quinta-feira, 30 de junho de 2011

A CIDADE SANTA



Bendito o reino que vem, o reino de nosso pai Davi! Hosana nas alturas! Marcos 11:10 
STEPHEN ADAMS
Stephen Adams é dada na maioria das fontes para o compositor de "A Cidade Sagrada", uma das canções mais populares sagrado em Inglês. Stephen Adams é o pseudônimo do show business de Michael Maybrick. Nasceu o filho predileto de uma família de Liverpool, Maybrick demonstrou pela primeira vez seus dons musicais, como um menino de coro estrela. Quando sua voz mudou, Maybrick viajou para estudar em Leipzig e depois para o Conservatório de Milão, onde desenvolveu uma voz de barítono rica. Maybrick originou sua carreira na ópera ligeira, mas finalmente passou a cantar em shows balada salões públicos em todo o Reino Unido e América. Apesar de ter mantido seu nome verdadeiro como um performer, para composições publicadas ele adotou o nome de Stephen Adams. Maybrick / Adams bateu seu passo através de uma colaboração com o letrista Frederick E. Weatherly, um conhecido advogado de Londres, que às vezes é creditado para as letras para a música "Danny Boy". Adams e Weatherly foram os Lennon & McCartney de 1880 a Grã-Bretanha, produzindo uma série de canções populares, incluindo "Thora", "Nirvana" e "Nancy Lee". "A Cidade Sagrada", publicado pela primeira vez em 1892, foi Maybrick e colaboração finais Weatherly é, logo depois, Maybrick rompeu a associação, que é conhecido por ter ido mais fundo do que uma relação meramente profissional. Maybrick se casou com um dos seus servos e se estabeleceu na ilha de Wight, onde viveu o resto de seus dias. Embora composições Maybrick de Stephen Adams continuou a aparecer na imprensa até muito tempo depois de sua morte, ele não se acredita ter escrito outra nota de música depois de 1896. estória Michael Maybrick jazia adormecido até 1992, quando um diário supostamente mantido por seu irmão, James Maybrick foi descoberto: nele, James Maybrick identifica-se como autor dos assassinatos arqui-famoso Whitechapel de 1888 cometidos por Jack, o Estripador. Enquanto o diário tem sido tratado como uma falsificação, a atenção que se reuniram tomou o nome James Maybrick para o topo da lista de suspeitos "Ripper". Ele também se concentrou concentração sobre o papel desempenhado por Michael Maybrick em ajudar enviar viúva de seu irmão para servir uma sentença de prisão injusta de 15 anos por homicídio alegada James Maybrick é por arsênico, um evento vagamente aludido no romance de James Joyce, Ulysses . Estes elementos desagradáveis ​​não servem a reputação de Michael Maybrick bem, mas eles emprestam interesse para a sua história, que foi de outra forma de nenhum interesse para musicólogos. 



Robert Hawkey Moreton  - tradutor
Samuel Pinheiro, 2007-11-30
Dado o interesse histórico tomamos a liberdade de reproduzir o texto publicado no periódico "Portugal Evangélico" de 1971 - Samuel R. Pinheiro (webmaster)
ESBOÇO BIOGRÁFICO DE UM PIONEIRO - Robert Hawkey Moreton
No ano de 1844 nasceram dois meninos: um em Janeiro, na cidade de Buenos Aires, e outro em Novembro, no Porto. Apesar da grande distância que os separava na altura do seu nascimento – um oceano -, as suas vidas estavam destinadas a confluir duma maneira extraordinária no estabelecimento e desenvolvimento do Obra Evangélica em Portugal. Ambos eram ingleses, mas ambos dedicaram as suas vidas e entregaram os seus corações a Portugal. O primeiro, Robert Hawkey Moreton, jaz em solo português no Cemitério Britânico de St. James, no Porto; o outro, James Cassels, mais tarde naturalizou-se português, tomando o nome de Diogo, nome pelo qual é mais conhecido e honrado. Faleceu em 1923, e jaz sepultado em Vila Nova de Gaia.
É sobre a vida do primeiro destes dois grandes vultos que agora escrevemos estas breves palavras.
Robert Hawkey Moreton, como dissemos, nasceu em Buenos Aires, Argentina, no dia 10 de Janeiro de 1844; o seu pai, também Robert, tinha emigrado de casa paterna, outro Robert, da Cornualha, antes de 1830. A família regressou a Inglaterra em 1861, possivelmente para evitar que Robert Hawkey tivesse que prestar serviço militar no exército argentino, e fixaram residência em Helston, Cornualha.
O jovem Robert começou a estudar medicina no Hospital de S. Bartolomeu («Bart’s»), Londres, mas, ouvindo a chamada para o ministério da Igreja Metodista Wesleyana, entrou no Seminário de Richmond, Londres, em 1864, e após três anos lá, foi nomeado pastor à prova para o circuito de Helston , Cornualha, passando depois para St. Colomb, Ilhas Scilly (Sorlingas), onde se encontrou com a sua futura esposa, Agnes Banfield. Terminado o seu período de prova, foi ordenado ministro em plena conexão na Igreja Metodista Wesleyana, em 3 de Agosto de 1870, na Conferência Anual, na cidade de Burslem, Inglaterra. No mesmo ano ofereceu-se para o serviço missionário, mas a sua oferta em princípio não foi aceite. Mais tarde no mesmo ano, em Novembro, a Sociedade Missionária Metodista Wesleyana convidou-o a trabalhar em Portugal, onde ocasião de oportunidade se estava a abrir – em consequência dos seus conhecimentos de espanhol (!), língua que já tinha usado ao distribuir tratados entre os marinheiros espanhóis nas docas do Tamisa, em Londres.
Chegou ao Porto no dia 16 de Fevereiro de 1871 com a sua noiva, com quem casara três semanas antes. Exerceu o seu ministério aqui até à sua morte em 1917, quarenta e três anos no ministério activo e três em aposentação. Logo nos primeiros dias ele soube o que era sofrer perseguição popular, chegando muitas vezes a casa, depois de tentar pregar, coberto de lama; mas ele sobreviveu a esta fase, e tornou-se muito respeitado e estimado; através dos anos os seus dons como pregador, ensinador, administrador e organizador foram bem exercidos. O seu Metodismo foi do tipo clássico; ele edificou tudo na base da reunião de classe, e só admitia pessoas como membros depois do devido, e às vezes demorado, período de prova por parte de cada candidato. Cartões de membros meticulosamente escritos pela sua própria mão – e a sua letra continuou meticulosa até ao fim – datam do primeiro ano do seu ministério cá em Portugal; a sua pregação sobre a procura da perfeição cristã atraiu muitos, incluindo alguns piedosos católicos romanos que estavam a procurar o mesmo caminho. Traduziu uma quantidade de hinos para o português e colaborou na compilação de uma sucessão de hinários; introduziu o sistema de solfejo tónico em Portugal; traduziu algumas obras populares, algumas meio-polémicas, tais como «O Convento Desmascarado» da ex-freira Edith O’Gormon, e «O Padre, a Mulher e o Confessionário» do ex-padre Chiniquy; escreveu muitos artigos e tratados de controvérsia. Foi, também, durante quatro anos, director de «A Reforma». Sofreu progressivamente durante todos os longos anos que viveu em Portugal, de asma brônquica, que em certo sentido foi parte do sacrifício que ele fez ao dedicar-se à obra do Senhor no Norte de Portugal.
Seu filho, também Robert, foi durante alguns anos secretário da Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, em Lisboa, e um seu neto, que também foi ministro metodista, foi morto na segunda guerra mundial.
Robert Hawkey Moreton jaz, com sua esposa e um dos seus filhos, no Cemitério Britânico do Porto. R. I. P.
ALBERT ASPEY
Texto extraído da revista “PORTUGAL Evangélico” – órgão oficial das Igrejas Metodistas e Presbiterianas de Portugal – 1º semestre de 1971
[Notícia n.º 3404, inserida em 2007-11-30, lida 818 vezes.]




A CIDADE SANTA
Dormindo no meu leito, em sonho encantador
Um dia eu vi Jerusalém e o templo do Senhor.
Ouvi cantar crianças e em meio a seu cantar
Rompeu a voz dos anjos, do céu a proclamar.
Rompeu a voz dos anjos, do céu a proclamar:

Jerusalém, Jerusalém, cantai ó Santa Grei
Hosana, Hosana, Hosana ao vosso Rei.

Então o sonho se alterou, não mais o som feliz
Ouvia das hosanas dos coros infantis.
O ar em tôrno se esfriou, do sol faltava a luz,
E num alto e tôsco monte vi o vulto de uma cruz!
E num alto e tôsco monte vi o vulto de uma cruz!

Jerusalém, Jerusalém, cantai ó Santa Grei
Hosana, Hosana, Hosana ao vosso Rei.

Ainda a cena se mudou; surgia em resplendor
A divinal cidade, morada do Senhor.
Da lua não brilhava a luz, nem sol nascia lá,
Mas só fulgia a luz de Deus,
Mui pura em seu brilhar.
E todos que queriam, sim, podiam logo entrar
Na mui feliz Jerusalém, que nunca passará.
Na mui feliz Jerusalém, que nunca passará.

Jerusalém, Jerusalém, teu dia vai raiar
Hosana, nas alturas, Hosana sem cessar.
Jerusalém, Jerusalém, teu dia vai raiar
Hosana, nas alturas, Hosana sem cessar.
Hosana, nas alturas, Hosana ao vosso Rei.








sábado, 25 de junho de 2011

E você, o que pensa de Cristo?





Disse-lhes ele: E vós, quem dizeis que eu sou? Mt 16.15


Letra e Música: Charles Frederick Weigle (1871-1966)
Charles Frederick Weigle nasceu em 20 de Novembro de 1871 em LaFayette, Indiana, na família de um padeiro alemão luterano temente a Deus e sua esposa. Um dentre doze filhos, cinco meninos e sete meninas, o jovem Charles acostumou-se a ouvir seu pai orar e, a cada manhã antes do desjejum, a leitura da Bíblia era observada, nos momentos de adoração da família.
Quando Charles tinha doze anos, a Igreja Metodista de Lafayette realizou uma série de reuniões de reavivamento. Um grande número de seus amigos e colegas de brincadeiras se convenceram e foram à frente durante o curso das reuniões. Isto deixou uma forte impressão sobre o jovem Charles. Embora ele tenha resistido mais do que a maioria dos outros, certa noite uma forte conscientização de que ele estava perdido veio sobre ele e Charles converteu-se.
Conforme crescia, seu profundo interesse pela música levou-o a freqüentar o Conservatório de Música de Cincinnati, onde recebeu o treinamento que posteriormente o ajudou em seu ministério. Charles não apenas tornou-se um pregador inspirado, mas também era um talentoso compositor, tendo escrito mais de 1.000 melodias.
A melodia mais famosa de Charles Weigle, “O Que Penso de Meu Mestre”, foi o produto de um dos mais tenebrosos períodos de sua vida. Ele passou a maior parte de sua vida como um pregador itinerante e autor de canções evangélicas. Um dia, depois de voltar para casa, após uma cruzada evangélica, encontrou um nota deixada por sua esposa de muitos anos. A nota dizia simplesmente que ela (que era de uma família rica) estava farta de ser a esposa de um evangelista itinerante e que o estava abandonando.
Mais tarde, ele disse que durante vários anos seguintes sentiu-se tão desanimado que pensou até em suicídio. Ele até mesmo se perguntava se alguém realmente se preocupava com ele, mas após algum tempo sua fé foi restaurada e ele sentiu-se novamente ativo na causa de Deus. Logo sentiu-se impulsionado a escrever um cântico que seria um resumo de sua triste experiência passada.
De um coração que havia sido quebrado vieram estas palavras que Deus deu para confortá-lo.

O Que Penso de Meu Mestre
1. Vou contar-vos o que penso de meu Mestre,
   Como dEle recebi a luz e a paz;
   El' mudou-me, eu bem sei, completamente;
   Só Jesus a minha alma satisfaz.

CORO: Sempre cuidará de mim, meu Mestre,
      Com desvelo e compaixão sem fim!
      Nenhum outro tira a culpa do pecado.
      Oh! como Ele ama a mim!

2. Com a vida toda cheia de pecado,
   Na miséria e com dor no coração
   El' me ergueu com braços fortes de ternura, 
   Deu-me vida, deu-me paz, consolação.

3. Cada dia Ele vem, com segurança,
   Mais e mais me revelar o Seu amor;
   Como anelo compreender completamente
   Esse dom tão divinal, restaurador!

4. Meu maior desejo agora é honrá-Lo,
   Proclamar o que Ele fez pra me salvar;
   E cantando esse amor inigualável,
   Quero a Deus a minha vida consagrar.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

CORPUS CHRISTI - SANTA CEIA PRESENTE DE DEUS

Porque em Jesus Cristo nem a circuncisão nem a incircuncisão tem valor algum; mas sim a fé que opera pelo amor. Gl 5.6 



Hoje é dia de corpus christi e eu sai de casa para procurar entender melhor esta data, entender seu significado e o de seus símbolos para nossos irmãos católicos.
Pela primeira vez na Cidade do Rio de Janeiro, a Arquidiocese promoveu a feitura dos famosos tapetes de sal diante da Catedral Metropolitana na Av. Chile e lá fui eu em busca de respostas, com minha mochila lotada de perguntas para produzir algo de bom para vocês, Sócios do Hinologia.
Cheguei cedo, antes mesmo que o primeiro fiel tivesse chegado, postei-me para esperar e pude ver que a Prefeitura providenciou a lavagem da via, primeiro com água clorada, depois com perfume.
Donde estava, sobre a primeira passarela, pude a equipe que preparava o palanque para a missa campal e,cerca da 04:45, o primeiro fiel que chegara no carro com a família, desembarcou e observava o local onde deveriam ser montados os famosos "tapetes de sal".
A história do dia de corpus christi eu contei ano passado no post O QUE É CORPUS CHRISTI?? mas ainda restava saber por exemplo, "porque tapetes de sal?"
Tive de perguntar a muita gente, recebi muitas resposta evasivas mas, uma me surpreendeu e vem ao final do relato.

Como disse, cheguei cedo e pude ver que as 05:05, uma lona preta de ceca de 300m por 3m de largura se estendia do palanque a Av Rio Branco, sobre o qual  deveriam ser confeccionados os tapetes de sal.
Já a aquela altura, o céu estava nublado mas o chão, embora tivesse sido lavado há pouco, estava seco e perfumado para que trabalhassem tranquilos.
Os cerca de vinte fiéis iniciais agora chegam facilmente a cinquenta e começa a chover uma garoa fina, fria e penetrante.
Agora cerca de cem fiéis de paróquias diferente rodeiam os padres em busca de soluções para o "problema" chuva, já que a meteorologia disse que chuvas só domingo a tarde e é madrugada de quinta-feira.
Parecendo alheio a tudo dois grupos me chamam atenção de forma muito especial!
O primeiro grupo vendo a chuva, vendo que o trabalho que se propuseram era inviável, forma um circulo e começa a orar pedindo a direção de Deus para o evento que se propuseram a fazer para Ele somente.
O segundo Grupo, ainda em uma roda, começa a entoar canções de louvor.
Não demora e os demais chegam a uma posição de conforto geral:
"- Já que estamos aqui para este serviço," diz uma das irmãs leigas de uma das paróquias reunidas ali, " vamos mudar nosso programa, ao invés de fazermos nossos tapetes enfileirados, reunamos o máximo possível sob os viadutos"
E foi assim que se fez.
Corpus christi é, entre outras coisas, uma celebração a solidariedade e ver aqueles já quase trezentos irmãos unidos para louvara Deus por nos ter dado sua presença na comunhão e ver que esta comunhão não lhes trouxe murmúrios ou queixas pelos contratempos foi muito interessante.
Corpus christi, como já dito, surge em fins do Sec XIII inicio do Sec XIV e a tradição inicial é de confeccionar-se tapetes florais com folhas e flores.
No Brasil, mais precisamente em Ouro Velho, surgem os tapetes de sal simbolizando que a Comunhão em Cristo nos leva ao serviço que deve ser temperado pelo Evangelho com Amor e Paz.
O tapete tem a função de nos lembrar que o "Serviço do Mestre é servir ao necessitado" isso se dá "indo onde ele (o próximo) se encontra, e o tapete é para suavizar nosso caminho.
O sal é o simbolo da temperança cristã. com isso o cristão (católico)  brasileiro testemunha a todos que busca o próximo com o amor de Cristo para a Paz que Ele nos deixou.










Tapetes mesmo vi muito pouca coisa e, como embaixo dos viadutos é muito mal iluminado, meus registros ficaram muito ruins.
Mas vi coisas das quais tenho sentido falta no meio evangélico:
Amizade;
Solidariedade e, principalmente
Fé!









Deixei o local as 07:00h em meio a chuva, as 12:00h no jornal local descobri que a chuva passou e que foi um sucesso a fabricação dos tapetes.
Estou muito feliz!
foi uma maravilhosa mostra de fé!



A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós. Amém IITs 3.18

quarta-feira, 15 de junho de 2011

PORQUE ME AMOU ASSIM?

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Jo 3.16


Robert Harkness, (1880-1961)

Harkness , ROBERT (b. Bendigo, Vic, 02 de março de 1880; d. Londres, 8 de maio de 1961). Hinista e evangelista.

Robert era filho de Abraão e Harkness Jane Elizabeth, dois cristãos metodistas firme e profundamente comprometidos. Foi educado em Bendigo, trabalhou por um curto período de tempo em uma empresa de impressão e, em seguida, na fundição de seu pai. Em uma idade muito precoce, ele mostrou uma notável capacidade musical no piano e órgão, e logo começou a compor hinos. A direção toda a sua vida mudou em 1902 quando o Torrey-Alexander equipe da Missão visitou Bendigo. Seu modo de tocar piano brilhante imediatamente chamou a atenção de Charles M. Alexander, chefe da missão da canção, que arranjou para ele se juntar ao grupo de missão. Vários meses depois, ele dedicou sua vida inteiramente a Cristo durante uma missão em Dunedin, na Nova Zelândia. A partir desse momento, para os próximos sessenta anos, dedicou toda a sua vida muitos talentos, energia e experiência para a apresentação do evangelho através da música, do canto e da palavra falada.

Harkness foi o acompanhador e compositor Alexandre 1902-16, 1902-09, como membro da equipe de Torrey-Alexander e 1910-6 com o grupo de Chapman-Alexander. Ele viajou com eles ao redor do mundo em numerosas ocasiões e participou em todas as suas missões principais.

Durante o 1909-Alexander Chapman Missão na Austrália, ele se envolveu com Ruth Adela Langsford, e os dois se casaram em 16 de fevereiro de 1912 na próxima visita da equipe para a Austrália. Ruth era um cantor treinado e após seu casamento, muitas vezes cantou em missões em que jogou Harkness. Eles não tiveram filhos.

Durante a turnê australiana 1909 Alexandre usou muito de Alexandre populares hinos dele Não é a primeira vez . Este livro hino tinha sido compilado em Birmingham é a casa de Alexander, durante uma pausa no seu programa de missão. Harkness escreveu as músicas para 61 e as letras por 14 dos hinos neste livro, nove outras letras sendo escritas por Fred P Morris, outro Bendigonian.

Harkness e sua esposa se ​​mudaram para os Estados Unidos depois da Primeira Guerra Mundial, onde passaram o resto de suas vidas para dar shows e compondo canções sagradas. Ele compôs, ao todo, mais de 2500 hinos evangélicos. Eles viviam em Pasadena, perto de Los Angeles, na costa oeste. Lá, ele formou a Harkness Co musical pelo qual ele publicou três cursos de correspondência muito popular para tocar hino, fundou e editou uma revista mensal de música muito popular chamado o músico Sagrado , compilou um livro de hinos delgado chamada Nova Harkness e Hinos Hinos Sagrados , e escreveu umas 127 páginas livro chamado Reuben Archer Torrey: o homem e sua mensagem .

Durante os seus quarenta anos no Harkness Estados Unidos e sua esposa conduziu muitas turnês sagrados em toda a América do Norte, Inglaterra, Escandinávia e do Continente. Ele retornou à Austrália e à sua cidade natal de Bendigo sete vezes. Em certa ocasião, ele deu concertos sagrado e tocaram canções de hinos em assobios de seu pai de fundição. Uma característica dos shows foi o seu convite ao espectador para sugerir um texto ao qual imediatamente ele iria compor e tocar uma música.

Keith Cole, Robert Harkness: o hymnwriter Bendigo (Bendigo, 1988)

KEITH COLE


Em atenção ao pedido de um dos sócios.


POR QUE ME AMOU ASSIM

    1. Morte cruel padeceu meu Jesus;    
    Por que me amou assim?    
    Eu merecera sofrer nessa cruz;    
    Por que me amou assim?  
    CORO: Por que me amou assim?       
    Por que me amou assim?       
    Por que sofreu meu Jesus por mim?       
    Por que me amou assim?!  
    2. Foi meu pecado que 0 crucificou;    
    Por que me amou assim?    
    Para salvar-me, que dor suportou!    
    Por que me amou assim?  
    3. Oh! que agonia, que grande aflição!    
    Por que me amou assim?    
    Hei de aceitar tão imenso perdão!    
    Por que me amou assim?



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domingo, 12 de junho de 2011

CUIDE BEM DO SEU AMOR!

É só o amor, é só o amor. Que conhece o que é verdade.

Cupido é considerado um dos grandes princípios do universo e até o mais antigo dos deuses. Representa a força que faz com que todos os seres sejam atraídos uns pelos outros, e pela qual nascem e se perpetuam todas as raças.

Mitologicamente, não sabemos quem é seu pai, mas é comum lhe dar Vênus por mãe, embora eu discorde de que Cupido seja filho da beleza, mas da surpresa.

Cupido não crescia e permanecia sempre menino, querendo saber o motivo, Vênus perguntou o motivo a Têmis. A resposta foi que o menino cresceria quando tivesse um companheiro que o amasse. Vênus deu-lhe, então, por amigo Anteros (o amor partilhado). Quando estão juntos, Cupido cresce, mas volta a ser menino quando Anteros o deixa. É uma alegoria cujo sentido é que o afeto necessita de ser correspondido para desenvolver-se.

Cupido era frequentemente considerado um civilizador que soube mitigar a rudeza dos costumes primitivos.

Cupido é o espanto dos homens e dos deuses. Júpiter, prevendo os males que ele causaria, quis obrigar Vênus a desfazer-se dele. Para o furtar à cólera do senhor dos deuses, viu-se Vênus obrigada a ocultá-lo nos bosques, onde ele sugou o leite de animais ferozes.

Mais jovem Cupido conhece Psique.

Psique era uma jovem tão linda que Vênus passou a ter ciúmes dela. A deusa deu ordens a Cupido para induzir Psique a apaixonar-se por alguma criatura de má aparência, porém o próprio Cupido tornou-se seu amante. Cupido a pôs num palácio, mas somente a visitava na escuridão e a proibiu de tentar vê-lo. Movidas pelo ciúme as irmãs de Psique disseram-lhe que ele era um monstro e iria devorá-la (a inveja a visitou e a curiosidade fez morada em seu coração).

Certa noite Psique pegou uma lamparina e iluminou o quarto para ver Cupido adormecido. Excitada diante da visão de sua beleza ela deixou cair sobre Cupido uma gota do óleo da lamparina, e o despertou. Por causa disso o deus abandonou-a, ressentido pela sua desobediência. Sozinha e cheia de remorsos Psique procurou o amante por toda a terra.

Psique sofre e perde o apetite, passa a não dormir, chora compulsiva sem ter o que a console. Mas quer de novo experimentar a falta de ar, o suspirar a toa, o passar da euforia á fossa, o acelerar do coração ao de novo encontrar-se com Cupido.

Em seu surtos de loucura, aceita todas as tarefas que lhe são impostas por Venus.

A primeira delas foi separar na escuridão da noite as impurezas de um monte enorme de várias espécies de grãos, porém as formigas apiedaram-se de Psique e vieram em grande número para realizar a tarefa por ela.

Cupido fica encantado com a beleza de Psique e sua disposição para o reconquistar.

E assim, por um meio ou por outro, todas as tarefas foram executadas, exceto a última, que consistia em descer ao Hades e trazer o cofre da beleza usado por Perséfone. Psique havia praticamente conseguido realizar a proeza, quando teve a curiosidade de abrir o cofre; este continha não a beleza, e sim um sono mortal que a dominou. Entretanto Júpiter, pressionado por Cupido, consentiu finalmente em seu casamento com a amante, e Psique subiu ao céu.

"Embora sem um templo, embora sem altar!"

Psique em grego significa borboleta como alma. Não há alegoria mais notável e bela da imortalidade da alma como a borboleta, que, depois de estender as asas, do túmulo em que se achava, depois de uma vida mesquinha e rastejante como lagarta, flutua na brisa do dia e torna-se um dos mais belos e delicados aspectos da primavera. Psique é, portanto, a alma humana, purificada pelos sofrimentos e infortúnios, e preparada, assim, para gozar a pura e verdadeira felicidade.

Tal como na lenda acima, o Amor somente pode crescer se partilhado.

Tem sintomas de um ataque cardíaco, mas injeta tantos bons hormônios na corrente sanguínea, que ainda não se criou remédio melhor ao jovem ou ao velho.

Hoje, dia dos namorados, muitos dos solteiros estão em busca de um par. Mas muitos casados também estão sem par por que o namoro ocorreu sem um prognóstico dos eventos que se tornariam este casamento.

Muitos estão casados há uma centena de anos mas, se você perguntar de surpresa, verá que não conhece seu par nem nas coisas que lhes são básicas.

Muitos, ainda em lua de mel, vivem o fel de não saber por que, depois de tanta luta para chegar até ali, agora sofre e se arrepende.

Vivemos uma sociedade de consumo.

Vemos!

Queremos!

Obtemos!

Descartamos, muitas vezes sem usar.

O triste é que isso vale para coisas, pessoas, e para o que aprendemos de fé, amor, religião.

Quando será que ser vai valer mais outra vez?

Por que, quando você é, não tá nem ai para o que se tem. Não passa mal nem fica sem dormir, não escuta o que os outros falam quer seja bom ou ruim, não liga pra propaganda.

É dia dos namorados e eu pergunto:

- Quanto (as) você já teve?

- Quem queria ser e quem queria ter mais no relacionamento?

Tem muita gente querendo ter um relacionamento para por na janela de casa e mostrar para o mundo “não estou sozinho (a)”.

Tem muita gente que sequer sabe o verdadeiro nome da pessoa com quem está “ficando”. Pra que?

Hoje os relacionamentos são para proporcionar experiências, experimenta-se a todos (as), quem sabe assim chega-se ao melhor. Só não se percebe que o melhor e o pior, estão dentro de cada um de nós.

Temos de ser melhores!

Melhores que o casal da propaganda da operadora de celular;

Melhores que o casal apaixonado da musiquinha melosa.

Temos que acreditar mais!

Acreditar que Deus nos criou para sermos felizes, mas que a felicidade tem de estar dentro de nós, e não no outro. Precisamos ser felizes para o mundo ser melhor!


Cuide Bem do Seu Amor

Os Paralamas do Sucesso
CUIDE BEM DO SEU AMOR
(Longo Caminho)

A vida sem freio me leva, me arrasta, me cega
No momento em que eu queria ver
O segundo que antecede o beijo
A palavra que destrói o amor
Quando tudo ainda estava inteiro
No instante em que desmoronou
Palavras duras em voz de veludo
E tudo muda, adeus velho mundo
Há um segundo tudo estava em paz

Cuide bem do seu amor
Seja quem for (2x)

E cada segundo, cada momento, cada instante
É quase eterno, passa devagar
Se o seu mundo for o mundo inteiro
Sua vida, seu amor, seu lar
Cuide tudo que for verdadeiro
Deixe tudo que não for passar

Palavras duras em voz de veludo
E tudo muda, adeus velho mundo
Há um segundo tudo estava em paz

Cuide bem do seu amor
Seja quem for (2x)

Palavras duras em voz de veludo
E tudo muda, adeus velho mundo
Há um segundo tudo estava em paz

Cuide bem do seu amor
Seja quem for (2x)





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quarta-feira, 8 de junho de 2011

VIGIAR E ORAR!

Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca.(Mt 26.42)



Vigiar e Orar


Letra: Autor Desconhecido
Música: Sophia Zuberbühler (1833-1893)

Tradução: Alfredo Henrinque da Silva (1872-1950)

Eram 4 horas da manhã na primavera de 1967. Depois de pregar e comungar com os irmãos num pequeno lugarejo chamado Volta, entre Urucuí e Ribeirão Gonçalves, no centro-sul do Piauí, o Pr João Alves Feitosa, então Secretário-Executivo da convenção Batista Piauí-Maranhão, estava na sua rede pendurada no galpão da casa de palha de um dos membros da congregação. Toda a família havia se abrigado no único quarto da casa . O Pr Feitosa acordou ao som de uma música suave, um pouco à distancia. "Bem de manhã, embora o céu sereno pareça um dia calmo anunciar", ele ouviu, Que maneira maravilhosa de acordar!

Percebeu que o pequeno grupo de irmãos estava num círculo, cantando este belo hino.

Embora estivesse muito cansado da sua longa viagem do dia anterior, num antigo ônibus sobre uma acidentada e empoeirada estrada, cheia de ondulações, o pastor apressou-se a se reunir a este corajoso grupo que começava cada dia num culto de louvor ao seu Salvador e Senhor e a orar para que Deus mandasse chuva àquele lugar. Desde então, o Pr. Feitosa não pode cantar este hino sem ver na sua mente e coração aquele pequeno grupo, no sul do Piauí, levantando sua voz nesta comovente oração.

O autor destas singelas palavras é desconhecido. O pastor Alfredo Henrique da Silva a traduziu, em 1913, do hinário francês Psaumes et Cantiques (Salmos e Cânticos), que, como muitos hinários da época, não registravam os autores. Sua versão está em quase todos os hinários evangélicos do Brasil, demonstrando seu valor.

A linda melodia VEILLE TOUJOURS (Vigie Sempre), escolhida para este hino, é de Sophia Zuberbühler (1833-1893). Não há outras informações biográficas disponíveis sobre esta compositora no momento.

Bibliografia: BRAGA, Henriqueta Rosa Fernandes. Música Sacra Evangélica no Brasil, Rio de janeiro, Livraria Kosmos Editora, 1961. p. 338.


A letra abaixo é como esta no Hinário Evangélico


Vigiar e Orar


Bem de manhã, embora o céu sereno

Pareça um dia calmo anunciar,

Vigia e ora; o coração pequeno

Um temporal pode abrigar.



Bem de manhã, e sem cessar,

Vigiar e orar!



Ao meio-dia, e quando os sons da terra

Abafam mais de Deus a voz de amor,

Recorre a Cristo, o coração descerra,

E goza paz com o Senhor.



Do dia ao fim, após os teus lidares,

Relembra as bênçãos do celeste amor,

E conta a Deus prazeres e pesares,

Depondo em suas mãos a dor.





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quarta-feira, 1 de junho de 2011

SERÁ DE MANHÃ?

Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai.Mateus 24:36

"É muito difícil atravessar o caudaloso rio da vida sem confiar em um Deus Todo-poderoso e protetor"

Com a referência bíblica de João 14:3, este hino de H.L. Turner, sobre a segunda vinda de Cristo, foi publicado em 1878 no hinário de Ira D. Sankey, Gospel Hymns (Hinos do Evangelho), nº3 . O hino faz perguntas que todos os que aguardam a volta de Cristo fazem: "Será de manhã, de tarde, ou de noite?" Afirma, também, o que está em nossos corações:

Oh! Graça sem ,fim,

Quando a morte vencida,
E Cristo Jesus revestir- nos de vida,
E formos então habitar lá na glória,
Nesse lar que Jesus preparou!

Não se encontraram informações sobre o autor H.L.Turner.

O compositor James Mcgranahan (1840-1907) nasceu em 4 de julho, o Dia da Independência Americana, perto de Adamsville na Pensilvânia, EUA. Embora seus estudos formais fossem limitados, desenvolveu seus dotes musicais e aos dezenove anos já ensinava música. Possuía uma bela voz e uma personalidade imponente. Estudou e trabalhou com músicos evangélicos destacados, como William B.Bradbury, J.G. Towner e George F. Root. Com a morte súbita de Philip P. Bliss, o evangelista Daniel W. Whittle convidou McGranahan a tomar o seu lugar como cantor e dirigente de música. Conduziram conferências evangelísticas por todos os Estados Unidos e na Europa. Foi pioneiro no uso de coros masculinos nestas conferências.

Como muitos dos seus colegas no campo evangelístico, como Sankey e Stebbins, McGranahan colaborou na publicação de muitas coletâneas para o coro masculino, para coro misto e canto congregacional. Escreveu muitos hinos, letra e música, mas é especialmente lembrado pelas suas melodias lindas e contagiantes, que fazem "viver" as mensagens dos hinos com as quais estão unidas. Compôs a melodia de muitos hinos prediletos dos batistas, como Chuvas de Bênçãos, Não sou meu, Mas eu sei em quem tenho crido,e a letra e música de Eis Multidões.

McGranahan é contemporâneo de outro famoso cantor evangelista, Ira D, Sankey. Colegas no Evangelho e grandes amigos, ambos deixaram uma rica herança para a hinodia mundial.

CHRIST RETURNETH (Cristo Volta) foi escolhido para o nome da melodia de McGranahan pela comissão do hinário Baptist Hymnal (Hinário Batista) de 1956, porque é o titulo colocado neste hino em muitos hinários. Em inglês, o estribilho termina:Christ returneth, hallelujah, hallelujah, amen! O tradutor desconhecido do hino segue as palavras do original perfeitamente: "Cristo volta, aleluia ,aleluia, amém!" Esta certeza traz paz e esperança ao crente em Cristo.

FONTE: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias/ha_369.htm


Será de manhã, no começo do dia?

Será quando a luz seu fulgor irradia,

Que Cristo há de vir com os anjos da glória,

Receber deste mundo os Seus?


CORO: Oh, Jesus, Salvador, Senhor!

Quando vamos cantar:

Cristo volta, aleluia, aleluia, amém!

Aleluia, amém?!


Será de manhã ou será pela tarde?

Também pode ser que as trevas da noite

Se tornem na luz desse brilho de glória,

Quando Cristo os Seus receber.


Oh! graça sem fim, quando a morte vencida,

E Cristo Jesus revestir-nos de vida,

E formos então habitar lá na glória,

Nesse lar que Jesus preparou!



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