlle entregou-se a Jesus. Desejando algo para ler durante seu a recuperação, procurou em sua mochila e encontrou o Novo Testamento que sua mãe colocara ali. Começou a lê-lo. Certa noite, foi acordado por um guarda que o chamava: "Venha, major, venha orar com um rapaz que esta morrendo! " "Mas eu não sei orar, cabo, jamais orei com alguém", foi sua resposta. "Venha, major, ele precisa de alguém", insistia o cabo. Correndo, então, Whitlle foi ao encontro do moribundo. Este agonizava e pedia: "Ore por mim! Não estou preparado para morrer!" Impressionado, caiu de joelhos e pediu a Deus que salvasse o rapaz. Quando levantou os olhos, o rapaz estava morto, mas havia uma expressão muito tranqüila no seu rosto. Ao contar desta conversão o major falava: "Espero encontrá-lo no céu. "

Depois da guerra, Whitlle tornou-se tesoureiro da Elgin Watch Company, mas, com a influência de Dwight L. Moody, deixou o cargo para dedicar-se à evangelização em 1873. Deus o abençoou. O músico e hinista Philip Paul Bliss trabalhou com ele nas suas campanhas evangelísticas até a morte trágica do hinista. Depois, cooperaram no seu ministério outros dois cantores e hinistas: James McGranahan e George Coles Stebbins. Milhares de pessoas aceitaram a Cristo através destas campanhas.

O major Whitlle foi autor de vários poemas e de muitos hinos que ele assinava com o pseudônimo "El Nathan", Um bom número apareceu em hinários brasileiros. Além de Cada Momento, mais três dos seus melhores hinos, são verdadeiros desafios para a nossa vida espiritual. Estes hinos foram vivenciados na vida consagrada do major Whitlle.

Major Whittle faleceu no dia 4 de março de 1901, em Northfield no seu estado natal, depois duma vida frutífera de serviço ao seu Senhor.

Salomão Luis Ginsburg, habilmente traduziu este hino em outubro de 1909 e publicou-o pela primeira vez na segunda página de O Jornal Batista em 11 de novembro de 1909. Posteriormente incluiu-o, em o Cantor Cristão.

A compositora Mary (May) Whittle Moody (1870-1963), filha de Whitlle, era realmente Mary, mas sempre usou o nome May. Formou-se em Música na Faculdade Oberlin, Estado de Ohio, e estudou na Academia Real de Música, em Londres. Possuía uma voz de "doçura excepcional, e qualidade sonora muito rica". Cooperou com o seu pai e Dwight L. Moody nas suas campanhas evangelísticas. Casou-se com William Moody, filho do evangelista. Seu esposo dirigiu as Escolas Northfield fundadas por Moody, e o Centro de Conferências Mout Hermon, com sede na cidade de Northfield, Massachussetts, e editou o hinário Northfield, juntamente com C. M Alexander. William e May tiveram seis filhos. Dois morreram na infância.

O nome da melodia, WHITTLE, homenageia tanto ao pai como à filha que nos deram este hino inesquecível.

Bibliografia: Reynolds, William J., Companion to Baptist Hymnal, Nashivile, TN, Broadman Press, 1976, p. 269.

Com Cristo unido na morte da cruz,
Eu gozo a graça do reino da luz,
Que para a vida dos Céus nos conduz,
Cada momento, com Cristo Jesus.

Cada momento me guia o Senhor,
Cada momento dispensa favor.
Sua presença dispensa vigor;
Cada momento sou Teu, Salvador.

Com Cristo unido na luta moral,
Resiste ao erro, o pecado fatal,
Bem alto erguendo a bandeira real,
Cada momento mais firme e leal.

Com Cristo unido na Ressurreição,
Hei de alcançar eternal redenção;
Jamais em Cristo esperamos em vão,
Cada momento concede perdão. S.L.G


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domingo, 9 de maio de 2010

FELIZ DIA DAS MÂES!

O Dia das Mães teve seu inicio em 1914 quando a mãe de Anna J. morreu, depois do falecimento da mãe a americana começou a entrar em depressão profunda. As suas amigas então fizeram uma homenagem para a mãe da amiga. Desde então o presidente a época oficializou a data para a comemoração do Dia das Mães e propagou mundo a fora.

No Brasil a data se oficializou em maio de 1932 e no ano de 1947 foi incluído no calendário oficial da Igreja Católica. As mães no Brasil são homenageadas no segundo domingo de Maio.
Mãe é uma mulher especial, pois ela gera um filho, ou mesmo cria de um pessoa como se a tivesse gerado. As mães sempre dão carinho e proteção. As mães sempre tentam agradar seus filhos por isso merecem todo o respeito e carinho.
Hoje em dia os dias das mães é um importante dia para o comércio, pois muitos filhos vão até as lojas para comprar um presente para as mães como uma forma de agradecimento.


FELIZ DIA DAS MÂES!
à voce que é mãe que gerou;
FELIZ DIA DAS MÃES!
à voce que é mãe que criou;
FELIZ DIA DAS MÃES!
à voce que é mãe amou;
FELIZ DIA DAS MÃES!
à voce mulher,
pois Deus te fez santa
ao te dar a procriação por tarefa!
espalhe amor

FELIZ DIA DAS MÃES!


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terça-feira, 4 de maio de 2010

"Santo! Santo! Santo!"





E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória. Is 6:3



Autoria: Reginald Heber (1783-1826)
John Bacchus Dykes (1823 -1876)


Reginald Heber nasceu em Malpas, Cheshire, Inglaterra, 21 de abril de 1783 com um patrimônio de riqueza e de cultura. Com a idade de cinco anos, ele tinha lido a Bíblia tão completamente que ele poderia dar capítulo e versículo para citações.
Sua infância foi: -"Distinguido pela doçura de disposição, obediência e confiança na providência de Deus que formou ao longo da vida uma característica proeminente em seu caráter ... Ele podia ler a Bíblia com fluência em cinco anos, e a avidez com que ele estudou, e lembrança maravilhosa do seu conteúdo, surpreendeu seus pais. Na verdade, a partir do momento que ele sabia ler, sua paixão por livros tornou-se insaciável "
Heber foi educado em Brasenose College, Oxford, ganhando muitos prêmios para ambos, poesia Latina e Inglesa, incluindo, em 1803, Carmen Seculare (do latim prêmio de Oxford), A Sense of Honor (o melhor ensaio Inglês, 1805), a Palestina, um poema recitado em os Theatre, Oxford, no ano MDCCCIII "(Prémio Inglês, 1803), Europa; Line sobre a guerra (1809) e A passagem do Mar Vermelho.
Palestina é um dos poemas prêmio que pouco sobreviveu. Christopher North chamou de "um vôo como a asa de um anjo sobre a Terra Santa." Heber lia-o em seus quartos de Oxford para uma jovem Walter Scott, que salientou que Heber tinha omitido uma circunstância notável na sua conta da construção do templo: que não há ferramentas foram utilizadas em sua construção. Heber, uma vez adicionado as linhas:
Nenhum martelo caiu, nenhum degrau eixos pesados, como alguns palma alto da tela místico arqueadas, o silêncio Majestic!
Em novembro de 1804, foi eleito como um companheiro no All Souls College, Oxford, e depois ele foi ordenado em 1807, tornou-se vigário da propriedade da família de Hodnet, Shropshire, onde serviu por 16 anos, e onde ele foi muito amado. Ele estava "ajoelhado, muitas vezes em sickbeds correndo o risco de sua vida, onde não havia conflito, o pacificador, onde havia quero, o doador-free".
Em 14 de abril de 1809, casou-se com Amelia Shipley na Paróquia de St. Mary's Church, Rhuddlan, Denbighshire, North Wales. Ela era a filha do Dr. William Davies Shipley, decano da Catedral de St. Asaph 1774-1826, ele havia se casado com a herdeira de Bodrhyddan em Rhuddlan e residiu ali.
Foi durante esses 16 anos que fez toda a sua escrita hino. Além disso, ele contribuiu freqüentemente trabalha para arevisão trimestral e teve diversos hinos publicado no Observer cristã, e editou as obras de Jeremy Taylor. Em 1812 ele publicou um pequeno volume de poesia e começou a trabalhar em um dicionário da Bíblia. Um homem de aprendizagem e de piedade, em 1815, foi nomeado Brampton professor em Oxford. Em 1817, Heber foi feita prebendary de St. Asaph e foi nomeado pregador da Lincoln's Inn em 1822.
Em 1823, depois de recusar duas vezes, ele relutantemente aceitou a nomeação como Bispo de Calcutá, que na época incluía toda a Índia, Ceilão e Austrália, velejando a 16 de Junho de 1823. Antes de sua partida para a Índia, Heber foi agraciado com o grau de DD, em Oxford.
"A freguesia de Hodnet verdadeira e profundamente triste por perder seu amado pastor, e ricos e pobres inscritos para lhe dar um presente de despedida, como um testemunho do seu amor e gratidão"
Durante o seu serviço, ele demonstrou que ele possuía grande julgamento e capacidade administrativa, bem como o entusiasmo e energia ilimitada. Ele era alegre e espirituoso, mas de piedade afetado profundamente. Após três anos de incessantes viagens e trabalho missionário intenso, Heber morreu de repente enquanto visitava Trichinopoly, Índia em 03 de abril de 1826 na idade de 42 anos de uma hemorragia cerebral, enquanto em sua banheira. Ele é enterrado em St. John's Church, Trichinopoly, Tamil Nadu, Índia (lado norte do altar). Diz-se que no dia em que morreu, batizados 42 pessoas. Por outra conta, ele sofreu um acidente vascular cerebral-sol depois de pregar contra os males do seu sistema de castas para uma grande multidão ao ar livre.
Durante seu tempo na Índia, ele ordenou o nativo primeiro pastor da Igreja Episcopal - Christian David. Não era até o ano depois de sua morte que ele saltou para a fama através de seus hinos, que foram reunidos e publicados sob o título de hinos escritos e adaptados ao serviço da Igreja semanal do ano, 1827.
Em 1828, dois anos após sua morte, um relato de uma viagem a Madras e as províncias do sul em 1826, e cartas escritas na Índia, foi publicado, intitulado Narrativa de uma viagem através das províncias do Alto da Índia, de Calcutá para Bombaim (1824-1825 ).
Ele tentou, em 1820, para proteger do Arcebispo Manners Sutton eo Bispo de Londres episcopal autorização oficial para o uso de seu manuscrito hinos na Igreja, mas se recusaram a concedê-la. Mas os cristãos do mundo inteiro tem feito o que os prelados da Igreja não faria. Seu autoria do nosso popular missionário hino mais - De gelada Groenlândia Montanhas , realizada pela primeira vez no Domingo de Pentecostes de 1819 - e seus primeiros e patética a morte como Bispo missionário da Índia, fizeram seu nome "como ungüento derramado" nos anais da moderna missões cristãs.
O hino fúnebre tocando, He Is Gone To The Grave , foi composta após a morte da primeira criança Heber, uma perda sentida intensamente. Após a morte de Heber, aquele que amava, deu-se a mesma tensão e escreveu:
Tu és ido ao túmulo! e enquanto as nações te lamentar
Quem bebeu tua boca o evangelho da paz;
Mas grato, ainda em seu coração deve empossar ti,
E jamais será o teu nome de sua memória cessar.

Tu és ido para a sepultura, mas o teu trabalho não pereça,
o trabalho que o espírito de sabedoria tem abençoado;
Seu poder deve apoiá-lo, Sua misericórdia carinho,
seu amor fazê-lo prosperar tho 'tu és em repouso

Fontes:
• Rev. Duncan Campbell, hinos e Hino Makers (London: A. & C. Black, Quarta Edição, 1908), citado textualmente por Louis C. Elson, ed., Modern Music and Musicians, Parte 2: Enciclopédia (New York: The Universidade Society, 1912)
• Christian Classics Ethereal Library
• O Cyberhymnal
• Site Dr. Chadwick do Ministério da Igreja
• Ir Britannia, o Seven Wonders , relativa à Campanário Wrexham
• Notes from a Hymnuts
• Marietta musical Larry Notas da manhã de domingo em Serviços FCCB, 30 de maio de 1999, relativa Heber
• Robert McCutchan Guy, Nossa Hymnody: Um Manual do Hinário Metodista . Segunda Edição. New York: Abingdon Press, 1937.
• Pitts Teologia da Biblioteca, da Emory University, Atlanta, GA para uma breve biografia de Reginald Heber
• St. Mary's Parish Church, Rhuddlan, Denbighshire, N. País de Gales, Vicar: The Reverend J Gareth Griffiths, para obter informações sobre o casamento de Reginaldo e Amelia (Shipley) Heber
• West Midlands Creative Coleção Literatura para uma breve biografia de Reginald Heber

http://www.hymnsandcarolsofchristmas.com/Hymns_and_Carols/Biographies/reginald_heber.htm
John Bacchus Dykes nasceu em Hull, Inglaterra, o quinto filho e terceiro filho de William Hey Diques e sua esposa Elizabeth Dykes (née Huntington), e um irmão mais novo do poeta e hymnist Eliza Alderson. Com a idade de 10 era o organista assistente na Igreja de St John's em Drypool, Hull, onde seu avô, o Rev. Thomas Dykes, foi vigário. Ele foi ensinado violino e piano. Ele estudou na Wakefield e Catharine's College St, Cambridge , ganhando um BA em clássicos em 1847, ele fundou a Sociedade Musical da Universidade de Cambridge. Ele foi ordenado sacerdote da Malton em 1847. Por um curto período, ele foi cónego da Catedral de Durham , em seguida, chantre (1849-1862). Em 1862 ele tornou-se vigário de St. Oswald , Durham, até sua morte em 1876.
Publicou numerosos sermões e artigos sobre religião, no entanto, ele é mais conhecido por mais de 300 músicas hino que compôs. Entre aqueles que ainda estão em ampla utilização são: Niceia, geralmente cantado para as palavras "Santo, santo, santo! Senhor Deus Todo-Poderoso!"; Wir Pflügen, harmonizadas por diques e geralmente cantado para as palavras" Nós arar os campos, e dispersão "(a tradução do hino alemão" pflügen Wir und wir streuen "pelo alemão do século XVIII, poeta tarde Matthias Claudius), Melita, cantado para as palavras "Pai Eterno, forte para Salvar" (também conhecido como" Para aqueles em perigo sobre o mar "de seu retorno última linha); Gerontius, cantado para as palavras" Louvor ao Santíssimo na altura "(retirado do Cardeal Newman s poema "O Sonho de Gerontius”); O Amor Perfeito e Dominus Regit Me, cantada as palavras "O Rei do amor é o meu pastor", uma das métricas muitas versões do Salmo 23.
Ao contrário de muitos clérigos influentes de seu tempo, Diques resolutamente manteve a igreja alta tradição para a consternação de seu bispo, e foi algo de uma figura renegado na Igreja vitoriana.
Diques morreu em Sussex em 52 anos, e é enterrado em St. Oswald's, Durham.
Ele foi extremamente influente nos hinos em seu tempo, mas isso tem diminuído nos últimos tempos, evidenciado pelo fato de que, enquanto Hymns Ancient and Modern Revised (1950) realizou 31 das suas músicas, a nova edição Standard do livro de mesmo hino (1983) utilizadas 15.
Referências
1. ^ Sadie, Stanley, ed. Novo Dicionário Grove de Música e Músicos, vol. 5, pp. 794-795 Macmillan Publishers Limited, 1980, ISBN 0-333-23111-2
2. ^ diques ou diques, John Bacchus de Venn, J. & JA, Alumni Cantabrigienses , Cambridge University Press , 10 vols, 1922-1958.
3. ^ JB Dykes Biografia
• Oxford Dictionary of National Biography
http://en.wikipedia.org/wiki/John_Bacchus_Dykes

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TRADUTOR
João Gomes da Rocha
(1861-1947)

Nasceu no Rio de Janeiro em 14 de Março de 1861, filho de Antônio Gomes da Rocha e de D. Maria do Carmo, portugueses. Foi adotado pelo Dr. Robert Reid Kalley e Sarah Poulton Kalley, missionários ingleses, pioneiros no Brasil. Estudou medicina em Londres. Foi médico missionário na Inglaterra, Madagascar e África. O Dr. Rocha aproveitou-se de uma viajem que fez à América do Sul para visitar a família no Brasil e tornou-se membro da Igreja Evangélica Fluminense, fundada pelo casal Kalley.
O Dr. Rocha, que estudou música na Escócia, cooperou ativamente com D. Sarah após o falecimento do seu esposo, no preparo de algumas edições de Salmos e Hinos, o primeiro hinário evangélico brasileiro. Depois da morte de D. Sarah, continuou a obra. Preparou várias edições de hinário até 1919, quando dotou de valiosos índices a quarta edição com música. Ele também produziu numerosos hinos, entre traduções, adaptações e trabalhos originais, os quais se encontram em Salmos e Hinos de 1975, no Cantor Cristão de 1971, na Harpa Cristã e no Hinário Evangélico.

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LOUVOR AO TRINO DEUS
Santo! Santo! Santo! Deus onipotente
Cantam de manhã nossas vozes com ardor
Santo! Santo! Santo! Bom e verdadeiro
És Deus triúno, excelso Criador!

Santo! Santo! Santo! Todos os remidos
Junto com os anjos proclamam teu louvor
Antes de formar-se o firmamento e a terra
Eras, e sempre és, e hás de ser Senhor

Santo! Santo! Santo! Nós, os pecadores,
Não podemos ver tua glória sem tremor
Tu somente és santo; só tu és perfeito
Deus soberano, imenso em teu amor!

Santo! Santo! Santo! Deus onipotente
Tuas obras louvam teu nome com fervor
Santo! Santo! Santo! Justo e compassivo
És Deus triuno, excelso Criador


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